Na manhã desta quarta-feira, 07, o Sindipetro-NF elegeu, através de votação unânime, 18 delegados e delegadas para contribuírem com o Congresso da Confederação Nacional do Ramo Químico.

A audiência, que deveria ter ocorrido nesta terça-feira,06, referente a  ação de descumprimento do ACT, que não prevê o total de horas trabalhadas (THM) de 360 adotada pela Petrobras após ter obtido uma liminar no processo de Repouso Remunerado (RSR), foi adiada por ausência da Juíza. A nova data está prevista para o dia 11 de dezembro.

Vale lembrar que existe também um pedido para derrubar a decisão concedida no TRT-1 que aguarda pauta para julgamento no TST.

O Sindipetro-NF está fazendo um levantamento das ações que envolvem o processo e até o final do dia dará um parecer geral aos trabalhadores.

           

            

[CUT] Com 14 votos a favor - 11 foram contra - os senadores governistas que compõem a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovaram, no final da tarde desta terça-feira (06), o relatório da Reforma Trabalhista do relator Ricardo Ferraço (PSDB/ES), que não fez nenhuma alteração no texto aprovado por unanimidade pela bancada comandada pelo governo de Michael Temer (PMDB) na Câmara dos Deputados.

A sessão ininterrupta, que teve início às 10h, foi marcada pela aguerrida defesa da bancada de oposição, que comprovou, com argumentos, dados e números, que se essa reforma passar será o fim do emprego formal em todo o Brasil.

Para o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, que acompanhou de Brasília toda a movimentação, o governo quer votar de qualquer jeito essa reforma, acelerando o fim da CLT e dos diretos da classe trabalhadora.

Freitas reforçou que a CUT está tentando convencer os senadores a não fazerem isso.

"Estamos falado com os parlamentares da base do governo, dizendo, inclusive, que temos uma greve marcada para o fim do mês para evitar que essa barbárie contra os direitos aconteça", afirmou.

Para o dirigente, o mais importante a fazer agora é "ocupar as ruas, o chão de fábrica e iniciar imediatamente a preparação para a próxima greve".

Para Vagner, "só isso pode fazer com que os trabalhadores não percam seus direitos". E completou: "o que está acontecendo aqui é mais uma burla dos direitos. Se essa proposta passar vai ser o fim das férias, do 13º salário, do emprego formal e a institucionalização do bico. A executiva da CUT está aqui para garantir que isso não aconteça.

O PLC 38/2017 ainda vai passar pelas comissões de Constituição e Justiça e Assuntos Sociais antes de ir a plenário na votação final.

Os petroleiros da Bacia de Campos têm assembleias nas plataformas da sexta, 9, ao domingo, 11, para eleição de delegados e delegadas ao 13º Congresso dos Petroleiros do Norte Fluminense, com retorno das atas até às 12h da segunda, 12.

Cada plataforma terá duas vagas no Congresso. A assembleia pode eleger dois titulares e dois suplentes para essas vagas de delegado ou delegada. Para as UMS, a representação será de uma vaga por unidade, podendo eleger um titular e um suplente.

As assembleias para eleição de delegados e delegadas das bases de terra serão realizadas na próxima semana. O calendário será divulgado amanhã.

O 13º Congrenf será realizado na sede do Sindipetro-NF, em Macaé, entre os dias 26 e 28 de junho, e terá como tema "Diretas por direitos".

Além de discutir a conjuntura nacional de cortes de direitos trabalhistas e previdenciários, assim como o desmonte da Petrobrás e do setor público brasileiro, o evento vai eleger delegados e delegadas ao Confup (Congresso da Federação Única dos Petroleiros).

Incentivo à participação de mulheres

O Sindipetro-NF destaca que é importante estimular a participação das petroleiras nas assembleias e na ocupação de vagas de representação no Congresso. Pela primeira vez, haverá cota feminina (de 17%) na delegação ao Confup e na diretoria da FUP.

