No próximo dia 27 de setembro acontece a 14ª Rodada de Licitações da Agência Nacional de Petróleo para exploração do patrimônio. Nessa mesma data, às 18h, o programa Cafeína de O Cafezinho terá a participação do Coordenador da FUP, José Maria Ferreira Rangel. Com o tema "Defender as estatais é defender o Brasil", o programa poderá ser assistido em www.facebook.com/ocafezinho

Leilão

No Leilão da ANP serão ofertados 287 blocos nas bacias marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas e nas bacias terrestres do Parnaíba, Paraná, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo, totalizando uma área de 122.622,40 km².

 

Com a realização de assembleias pelos trabalhadores de P-09 e P-15, a Bacia de Campos chega ao número de 40 plataformas aprovando os indicativos da FUP, além do Terminal de Cabiúnas e das bases de terra. O resultado mostra unidade de categoria que precisa estar coesa para lutar pela garantia de seus direitos.

Veja quadro das assembleias com 40 plataformas:

1 - Apr.  Termo Aditivo
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 148 0 0
Campos 75 0 0
Edinc 20 0 1
Imbetiba 79 0 0
PT 29 0 0
PCE-1  22 1 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 34 0 0
PPG-1  25 1 0
PNA-1  25 1 0
PNA-2  19 0 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  21 0 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09  24 0 0
P-12  7 0 0
P-15  13 0 0
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  23 0 0
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  18 0 0
P-51 13 0 0
P-52  29 0 0
P-53  28 3 0
P-54  24 0 0
P-55 21 0 0
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1243 6 1

 

 

02 - Desconto Assistencial
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 35 9
Campos 71 3 1
Edinc 20 0 1
Imbetiba 66 4 9
PT 22 5 2
PCE-1  22 1 0
PGP-1  18 0 1
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  14 12 0
PNA-1  19 6 1
PNA-2  10 9 0
PCH-1  19 1 1
PCH-2  4 17 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  3 6 1
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  9 4 0
P-08  4 24 0
P-09  22 2 0
P-12  4 3 0
P-15  13 0 0
P-18  32 1 0
P-19  24 2 1
P-20  19 3 0
P-25  9 14 0
P-26  1 16 1
P-31  26 0 0
P-32  14 10 0
P-33  22 3 0
P-35  17 0 1
P-37  16 9 7
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  29 1 0
P-47  17 3 1
P-48  29 3 0
P-50  18 0 0
P-51 3 10 0
P-52  28 0 1
P-53  0 30 1
P-54  24 0 0
P-55 19 2 0
P-56 28 0 0
P-61 16 3 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  7 5 0
Total 963 248 39

 

03 - Apr. Estado Assembleia permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 144 0 4
Campos 75 0 0
Edinc 21 0 0
Imbetiba 78 0 1
PT 29 0 0
PCE-1  23 0 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  26 0 0
PNA-1  25 0 1
PNA-2  18 1 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  20 1 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09  24 0 0
P-12  7 0 0
P-15  13 0 0
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  21 0 2
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  17 0 1
P-51 12 1 0
P-52  29 0 0
P-53  30 1 0
P-54  24 0 0
P-55 21 0 0
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1236 5 9

 

 

 

 

 

Para denunciar a privatização e desmonte das empresas estatais e dos serviços públicos, trabalhadores e representantes de entidades das mais diversas categorias e segmentos sociais realizam no próximo dia 03 de outubro um grande ato no Rio de Janeiro, em defesa da soberania nacional. Nesta data, a Petrobrás, principal empresa do país, completará 64 anos de existência e resistência à sanha dos entreguistas.

A mobilização faz parte do calendário de lutas que a FUP e seus sindicatos estão submetendo às assembleias para apreciação dos petroleiros, junto com o indicativo de rejeição da contraproposta apresentada pelos gestores da Petrobrás e subsidiárias, com uma série de ataques aos direitos da categoria. Além do ato nacional no Rio de Janeiro, os petroleiros farão no dia 03 de outubro mobilizações regionais contra as privatizações que colocam em xeque a soberania nacional.

Defender o patrimônio público é defender o Brasil

O centro do Rio de Janeiro irá parar no dia 03 de outubro, com uma grande manifestação nacional em defesa do Estado brasileiro e do patrimônio público. A concentração do ato será às 11h, em frente ao prédio da Eletrobras, na Avenida Presidente Vargas, 409. Em seguida, os manifestantes farão uma caminhada até a sede do BNDES, na Avenida Chile, onde haverá uma parada, e depois rumo à Petrobras, onde o ato deverá ser encerrado por volta das 16h.

A manifestação está sendo organizada pelo Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, que conta com a participação de petroleiros (FUP), bancários (Caixa, BB, BNDES), eletricitários, moedeiros, comércio de minérios e derivados de petróleo e de Furnas e entidades como CUT, Fenae, Contraf-CUT, CNTE, Dieese, Frente Brasil Popular, Plataforma Operária e Camponesa da Energia, Levante da Juventude, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento Cristianismo e Transformação Social, entre outros. 

