Em meio ao clima de tragédia, devido ao ocorrido no navio sonda NS-32 (Norbe VIII), que levou a vida de dois companheiros, o Sindpetro-NF recebeu a informação de um acidente na P-32, que aumentou o índice de preocupação com os companheiros. Uma escada desabou na plataforma, quebrando a haste de válvula, por sorte, não houve feridos.

Segundo denúncia, uma escada tipo marinheiro, com cerca de sete metros de comprimento, com corrosão alveolar severa, desprendeu-se de uma torre de 15 metros de altura, chamada de "Gigante", desabando sobre o convés a poucos metros de uma frente de serviço que faz o reparo numa linha de gás inerte. Por sorte, o observador da frente percebeu que estrutura estava oscilando e orientou todos a se afastarem. Passados cerca de 10 minutos, a escada desabou, quebrando a haste de uma válvula. A estrutura pesa aproximadamente 300 quilos e poderia ter causado um acidente grave, inclusive, com novas mortes.

O Sindipetro-NF já entrou em contato com o SMS solicitando respostas sobre a ocorrência e o SMS da empresa respondeu alegando que o evento ocorrido foi em parte do quebra peito da escada do gigante da meia nau a BE da plataforma, que já estava interditado e desprendeu devido ao aumento e as rajadas de vento. Segundo a empresa a área foi isolada e por abrangência a área do "gigante" de bom bordo foi interditada. As equipes estão sendo informada do evento nas palestras de segurança que estão acontecendo. Foi também aberto um relatório de tratamento desta anomalia. A Petrobras está aguardando a melhoria das condições de tempo para realizar outras inspeções no local com segurança.

Trabalhadores da P-32 já tiveram problemas na estrutura da plataforma recentemente – Na última semana, os trabalhadores da P-32 encaminharam uma denúncia ao Sindipetro-NF, informando que tanto o elevador de carga, quanto o principal, da plataforma estavam apresentando problemas, sendo necessária a operação manual. Problemas similares também foram registrados recentemente em outras plataformas.

Para a diretoria do Sindipetro-NF todos esses problemas são evidências claras de uma política de sucateamento do governo golpista do Mishel Temer, implementada pelo Pedro Parente com o objetivo de privatizar a Petrobras,
mas que pode resultar numa grande tragédia na Bacia de Campos se nada for feito. Por isso, a direção do sindicato reafirma a necessidade de mobilização contra essa gestão Temer/Parente que para pagar a conta dos financiadores do golpe, Está assassinando trabalhadores da indústria do petróleo.

O sindicato orienta que os trabalhadores denunciem, caso outra plataforma apresente o mesmo problema ou situações adversas que possam gerar risco aos companheiros pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

[FUP] Sem qualquer debate com a FUP ou com os sindicatos, a Petrobras está reestruturando os efetivos das refinarias para reduzir ainda mais os quadros de trabalhadores. Novamente, a empresa descumpre a Cláusula 91 do Acordo Coletivo de Trabalho e a própria NR-20, que desde 2012 vem sendo desrespeitada. A afronta dos gestores é tamanha que já comunicaram a redução de mais de 15% do quadro de operadores da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Na Replan, a gerência também já anunciou que fechará 54 postos de trabalho da operação.

Se com a saída em massa de trabalhadores nos PIDVs, os riscos de acidentes se multiplicaram, imagine agora, com esses novos cortes nas áreas operacionais? Diante deste grave ataque à categoria, o Conselho Deliberativo da FUP realizou uma reunião extraordinária quinta-feira, 08, após o ato contra a privatização da Petrobrás, e indicou a aprovação de uma greve por tempo indeterminado em todas as unidades do refino, com data a ser anunciada pela FUP. As assembleias começam a partir desta sexta, 09.

Objetivo é privatizar

A reestruturação dos efetivos das refinarias é mais um grave reflexo do desmonte em curso na Petrobrás, cuja gestão temerária de Pedro Parente já anunciou a intenção de privatizar também essas unidades. A partir do Plano de Negócios construído por ele para o período 2017/21, com foco na redução e fatiamento da empresa, o governo Temer, mesmo sem a legitimidade das urnas, começou a escancarar todo o setor petróleo para as multinacionais. Mudanças estratégicas estão sendo preparadas pelo Ministério de Minas e Energia para desregulamentar os segmentos de refino, transporte, armazenamento e comercialização de derivados, assim como o E&P. O objetivo é reduzir o máximo possível a presença da Petrobrás, transferindo ativos para o setor privado e abrindo a infraestrutura e logística da empresa.