 

 

[FUP] A FUP e seus sindicatos, junto com a CUT, a CTB e movimentos sociais, como o MST, MAB, MPA, Levante da Juventude, entre outros, realizam na quinta-feira, dia 08, um grande ato político, a partir das 07 horas, em frente à sede da Petrobrás, na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro. A mobilização será contra a privatização da empresa e pela saída imediata de Pedro Parente e de toda a sua diretoria. Estão sendo esperadas caravanas com petroleiros de vários estados do país.

Leia a convocatória do ato:

EM DEFESA DA PETROBRÁS, FORA PARENTE!

Mesmo com o governo Temer se desmantelando em meio a denúncias graves de corrupção, o desmonte da Petrobrás segue a pleno vapor. Se antes, os golpistas já não tinham legitimidade para venderem a preço vil os ativos da empresa, agora menos ainda. Por isso, os petroleiros exigem a saída imediata de Pedro Parente do comando da estatal e a anulação de todas as medidas de sua gestão. 

Para unificar forças nessa luta, a FUP e seus sindicatos filiados realizam um importante ato político nesta quinta-feira, 08 de junho, em frente à sede da Petrobrás, no Rio de Janeiro, contra a privatização da empresa. Convocamos os trabalhadores, estudantes, movimentos sociais, lideranças políticas e todas as frentes populares de luta para se somarem a essa mobilização em defesa da soberania nacional. Não vamos deixar que destruam a mais importante estatal brasileira.

PRIVATIZAÇÃO

Sob o comando de Pedro Parente, o patrimônio da Petrobrás está migrando aceleradamente para grupos privados, principalmente as multinacionais. Seus maiores concorrentes estão se apropriando dos nossos campos de petróleo e gás, das sondas de perfuração, das nossas empresas de distribuição de derivados, como a Liquigás e a BR, dos terminais e redes de gasodutos, como a NTS, responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, além de usinas de biodiesel, petroquímicas, termoelétricas e já miram também nas nossas refinarias, que entraram na lista de privatização.

DESEMPREGO

Desde que assumiu a presidência da Petrobrás pelas mãos de um governo corrupto e golpista, Pedro Parente já cortou cerca de 55 mil postos de trabalho. Mais de 40 mil trabalhadores terceirizados foram demitidos e outros 13.270 empregados próprios deixaram a companhia, através de planos de desligamentos. Os setores que dependem diretamente dos investimentos da petrolífera brasileira, como a indústria naval e de equipamentos, também amargam demissões em massa. Só os estaleiros já demitiram mais de 50 mil trabalhadores diretos.

PERDA DE SOBERANIA

Uma das primeiras ações do Congresso Nacional, logo após a aprovação do golpe, foi mudar as regras de exploração do Pré-Sal, tirando da Petrobrás a função de operadora única e acabando com a sua participação mínima de 30% nos campos licitados. O objetivo era deixar o caminho livre para que as multinacionais se apoderem das maiores e mais promissoras reservas de petróleo da atualidade. Pedro Parente foi um árduo defensor dessas medidas.

Não é à toa, que o governo Temer já anunciou a realização de nove rodadas de leilão até 2019, começando este ano, com a entrega de oito grandes campos do Pré-Sal. Além disso, os golpistas praticamente dizimaram a política de conteúdo local, acabando com o protagonismo da indústria nacional na cadeia de óleo e gás. Mais uma ação que vai contra os interesses nacionais e que teve participação direta de Pedro Parente.

Seja nas ruas ou nos locais de trabalho, SÓ A LUTA NOS GARANTE!

08 de junho, a partir das 07 horas, junte-se a nós, neste grande ato contra a privatização da Petrobrás. Concentração em frente à sede da empresa, na Avenida Chile, no Rio de Janeiro

#ForaParente #PetrobrasNãoSeEntrega 

Nesta terça-feira, 06, os diretores do Sindipetro-NF participam de uma reunião ordinária, na sede de Macaé, convocada pela diretoria colegiada.