A orientação do Comitê é que as diversas categorias atingidas pelas privatizações do governo Temer promovam atividades também em suas bases e com a população nesse dia. Foram definidos grupos de trabalho, comunicação, organização e logística para das suporte à atividade, e novas informações deverão ser divulgadas em breve pelo site do comitê (comiteempresaspublicas.com.br), facebook (/comiteempresaspublicas) e e-mail ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ). 

FUP, com informações do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas 

Por volta das 11h da manhã o sol estava a pino, como em todos os dias deste final de inverno de setembro. O calor se intensificava em meio às centenas de barracas de lona preta, que desde o último dia 2 se converteram na casa de pelo menos 7 mil famílias na megaocupação Povo sem Medo, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) de São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista. Lá estão crianças, idosos e trabalhadores, na maioria desempregados, que compartilham banheiros, cozinhas comunitárias, tarefas de trabalho diárias e um sonho: a casa própria.

“Não queremos nada de graça nem queremos tomar nada de ninguém. Queremos pagar por isso, mas queremos que seja iniciado um projeto de moradia rápido, porque aqui ninguém tem mais como pagar aluguel”, diz a ajudante geral Selma Alves, de 30 anos, uma das únicas entrevistadas com emprego fixo ouvida pela reportagem. Prestes a mudar para a ocupação, ela gasta R$ 600, metade de seu salário, no aluguel. “O resto é para comer e comprar remédio para minha filha. Não dá para mais nada”, conta a frequentadora assídua das reuniões da ocupação, que ocorrem diariamente às 19h.

Com centenas de histórias como a de Selma, a ocupação não para de crescer: todo dia chegam ao local dezenas de novas famílias, a maioria de São Bernardo do Campo ou de outras localidades do ABC. A Ocupação Povo Sem Medo Planalto, como é chamada, já é a segunda maior do país, atrás apenas da Vila Nova Palestina, na zona sul de São Paulo, que reúne 8 mil pessoas. Os coordenadores estimam que até o final desta semana a ocupação deve ser fechada para novos moradores, para que possam organizar todos os participantes

“Essa é a diferença de uma ocupação para uma invasão, como insistem em nos chamar: nós queremos pagar pela nossa casa nesse terreno”, explica uma das coordenadoras da ocupação, Andreia Barbosa da Silva, que ao lado de mais quatro mulheres administra o agrupamento. A reivindicação do movimento é que no terreno sejam construídas moradias pelo programa Minha Casa Minha Vida Entidades, na chamada Faixa 1, para famílias com renda mensal de até R$ 1.800. Pelo programa, o governo federal compraria o terreno e subsidiaria a construção de moradias.

“Acho que alguns vizinhos têm criticado muito a gente porque estão com vergonha dos pobres. Mas é só fazer nossa casa bonita como a deles que fica tudo igual”, sugere a faxineira desempregada Neide Maria Martins, de 57 anos. Ela chegou há três semanas, vinda de uma casa de dois cômodos na qual pagava R$ 500 de aluguel. O marido, vigilante, está desempregado há um ano, e não foi possível continuar pagando pela casa. Com o aluguel atrasado há dois meses, entregaram todos os pertences de uma vida e mudaram para uma barraca de lona preta de 2 metros quadrados e pé-direito de pouco mais de um metro.

“Graças a Deus apareceu essa ocupação, que para muitos é vista como uma bagunça. Se não fosse por ela, estaríamos na rua. Não tínhamos nem lona nem madeira para erguer nosso barraco. Tudo foi doado pelos vizinhos”, conta Neide, que cuida com esmero da nova casa: construiu uma porta de lona fechada com barbantes, forrou todo o chão e diariamente tira o colchão de solteiro no qual dorme com o companheiro, também doado, para tomar sol no teto do barraco.

“Meu marido anda o dia todo atrás de algum trabalho, mas não consegue nada. Quando vim para a ocupação perdi meus bicos de faxineira. As patroas me dispensaram. Até para comer dependo da ocupação. Aqui a gente dorme com medo de um escorpião, de uma cobra, de um percevejo. É muito diferente de estar na sua cama, mas é uma luta que precisamos travar.”

A última que morre

O terreno, localizado entre a fábrica de caminhões Scania e um condomínio de prédios residenciais, pertence à construtora MZM, está desocupado há pelo menos 30 anos. Em 2014 a administração municipal de São Bernardo, ainda sob a gestão do prefeito Luiz Marinho (PT), notificou a proprietária pelo não cumprimento de função social da propriedade e exigiu um plano de parcelamento da área, que nunca ocorreu. Após a ocupação, a reação da construtora foi rápida: ingressou com pedido de reintegração de posse no mesmo dia e em um raro episódio de celeridade da Justiça conseguiu liminar do juiz Fernando de Oliveira Ladeira autorizando a Polícia Militar a executar a ordem de despejo.