Para atrair os novos “sócios”, o pacote de privatizações e desmonte implica, necessariamente, em reduzir custos com funcionários, flexibilizar e cortar direitos e, principalmente, enxugar os quadros da companhia. É o que a gestão Pedro Parente está fazendo, ao tentar impor goela abaixo da categoria uma nova metodologia de definição de efetivos, atropelando a Cláusula 91 do ACT, que determina a negociação com os sindicatos e a FUP.

Por que a Petrobrás foge da negociação?

Desde a implantação da NR-20, em 2012, a FUP e seus sindicatos vêm cobrando sistematicamente a negociação de efetivos, em cumprimento à Norma e também à Cláusula 91. A Petrobrás vem fugindo de todos os debates. Quando, finalmente, aceitou realizar um Fórum de Efetivos foi para apresentar o PIDV, um pacote que já chegou pronto para cortar custos e encolher em mais de 20% os quadros da companhia. Dos 19.667 trabalhadores inscritos, 13.162 já deixaram a empresa e outros 6.505 estão previstos para saírem nos próximos meses.

Agora, mais uma vez, sem discutir com os sindicatos, a Petrobrás está implementando um estudo unilateral de efetivos, com base em uma metodologia norte-americana de hierarquização de tempos e tarefas que não condiz com os processos de operação em refinarias de petróleo. O objetivo é reduzir em até 25% os números mínimos, que já estão no limite e até mesmo abaixo do quadro necessário para garantir a segurança operacional.

Na reunião de Acompanhamento do Acordo Coletivo, realizada no último dia 07, a FUP criticou a falta de envolvimento do RH nesse processo, que está sendo conduzido unilateralmente pela diretoria e gerências executivas do ABAST, atropelando quem negocia e assina o Acordo Coletivo. Os petroleiros deixaram claro que lutarão o quanto for preciso para impedir esse grave ataque aos direitos da categoria.

Mobilização nacional dia 19

No próximo dia 19, durante reunião da Comissão de SMS, o alerta aos gestores será dado com uma grande mobilização da categoria em todo o Sistema Petrobrás. O que está em risco, além do futuro da empresa, é a vida do trabalhador.

É com pesar e indignação que a diretoria do SindipetroNF recebe a notícia de falecimento da segunda vítima do assassinato na NS-32, o trabalhador Jorge Luiz Daminão, de 44 anos.

Jorge foi mais uma vítima da explosão ocorrida, na manhã de ontem, 09, em uma caldeira na praça de máquinas do navio sonda NS-32 (Norbe VIII), afretado pela Odebrecht, que opera na bacia de campos. O vapor super aquecido da caldeira causou queimaduras no trabalhador que não conseguiu resistir às lesões e acabou falecendo. Além de Jorge, o fato também levou a morte o companheiro Ericson, e deixou os companheiros Eduardo e Fernando com ferimentos.

 Leia mais: GESTÃO PARENTE ASSASSINA TRABALHADOR EM NS-32

 O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, nesse momento difícil, reafirma que irá trabalhar com todas as forças para reverter esse quadro de insegurança crônica e deliberada que se instalou na empresa e no país com políticas que tratam o trabalhador e a trabalhadora como meros números e obstáculos ao lucro da elite brasileira e mundial.

 Por fim, o sindicato reitera seus pêsames a todos e todas familiares, parentes, amigos, colegas e conhecidos das duas vítimas, Jorge e Erickson, e reforça que o departamento de saúde, através da assistência social, está empenhada a acompanhar os casos de perto para, de alguma maneira, tentar ajudar àqueles que sentem mais essa perda para a classe trabalhadora brasileira.

O diretor Valdick de Oliveira já está embarcada compondo a comissão de análise do acidente garantida no Acordo Coletivo de Trabalho e em breve comunicares os próximos passos.