O encontro, que acontece durante todo o dia visa definir estratégias e agendas de luta que estão previstas para o mês de junho, incluindo o ato da próxima quinta-feira, 08, contra a privatização da Petrobras e a Greve Geral no dia 30 deste mês.

A reunião também coloca em pauta algumas demandas da categoria, incluindo do setor privado, como por exemplo,  as definições do acordo coletivo da Baker.

[CUT] O agravamento da crise política e econômica deteriorou mais o quadro de crise institucional no Brasil. As delações de um influente empresário, revelando a promíscua relação entre os interesses do mercado e o golpe de Estado, motivou a criação de uma frente nacional de resistência, composta por centrais sindicais, frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, movimentos sociais, partidos e organizações da sociedade civil.

O principal objetivo desse encontro histórico é unificar uma agenda e organizar uma campanha para conclamar Diretas Já a partir da derrocada de Temer.

Para o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, um dos proponentes da frente ampla, a mobilização da sociedade civil brasileira é fundamental para forçar a retomada da democracia no país. "A alternativa de trocar Temer por eleições indiretas é mais ilegítima ainda e não podemos deixar essa anomalia acontecer", destacou o dirigente. Para Freitas o alto índice de desemprego e a divulgação dos últimos números econômicos não deixam dúvidas que só a volta da democracia por eleições diretas, com o povo votando, pode fazer o país voltar a crescer, "não só a economia e o emprego precisam ser retomados, mas a esperança de todo o povo brasileiro", avaliou.

Para o secretário executivo da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB, Carlos Moura, não se pode tentar mudar o estatuto jurídico de um país sem que a população seja ouvida, "Diretas Já significa combater o neoliberalismo em um só palanque onde todas as forças e instituições progressistas lutarão pela democracia e por garantias de mais direitos aos povos originários, superação ao racismo e preconceitos", avaliou. E concluiu: "a CNBB comparece a esse plenário para se solidarizar e prestar apoio a essa reivindicação que é de todo o povo brasileiro e aqui estamos selando um compromisso que as ideias São compiladas que possamos derrubar o ilegítimo que comanda o Executivo Federal."

Recém-eleita presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) lembrou que foi decidido no 6 congresso do partido que nenhum parlamentar deverá participar de um colégio eleitoral para votação indireta, caso seja dado esse desfecho no Congresso Nacional. "O que vier de eleição indireta com certeza será no sentido de ser a favor dessas reformas e contra a classe trabalhadora". Ela reforçou, ainda, que a bancada de oposição no Senado fará o possível para não votar a reforma trabalhista prevista para acontecer na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nesta terça-feira (06). "Os governistas pretendem romper com o combinado e adiantar os trâmites dentro das comissões para levar a matéria a plenário antes do previsto", criticou a senadora.

Guilherme Boulos, coordenador da Frente Povo sem Medo e líder do MTST avalia que a unificação de um campo democrático para além das esquerdas e das Frentes pode dar outro rumo ao atual cenário. "Dentro desse espírito chamamos essa ampla composição da sociedade civil no intuito de construir uma unidade para a saída da crise".

Vagner Freitas encerrou a reunião apresentado a nova pesquisa CUT-Vox Populli, divulgada hoje (05), que aponta que 89% querem escolher um novo presidente e 85% dos brasileiros querem que o TSE casse Temer.


Veja a seguir a íntegra da nota divulgada pelas organizações: 
 

NOTA
Frente Ampla Nacional pelas Diretas Já

O Brasil atravessa uma grave crise política, econômica, social e institucional. Michel Temer não reúne as condições nem a legitimidade para seguir na presidência da República. A saída desta crise depende fundamentalmente da participação do povo nas ruas e nas urnas. Só a eleição direta, portanto a soberania popular, é capaz de restabelecer legitimidade ao sistema político.

A manutenção de Temer ou sua substituição sem o voto popular significa a continuidade da crise e dos ataques aos direitos, hoje materializados na tentativa de acabar com a aposentadoria, os direitos trabalhistas e as políticas públicas, além de outras medidas que atentam contra a soberania nacional.