Lembramos também aos trabalhadores que qualquer denúncia pode ser passada no e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Sobre o acidente - Na manhã desta sexta-feira, 09, durante inspeção anual NR-13 a caldeira do navio sonda NS-32 (Norbe VIII), afretado pela Odebrecht, na Bacia de Campos, foi colocada em operação, em seguida ocorreu ruptura do tampo inferior liberando vapor e atingindo quatro trabalhadores. A causa da ruptura ainda está em investigação.

 

O Sindipetro-NF condena a gestão assassina do Pedro Parente pelo assassinato ocorrido nesta sexta-feira, 09, no navio sonda NS-32 (Norbe VIII), fretado pela Odebrecht, na Bacia de Campos, que além da morte do trabalhador Erickson Nascimento de Freitas, 29 anos, funcionário da empresa IMI, prestadora de serviço da Odebrecht Óleo e Gás (OOG), deixou em estado gravíssimo outros dois companheiros, e um quarto com ferimentos leves. O Sindicato lamenta o fato e deixa os sentimentos à família dos companheiros.

Para a diretoria do sindicato, esse caso, assim como outros ocorridos em unidades marítimas, não podem ser considerados acidentes, já que há um histórico, que mostra claramente como a terceirização dos serviços afeta negativamente aos trabalhadores.

Há anos, o Sindipetro-NF luta por melhores condições de trabalho para a categoria, mas infelizmente, fica cada vez mais difícil sensibilizar a gestão da Petrobras e demais empresas, que nesse momento mais do que nunca, são movidas a ganância capitalista e ao 'entreguismo' total do seu patrimônio. Inclusive, ontem, 08, foi realizado um ato, com o apoio de diversos movimentos, na porta da Petrobrás, no Rio de Janeiro, justamente em protesto a esse cenário de desmonte do estado e da petrolifera que o governo golpista insiste em manter, sem pensar nos trabalhadores.

Denunciamos ainda, a situação de hoje, em que vivemos um cenário de retrocesso, onde a Petrobras instalou o Programa de demissão voluntária, de forma totalmente irresponsável, deixando que as plataformas e as demais áreas operacionais da Petrobras trabalhem com um efetivo muito abaixo do ideal em termo de segurança. Além desse processo de reduzir em 25% a força de trabalho, temos o problema da redução dos investimentos em manutenção das unidades e capacitação dos trabalhador, deixando nossos companheiros cada vez mais expostos a riscos.

 O Sindipetro-NF acompanhará o caso de perto e indicou o diretor Valdik de Oliveira que embarcará  amanhã, 10, compondo a comissão de analise do acidente garantida no Acordo Coletivo de Trabalho.

 "Está claro para o Sindicato que uma tragédia como a que afundou a P-36  e matou 11 trabalhadores está a vista e nós não aceitaremos essa situação. Chamaremos assembleias para realizarmos as mobilizações nacionais com os demais sindicato." Afirma o coordenador geral do Sindipetro-NF Marcos Breda.

 Sobre o acidente - Na manhã desta sexta-feira, 09, ocorreu a explosão em uma caldeira na praça de máquinas do navio sonda NS-32 (Norbe VIII), afretado pela Odebrecht, na Bacia de Campos.

A explosão com vapor super aquecido, causou a morte de um trabalhador e queimaduras em outros três, aconteceu durante manutenção em uma caldeira, mas ainda não se sabe o que motivou o ocorrido. Não houve incêndio, mas as operações na plataforma foram interrompidas.

 

A diretoria do Sindipetro-NF reunida nesta terça-feira, 6, voltou a discutir a situação dos cedidos da Transpetro no UTGCAB. Os trabalhadores estão denunciando à entidade que devoluções de cedidos à Transpetro estão sendo realizadas e já totalizam cinco companheiros desde que a gestão da unidade retornou para a Petrobrás. A mais recente destas devoluções envolve trabalhador que está em regime especial.

 Para a diretoria da entidade que apurou o caso junto a UO-BC, gestora da parte do óleo em Cabiunas, onde trabalha o último trabalhador devolvido, ficou claro que há um projeto de devolução gradual dos cedidos que poderá prejudicar um grande número de trabalhadores. A situação requer um posicionamento claro da empresa sobre o futuro dos aproximadamente 450 cedidos da Transpetro no UTGCAB. Os trabalhadores que são devolvidos não têm posto de trabalho garantido na região e nem garantia de manter o seu regime original. Nesse caso não há qualquer desativação da unidade\atividade que justifique a retirada das pessoas da unidade.

O sindicato e os trabalhadores querem a incorporação dos cedidos da Transpetro à Petrobras, assunto que foi tema de reuniões que se seguiram a greve de 2015.

Na última quarta, 07, o Coordenador Geral do Sindipetro-NF, Marcos Breda, pautou a situação dos cedidos da Transpetro na reunião de acompanhamento de ACT, no Rio, e citou que um dos grandes entraves para tratar a situação dos cedidos no UTGCAB é exatamente o fato que naquela unidade há diversos RH´s envolvidos e estes estão sempre limitados a sua área de atuação. Ficou definido que o RH Coorporativo da Petrobras irá agendar reunião com todos os envolvidos para esclarecer e dar providências ao questionamento do sindicato.

Além disso, a diretoria do sindicato vai marcar um dia de luta pela incorporação dos trabalhadores da Transpetro do UTGCAB, com a realização de um ato no Rio de Janeiro para chamar a atenção dos gestores sobre a situação dos cedidos.

 Entenda o histórico -

O Sindipetro-NF e a FUP construíram a Pauta Brasil no ano de 2015 que culminou com uma greve nacional. O cenário antes do golpe, ainda no governo Dilma, era de implementação de um plano de desinvestimentos que foi divulgado como solução para os problemas da empresa. A FUP combateu frontalmente a ideia da Petrobras deixar de ser uma empresa integrada e a PAUTA BRASIL foi o motivo da greve na qual os petroleiros e petroleiras resistiram a um projeto de desmonte da Petrobras.

 O resultado foi o governo de então utilizar-se de várias estratégias levantadas pelo Grupo de Trabalho, que tinha como membros representantes dos trabalhadores e gestores da empresa. Conseguimos frear o programa de desinvestimentos, sendo que no caso da Gaspetro, mesmo que tenha sido anunciada, a venda foi impedida por uma ação jurídica. O golpe e o governo Temer intensificou os programas de venda de ativos de forma agressiva e com várias unidades já vendidas ou em negociações para a venda.

 Nas bases do Norte Fluminense, a greve se estendeu por mais uma semana, tendo entre os motivos a reivindicação de abrirem um canal de comunicação para tratar da incorporação dos trabalhadores da Transpetro de Cabiunas à Petrobrás e foi realizada, em janeiro de 2016, uma reunião entre os gestores da Petrobrás, Transpetro, SindipetroNF e dois convidados da base. Nesta reunião a Gerente de RH da Transpetro alegou que um parecer do  jurídico da empresa alertava que não era possível adotar a incorporação, fato  contestado pela assessoria jurídica do sindicato, que tem parecer favorável a incorporação

Após esta reunião, Coordenador do Sindipetro-BA, Devid Barcelar, então Conselheiro de Administração da Petrobrás, eleito pelos trabalhadores, conseguiu agendar reunião com o então Diretor da Gas & Energia, Hugo Repsold, que informou que a Petrobrás teria interesse de incorporar os trabalhadores, mas que a Transpetro se mostrou resistente e ofereceu a cessão. O sindicato relatou ao diretor que a assessoria jurídica do sindicato tinha um parecer que dá tranquilidade jurídica a Petrobras para incorporar os trabalhadores. O diretor solicitou uma cópia para responder, o que não aconteceu até hoje, mais de um ano depois.

O sindicato, desde aquela época, vinha alertando nas setoriais com os  trabalhadores da base de Cabiunas que as devoluções iriam acabar ocorrendo de forma gradativa e, de fato, o processo iniciou. Como sempre nenhum dos gestores envolvidos se compromete a escrever isso.

[Da Imprensa da FUP]

Petroleiros e movimentos sociais que participaram do ato desta quinta-feira, 08, no Rio de Janeiro, contra a privatização da Petrobrás protocolaram na Procuradoria da República uma representação de impedimento de Pedro Parente, exigindo sua saída da presidência da Petrobrás.