As diversas manifestações envolvendo movimentos sociais, artistas, intelectuais, juristas, estudantes e jovens, religiosos, partidos, centrais sindicais, mulheres, população negra e LGBTs demonstram a vontade do povo em definir o rumo do país.

Por isso, conclamamos toda a sociedade brasileira a se mobilizar, tomar as ruas e as praças para gritar bem alto e forte: Fora temer! Diretas já! E Nenhum direito a menos! O que está em jogo não é apenas o fim de um governo ilegítimo, mas sim a construção de um Brasil livre, soberano, justo e democrático.

Assinam:

Frente Brasil Popular – FBP
Frente Povo Sem Medo – FPSM
Centra Única dos Trabalhadores – CUT
Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – ABONG
Associação das Mulheres Brasileira - AMB
Associação Latino-americana de Juízes do Trabalho - ALTJ
Associação Nacional de Pós Graduandos - ANPG
Brigadas Populares
Central dos Movimentos Populares - CMP
Central dos Sindicatos Brasileiros - CSB
Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB
Central Pública
Centro de Atendimento Multiprofissional - CAMP
Coletivo Quem Luta Educa/MG
Comissão Brasileira de Justiça e Paz da CNBB - CBJP
Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio - CNTC
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino – CONTEE
Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos - CNTM
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura - CONTAG
Conferência dos Religiosos do Brasil - CRB
Conselho Federal de Economia - CONFECON
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - CONIC
FASE Nacional
Fora do Eixo / Mídia Ninja
Fórum de Lutas 29 de abril/PR
Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito
Frente de Juristas pela Democracia
Instituto de Estudos Socioeconômicos – INESC
Central Intersindical - INTERSINDICAL
Juntos
Koinonia
Levante Popular da Juventude
Marcha Mundial das Mulheres - MMM
Movimento Camponês Popular - MCP
Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MST
Movimento dos Trabalhadores Sem Teto - MTST
Movimento Humanos Direitos - MHUD
Movimento Nacional contra a Corrupção e pela Democracia - MNCCD
Movimento pela Soberania Popular na Mineração - MAM
Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista – MAIS
Partido Comunista do Brasil – PC do B
Partido dos Trabalhadores – PT
Partido Socialismo e Liberdade – PSOL
Partido Socialista Brasileiro – PSB
Pastoral Popular Luterana
Rede Ecumênica da Juventude - REJU
Rua Juventude Anticapitalista - RUA
Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo
União Brasileira de Mulheres - UBM
União da Juventude Socialista – UJS
União Geral dos Trabalhadores – UGT
União Nacional dos Estudantes - UNE

Em audiência de conciliação entre o Sindipetro-NF e a Halliburton, na tarde dessa segunda, 5, a empresa se comprometeu com a retomada da compra de folgas e estabilidade no emprego por noventa dias. Os trabalhadores decidiram suspender a greve iniciada no dia 25, até uma solução final. Durante esse prazo de noventa dias o sindicato e a empresa irão  negociar uma forma de resolver definitivamente o pagamento da folgas acumuladas.
Nesta segunda, 5, em assembleia convocada pelo sindicato na sede da entidade, os trabalhadores do setor de WP da Halliburton, além de suspenderem a greve, mantiveram o estado de greve e a assembleia permanente.
O sindicato vai protocolar documento que informa o retorno ao trabalho a partir desta terça, 6.
O entidade parabeniza todos os grevistas que realizaram o movimento até aqui e considera vitoriosa a greve construída pelos trabalhadores em conjunto com o sindicato.

Pela primeira vez, a Petros vai realizar um debate entre os candidatos aos conselhos Deliberativo e Fiscal. A ideia é tornar o processo mais democrático.