Acesse aqui a íntegra da representação

Além de denunciar as medidas de sua gestão contra os interesses da nação, o documento ressalta a ilegitimidade do governo que o indicou e a existência de conflito de interesses, já que Parente é sócio fundador da Prada Consultoria. Esse grupo de gestão financeira e empresarial é presidido por sua esposa e especializado em maximizar os lucros dos milionários brasileiros, entre eles os detentores das 20 maiores fortunas do país.

“Terão as 20 famílias-clientes do Representado renunciado publicamente a qualquer operação financeira relacionada, ainda que indiretamente, à Petrobrás?”, questiona a FUP em um dos trechos da representação.

Em novembro, matéria da FUP já denunciava as relações perigosas de Pedro Parente.

 



Quatro trabalhadores foram feridos nesta manhã por explosão em uma caldeira na praça de máquinas do navio sonda NS-32 (Norbe VIII), afretado pela Odebrecht, na Bacia de Campos. Três deles com queimaduras.

A explosão ocorreu às 7h48. As informações iniciais obtidas pelo Sindipetro-NF são de que dois dos trabalhadores feridos foram desembarcados pela aeronave de emergência. Os outros dois passam por avaliação médica a bordo da unidade.

Não houve incêndio, mas as operações na plataforma foram interrompidas. A explosão aconteceu durante manutenção em uma caldeira que não estava operando.

De acordo com o site Marine Traffic, no momento da explosão o NS-32 seguia, no Campo de Marlim, em direção ao Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). O Navio tem bandeira das Bahamas e foi construído em 2011.

O Sindipetro-NF ainda apura mais informações sobre o acidente. A entidade fez contato com a área de segurança da Petrobrás e aguarda resposta. Trabalhadores que tiverem mais informações podem enviá-las para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

[Do Nascente] Os petroleiros da Bacia de Campos têm assembleias, a partir de hoje, para eleição de delegados e delegadas ao 13º Congresso dos Petroleiros do Norte Fluminense. Nas plataformas e UMS, as assembleias começam nesta sexta e vão até o domingo. Nas bases de terra e sedes do sindicato, as assembleias acontecem de segunda a quarta.

[Modelo de Lista de Presença para Plataformas]

A escolha dos delegados e delegadas que representarão as bases e unidades marítimas é o primeiro passo da Campanha Reivindicatória. Eles é que terão a responsabilidade de discutir o cenário brasileiro, a conjuntura da Petrobrás, as estratégias de luta e propostas para a pauta de reivindicações que será entregue à companhia.

O 13º Congrenf será realizado na sede do Sindipetro-NF, em Macaé, entre os dias 26 e 28 de junho, e terá como tema "Diretas por direitos". Além de discutir a conjuntura nacional de cortes de direitos trabalhistas e previdenciários, assim como o desmonte da Petrobrás e do setor público brasileiro, o evento vai eleger delegados e delegadas ao Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros), que neste ano elege nova direção para a FUP em um momento crítico da vida nacional.

Participação da mulher

O Sindipetro-NF destaca que é importante estimular a participação das petroleiras nas assem-bleias e na ocupação de vagas de representação no Congresso. Pela primeira vez, haverá cota feminina (de 17%) na delegação ao Confup e na diretoria da FUP.

Base / Data / Hora / Nº del

Imbetiba (P.Camp.) / Segunda, 12 / 13h / 15

Parque de Tubos / Terça, / 13 / 13h / 06

Sede de Macaé / Terça, / 13 / 17h30 / 10

UTGCAB / Quarta, 14 / 7h / 07

Sede de Campos / Quarta, 14 / 10h / 10

Edinc / Quarta, 14 / 13h / 04

Plataformas e UMS: De sexta, 9, a domingo, 11, com retorno das atas até às 12h da segunda, 12. / Dois delegados por plataforma e um por UMS, todos com um suplente cada.

 

O mais influente partido em atuação no Brasil não é o maior em número de filiados e nem o mais popular. Nem mesmo é brasileiro. Sequer tem registro no TSE. Ainda assim tem centenas de deputados, dezenas de senadores e o presidente da República. Os estrategistas do partido estão passando por um momento difícil: monitoram o que é menos arriscado entre as opções de manter o Temer ou de tirar o Temer.

Trata-se do PGC, o Partido do Grande Capital, que nesta semana tentou se agarrar na figura de Henrique Meirelles para ensaiar alguma reação no Congresso para aprovar o seu pacote de corte de direitos. Eles precisam de “estabilidade” e “segurança jurídica” para continuarem a concentrar renda e subjugar os interesses nacionais aos seus interesses corporativos.

Quando, mesmo no governo Lula, não se sentiam tão ameaçados, pois mesmo em ambiente internacional de crise eles conseguiam, no Brasil, manter os seus lucros, o PGC mantinha a sua aliança com as urnas e com a democracia. Depois, em momento de escassez, mandaram às favas os escrúpulos formais e depuseram a presidenta Dilma Rousseff, na esperança de que o seu vice golpista, o entreguista Mishell, fosse colocar em prática o programa que não havia sido aprovado pelo povo no voto.

Não contavam com a fragilidade da ficha corrida de Temer. Ou até contavam, mas, fazer o que? É o que tinham para lançar mão. E levaram adiante a agenda de golpes, com as reformas trabalhistas e previdenciária, em parte aprovadas e em parte mergulhadas em uma corrida subterrânea por aprovação no submundo da mais conservadora composição legislativa da história recente do País.

Mas mesmo os regimes mais déspotas, mesmo os esquemas mais poderosos e oligopolistas, mesmo os donos de todo o dinheiro do mundo, não conseguem dominar ou comprar a todos o tempo todo. Carecem de legitimação e encontram resistência popular às suas políticas nocivas. Por isso monitoram a resiliência de Temer, estudam os passos seguintes, pactuam com a mídia a construção de um cenário de indicadores positivos na economia, mas, no fundo, temem a greve geral que está por vir e temem ainda, com mais intensidade, a realização de Diretas Já que poderão fazer voltar ao poder um Lula ainda mais à esquerda e mais cioso da sua missão histórica de preservação dos direitos sociais.

Os petroleiros da Baker/BJ têm assembleia na próxima segunda, 12, às 17h30 — em primeira convocação, com segunda convocação às 18h — na sede do Sindipetro-NF, em Macaé, para avaliar indicativo do sindicato de rejeição de proposta formalizada pela empresa na última quarta, 7.

Após mentir aos trabalhadores na última semana — ao afirmar que havia formalizado a proposta —, a empresa finalmente formalizou a sua proposta para os dois acordos (2016/17 e 2017/18). A Baker/BJ não repõe a inflação acumulada no período.

A Baker propõe reajuste de 7,5% para o ACT 2016/17 e de 4,58% para o ACT 2017/18, índices abaixo da inflação medida pelo ICV Dieese, causando perda de 0,42% aos trabalhadores.

Em reunião anterior à formalização da proposta nesta semana, os representantes da empresa deixaram a mesa de negociações, inconformados pelo fato de os representantes da FUP não indicarem a aceitação da proposta, e por esse motivo não a formalizaram. Além disso, incentivaram empregados, muitos deles com cargos de confiança, a irem ao sindicato para tentar pressionar a entidade pela aprovação — sem que eles soubessem que a proposta não havia sido formalizada.

O sindicato repudia o comportamento da Baker/BJ e reafirma a necessidade de os trabalhadores não aceitarem as perdas que a empresa quer impor e o desrespeito com que a categoria foi tratada.

 

Já está marcada a próxima grande mobilização organizada pela CUT e demais centrais sindicais. 20 de junho, 'Dia Nacional de Mobilização contra as reformas da Previdência e Trabalhista'. Segundo o secretário-geral nacional da CUT, Sérgio Nobre, a data será "um esquenta" rumo à Greve Geral do dia 30 contra os projetos de reforma que atacam os direitos de toda a classe trabalhadora.

 Além da luta contra as reformas da Previdência e Trabalhista, Sérgio Nobre destacou a importância das mobilizações do dia 20 e 30 de junho para recolocar "o Brasil nos trilhos": "A mobilização dos trabalhadores definirá o rumo do País. Se Temer fica ou não à frente desse governo ilegítimo ou, se ele caindo, teremos escolha democrática com participação do povo".