As seis chapas, que disputam uma vaga de representante dos participantes ativos no Conselho Deliberativo e as três, que concorrem ao Conselho Fiscal responderão sobre os três temas mais indicados pelos participantes. Quem quiser opinar poderá enviar os temas sobre os quais quer conhecer as propostas de trabalho dos candidatos para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , com a palavra “Eleições” no campo assunto e completando as frases abaixo, até hoje, 05.

O debate será dividido em quatro blocos. No primeiro, cada candidato vai se apresentar. No segundo, eles comentarão os três temas escolhidos pelos participantes, indicando como atuarão em cada um deles. No terceiro, um concorrente faz uma pergunta para outro. No último bloco, serão apresentadas as considerações finais. Os debates serão gravados nesta quarta-feira, 07, e exibidos no Portal Petros a partir da semana seguinte.

 Sobre as eleições -  A votação que definirá a dupla de titular e suplente para cada conselho, ambas com mandato de quatro anos, será realizada no período de 12 a 26 junho, todos os participantes ativos e assistidos da Petros poderão votar pela internet, no Portal Petros, ou por telefone. Pelo portal, basta acessar a Área do Participante, com login e senha, clicar no banner das eleições e confirmar o voto, fornecendo CPF ou data de nascimento. Quem preferir fazer a escolha por telefone (0800 602 7550) terá que usar uma senha específica, que será encaminhada pela Fundação por e-mail ou pelos Correios para o endereço que consta no cadastro dos participantes.

As duplas apoiadas pela FUP e por seus sindicatos,incluindo o Sindipetro-NF, assim como pelo Conselho Nacional de Aposentados e Pensionistas, são a de número 47 - que disputa a vaga do Conselho Deliberativo, com os petroleiros Rafael Crespo (NF) e André Araújo (BA) - e a de número 51, que concorre ao Conselho Fiscal, com os petroleiros Arthur Ferrari (RJ) e Fernando Maia (RS).

[CUT] A eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros começa dia 12 e é importante que os petroleiros conheçam, passo a passo, como votar. Todos os participantes da ativa, aposentados e pensionistas podem e devem escolher seus representantes, pois o que está em jogo é o presente e o futuro do fundo de pensão da categoria. 

A votação poderá ser pela internet, no Portal Petros, ou por telefone. Será eleita uma dupla de titular e suplente para cada um dos Conselhos, com mandato de quatro anos. 

Ao todo, seis chapas disputam a vaga do Conselho Deliberativo e outras três pleiteiam a cadeira do Conselho Fiscal. As duplas apoiadas pela FUP e por seus sindicatos, assim como pelo Conselho Nacional de Aposentados e Pensionistas, são a de número 47 - que disputa a vaga do Conselho Deliberativo, com os petroleiros Rafael Crespo (NF) e André Araújo (BA) - e a de número 51, que concorre ao Conselho Fiscal, com os petroleiros Arthur Ferrari (RJ) e Fernando Maia (RS).

Votar é fácil e rápido

Os participarnte e assistidos da Petros votarão em apenas uma dupla para cada Conselho, independentemente do número de planos em que estiverem inscritos.

Se escolher votar pela internet, através do portal da Petros, basta acessar a Área do Participante, com login e senha, clicar no banner das eleições e confirmar o voto, fornecendo CPF ou data de nascimento.

Quem preferir votar por telefone, será disponível ligação gratuita pela 0800 602 7550. O participante precisará de uma senha específica que será encaminhada pela Petros por e-mail ou pelos Correios para o endereço que consta em seu cadastro.

O processo eleitoral será acompanhado e certificado por empresa especializada em segurança da informação. A apuração dos votos começará meia hora após o encerramento da votação e será acompanhada por fiscais indicados pelos candidatos. O resultado deve ser divulgado uma hora após o fim da votação.

A eleição começa dia 12 e prossegue até 26 de junho.

 

Candidatos apoiados pela FUP

Conselho Deliberativo – dupla 47

Rafael Crespo, funcionário da Petrobrás lotado em Macaé desde 2006, sempre atuando na área de fiscalização e auditoria de contratos. Além de ter diversas especializações na área da previdência complementar, como governança corporativa, Comunicação, Investimentos e Gestão baseada em riscos, controles internos e auditoria, conta também com certificação pelo ICSS (Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social). Aos 30 anos de idade, traz em seu currículo ampla experiência em negociações corporativas, sempre atuando em defesa dos petroleiros, tanto dentro da corporação, quanto no âmbito institucional. 

André Araújo, 40 anos, é bacharel em Direito, advogado inscrito na OAB-BA, pós-graduando em Direito Civil e atualmente cursando Ciências Sociais na UFBA. Ingressou na Petrobras em 2004 como Inspetor de Segurança Interna. Em 2011 iniciou seu primeiro mandato na direção do Sindicato dos Petroleiros do Estado da Bahia, onde assumiu o Setor Jurídico e em seguida o Setor Financeiro. Participou do Curso de Previdência Complementar ministrado pela AEPET e tem buscado especialização na área de Direito Previdenciário objetivando melhorar a atuação em defesa dos direitos dos participantes da Petros. 

 Conselho Fiscal – dupla 51 

Arthur Ferrari é Técnico de Suprimentos de Bens & Serviços Sênior da Petrobrás, onde está há 34 anos. Graduado em Administração de Empresas em 1996, tem também formações em Consultant Material Management SAP certificate ID1709905 2003, Pós-Graduação em Engenharia e Gestão de Processos de Negócios 9UFRJ/COPPE2008), MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria (FGV/RJ, 2010). Na Petrobrás, já atuou como eletricista embarcado na UN-BC e TABG durante 10 anos e foi também consultor e coordenador de inúmeros projetos de implantação de sistemas integrados de negócio no Brasil e no exterior durante 22 anos. Tem 894 horas de docência na UP-RJ e PESA-AR. Orgulho de ser Petrobrás. 

Maia é técnico em Química, formado na Escola Técnica Federal de Pelotas (RS) e Tecnólogo em Gestão Financeira e Extensão em Previdência Complementar, na Universidade Positivo – Curitiba/PR. Ingressou na Petrobrás em 1988, como Técnico de Operação. Foi representante eleito pelos trabalhadores para o Conselho de Administração da Refap S.A. no período da reincorporação à Petrobrás, após a desastrosa política de privatização de FHC. Atualmente, é presidente do Sindipetro-RS, em seu terceiro mandato, tendo sido também Diretor Financeiro entre 2005 e 2008. É ainda diretor da FUP desde 2014. 

 

 

 

 

 

 

 

[CUT] A CUT e as demais centrais sindicais se reuniram na manhã desta segunda-feira (5) e indicaram 30 de junho como a data da próxima Greve Geral, que será referendada por categorias em plenárias e assembleias estaduais. 

A preparação começa imediatamente e o esquenta da Greve Geral com participação de todos os estados está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã e atos durante a tarde.

A expectativa diante do agravamento da crise no governo do ilegítimo Michel Temer (PMDB) é de que o movimento supere a Greve Geral do dia 28 de abril, aponta o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

“Primeiro as categorias devem referendar o dia 30. E o dia 20 será a preparação para o dia da Greve Geral, um grande dia nacional de mobilização, protesto, com ações em todas as capitais, assembleia nas portas de fábrica, paralisação de lojas, bancos, comércios, enfim, uma grande manifestação criando condições para a Greve Geral do dia 30”, afirma.

Além da luta contra as reformas trabalhista e previdenciária, Nobre ressalta que as mobilizações ganham o 'Fora Temer' como ingrediente importante ao lado da bandeira por Diretas Já. O dirigente indica, contudo, que a agenda pode mudar de acordo com a conjuntura política.

"Se o Congresso Nacional, mesmo com tudo que temos feito, resolver antecipar a votação das reformas, vamos antecipar também as mobilizações. Não vamos permitir que votem contra a vontade do povo brasileiro. A classe trabalhadora irá reagir", sinaliza. 

Também presente no encontro, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, disse que a articulação da categoria para integrar os protestos já começa a ser planejada.