"O clima nas bases é de transformar junho num mês de resistência. Faremos assembleias nas portas de fábrica e participaremos do ato unificado no dia 20, o nosso Esquenta, porque percebemos que o sistema político está tentando operar com ou sem Temer e, por isso, temos de fazer luta pelo Fora Temer, contra as reformas e por Diretas Já, que nos permitirão não só resistirmos às reformas, mas também colocarmos o Brasil nos trilhos", disse Sérgio Nobre.

Como será o dia 20

O secretário-geral lembrou que a CUT e demais   centrais sindicais aprovaram o indicativo de 30 de junho como a data da próxima Greve Geral. A data será referendada por categorias em plenárias e assembleias estaduais.  A preparação começa imediatamente e o esquenta, com participação de todos os estados, está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã, e atos durante a tarde.

"Reina a expectativa diante do agravamento da crise no governo ilegítimo de Temer é de que o movimento supere a Greve Geral de 28 de abril", afirma Sérgio Nobre

O Sindipetro-NF participa na manhã desta quinta-feira, 08, de um ato, em frente a sede da Petrobras no Rio de Janeiro, contra a privatização da empresa e pela saída imediata de Pedro Parente e de toda a sua diretoria.

O movimento conta com o apoio da FUP e seus sindicatos, junto com a CUT, a CTB e movimentos sociais, como o MST, MAB, MPA, Levante da Juventude, entre outros.

 

Leia a convocatória do ato:

 

EM DEFESA DA PETROBRÁS, FORA PARENTE!

 

Mesmo com o governo Temer se desmantelando em meio a denúncias graves de corrupção, o desmonte da Petrobrás segue a pleno vapor. Se antes, os golpistas já não tinham legitimidade para venderem a preço vil os ativos da empresa, agora menos ainda. Por isso, os petroleiros exigem a saída imediata de Pedro Parente do comando da estatal e a anulação de todas as medidas de sua gestão.

 

Para unificar forças nessa luta, a FUP e seus sindicatos filiados realizam um importante ato político nesta quinta-feira, 08 de junho, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, contra a privatização da empresa. Convocamos os trabalhadores, estudantes, movimentos sociais, lideranças políticas e todas as frentes populares de luta para se somarem a essa mobilização em defesa da soberania nacional. Não vamos deixar que destruam a mais importante estatal brasileira.

 PRIVATIZAÇÃO

 Sob o comando de Pedro Parente, o patrimônio da Petrobrás está migrando aceleradamente para grupos privados, principalmente as multinacionais. Seus maiores concorrentes estão se apropriando dos nossos campos de petróleo e gás, das sondas de perfuração, das nossas empresas de distribuição de derivados, como a Liquigás e a BR, dos terminais e redes de gasodutos, como a NTS, responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, além de usinas de biodiesel, petroquímicas, termoelétricas e já miram também nas nossas refinarias, que entraram na lista de privatização.

 DESEMPREGO

 Desde que assumiu a presidência da Petrobrás pelas mãos de um governo corrupto e golpista, Pedro Parente já cortou cerca de 55 mil postos de trabalho. Mais de 40 mil trabalhadores terceirizados foram demitidos e outros 13.270 empregados próprios deixaram a companhia, através de planos de desligamentos. Os setores que dependem diretamente dos investimentos da petrolífera brasileira, como a indústria naval e de equipamentos, também amargam demissões em massa. Só os estaleiros já demitiram mais de 50 mil trabalhadores diretos.

 PERDA DE SOBERANIA

 Uma das primeiras ações do Congresso Nacional, logo após a aprovação do golpe, foi mudar as regras de exploração do Pré-Sal, tirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a sua participação mínima de 30% nos campos licitados. O objetivo era deixar o caminho livre para que as multinacionais se apoderem das maiores e mais promissoras reservas de petróleo da atualidade. Pedro Parente foi um árduo defensor dessas medidas.

 Não é à toa, que o governo Temer já anunciou a realização de nove rodadas de leilão até 2019, começando este ano, com a entrega de oito grandes campos do Pré-Sal. Além disso, os golpistas praticamente dizimaram a política de conteúdo local, acabando com o protagonismo da indústria nacional na cadeia de óleo e gás. Mais uma ação que vai contra os interesses nacionais e que teve participação direta de Pedro Parente.

 Seja nas ruas ou nos locais de trabalho, SÓ A LUTA NOS GARANTE!

 

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