"A mobilização dos trabalhadores definirá o rumo do país, se Temer fica e se, caindo, teremos escolha democrática com participação do povo. O clima nas bases é de transformar esse mês de junho num período de resistência. Faremos assembleias nas portas de fábrica e participaremos do ato unificado no dia 20 porque percebemos que o sistema político está tentando operar com ou sem Temer e, por isso, temos de fazer luta pelo Fora Temer, contra as reformas e  por Diretas Já que nos permitirão não só resistirmos às reformas, mas também colocarmos o Brasil nos trilhos", afirma. 

Leia, abaixo, a nota na íntegra.

Unidade e luta em defesa dos direitos

As centrais sindicais, (CUT, UGT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CSB e A Pública- Central do Servidor), convocam todas as suas bases para o calendário de luta e indicam uma nova GREVE GERAL dia 30 de junho.

As centrais sindicais irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer.

Dentro do calendário de luta, as centrais também convocam para o dia 20 de junho – O Esquenta Greve Geral, um dia de mobilização nacional pela convocação da greve geral.

Ficou definido também a produção de jornal unificado para a ampla mobilização da sociedade. E ficou agendada nova reunião para organização da greve geral para o dia 07 de junho de 2017, às 10h na sede do DIEESE.

Agenda

- 06 a 23 de junho: Convocação de plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, para a construção da GREVE GERAL.

- Dia 20 de junho: Esquenta greve geral com atos e panfletagens das centrais sindicais;

- 30 de junho: GREVE GERAL.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Pública - Central do Servidor
UGT – União Geral dos Trabalhadores

Da Imprensa da CUT - Mais de 100 mil pessoas compareceram ontem ao ato SP pelas Diretas Já, no Largo da Batata, zona oeste da capital paulista. O ato convocado por artistas, ativistas da mídia independente e apoiado por movimentos sociais reuniu em um mesmo palco debate político, cidadania, música e poesia. Foram cerca de 7 horas de shows com presenças de importantes nomes do cenário cultural brasileiro, como o músico Mano Brown, que encerrou a noite, os rappers Criolo e Rael, a atriz e poeta Elisa Lucinda, entre outros.

Os artistas que passaram pelo palco defenderam as pautas centrais: queda do presidente Michel Temer (PMDB) e convocação de eleições diretas. Também não faltaram críticas à agenda política de Temer, com suas propostas de reformas, como a trabalhista e da Previdência, que de acordo com os presentes "atacam direitos" e representam um retrocesso na cidadania brasileira.

"O que está acontecendo agora é algo extraordinariamente interessante em um sentido de consciência ampliada do que significa votar e o que significa neste momento pedir por diretas já. Estamos falando da verdadeira reforma política no Brasil", disse o ator Osmar Prado. "O ato de hoje representa o quanto há uma insatisfação. Neste sentido os artistas podem colaborar falando, cantando e usando sua imagem à favor daquilo que eles acreditam", ressaltou a atriz Mel Lisboa.

Mano Brown disse que a participação de artistas populares tem um peso importante no movimento pela democratização. "Os artistas têm acesso ao povo. Às vezes o artista comunica muito mais do que os políticos através da música. A classe artística tem muito tempo que está envolvida na política."

"Muita juventude, muita gente bonita, muita gente acreditando que na ruas é possível mandar o governo Temer para onde ele deve ir: o arquivo morto da história", disse a deputada federal Luiza Erundina (Psol-SP). Ela estava na praça, junto com os demais manifestantes que querem a volta da democracia e do direito de decidir. Ali no chão da praça também estavam outros políticos como os vereadores Eduardo Suplicy (PT) e Sâmia Bonfim (Psol), os deputados federais Paulo Teixeira (PT-SP) e Ivan Valente (Psol-SP) e o deputado estadual Carlos Gianazzi (Psol).

[Foto: Coletivo Diretas Já - O músico Mano Brown encerrou o ato em São Paulo]

 

 

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