Mesmo após uma série de negociações no Grupo de Apoio às Ordens Judiciais de Reintegração de Posse (Gaorp) – uma iniciativa do Tribunal de Justiça de São Paulo formada por representantes do Judiciário e dos governos federal, estadual e municipal, do Ministério Público e da Defensoria Pública para tratar de reintegração de alta complexidade – o juiz ordenou que as famílias desocupassem a área em 72h. O movimento recorreu e conseguiu suspender temporariamente a decisão.

“A minha esperança de realizar meu sonho de ter uma casa é a última que vai morrer”, diz confiante o eletricista Edson José Pereira, de 48 anos, desempregado há oito meses. Sem conseguir pagar o aluguel de R$ 800 reais ficou sabendo da ocupação por um colega, se desfez de todos os seus pertences e se mudou para o acampamento nos primeiros dias. “O aluguel drena muita coisa. Sem trabalho, sem dinheiro entrando, não conseguia mais pagar para morar e comprar comida”, disse em lágrimas, enquanto mostrava sua nova casa: um barraco de lona preta com estrutura de madeira, construído por ele mesmo.

Devido à proporção tomada nos últimos dias, o acampamento foi dividido em 19 grupos. Cada um deles tem seu coordenador, sua cozinha comunitária e seu banheiro coletivo, tudo construído e mantidos pelos próprios moradores, também responsáveis pelo preparo dos alimentos, pelo abastecimento de água e pela abertura de fossas. Os coordenadores são os responsáveis por organizar atividades de formação e conscientização para os novos moradores.

Parte dos alimentos e materiais que chegam ao acampamento é fruto de doações. Na semana de chegada da primavera, por exemplo, chegou também grande quantidade de alimentos doados por trabalhadores da Ford. O uso de álcool e drogas na ocupação ou nas redondezas é totalmente proibido e rechaçado pelas lideranças. Desde o primeiro dia, a Guarda Municipal isola a rua que dá acesso à ocupação.

“As pessoas às vezes olham para a gente meio feio, mas tudo o que eu queria era dar um endereço fixo para minha filha. Ela tem 5 anos e já passou por quatro aluguéis, devido ao aumento de preço. Ela muda de escola, muda de professora, muda de amiguinhos. Não é o que eu quero para ela”, resume a encarregada de uma metalúrgica Elisangela de Souza, de 36 anos, que está prestes a se mudar para a ocupação com a filha e o marido, que trabalha como coletor e vendedor de materiais recicláveis.

Particular

Em nota, a prefeitura afirmou que “o terreno é de propriedade particular, ressaltando que a gestão administração municipal não é parte diretamente desse processo” e que “o município tem um programa habitacional próprio, segue seu cadastro de famílias que encontram-se no Bolsa Aluguel, razão pela qual não está disposto a negociar com este movimento de invasão”. Ao todo, são 1.980 pessoas na lista de espera da prefeitura.

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), se nega a receber os ocupantes para dialogar e auxiliar na busca de uma solução negociada. Uma comissão chegou a ser recebida pelo secretário de Assuntos Jurídicos, José Carlos Pagliuca, que apenas reiterou a política de habitação do município.

Em 12 de setembro, o prefeito postou vídeo em seu perfil no Facebook se posicionando contra a ocupação. “Aquela área é particular, razão pela qual a prefeitura não pode fazer nenhuma intervenção direta. Nem por isso estamos fugindo desse problema. Estamos enfrentando e apoiando”, disse. “A prefeitura irá dar todo o suporte necessário para que a ordem judicial seja cumprida e o terreno seja devolvido aos seus proprietários.”

No domingo (17), os ocupantes realizaram um ato no terreno, que reuniu 15 mil pessoas e contou com a participação de lideranças de movimentos sociais, entre elas o coordenador geral do MTST, Guilherme Boulos. “Tem gente aqui em São Bernardo falando absurdos da nossa ocupação, a começar pelo prefeito. Quando age dessa maneira, a mensagem que ele passa é muito ruim”, disse. “É um retrato do cenário de crise no Brasil. Vivemos um dos piores momentos da história, com o desmonte das políticas públicas e dos direitos sociais. E não apenas neste, mas em outros episódios, vemos como o clima de ódio tem se espalhado, e os aparelhos repressores do Estado são sempre utilizados contra os trabalhadores e os movimentos de esquerda”, afirmou o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.

Síndicos e subsíndicos de 14 condomínios na avenida paralela à ocupação criaram há uma semana o Movimento Contra Invasão em São Bernardo do Campo (MCI). “Criamos o movimento quando vimos que a reintegração de posse foi suspensa. Não estamos nos manifestando contra as pessoas de dentro da invasão, mas contra as autoridades que se acovardaram diante do movimento e deixaram a situação sair do controle. Também temos crianças do outro lado com riscos a sua segurança. Queríamos que a Defensoria Pública, o Ministério Público, a prefeitura, a MZM e o MTST encontrassem uma solução boa para todo mundo”, disse um dos coordenadores do movimento Marcelo Mendes Vicente.

De acordo com Marcelo, os vizinhos temem pela segurança, já que, como afirmou, “não existe controle de quem entra no terreno”, além do temor de que a inação do poder público transforme o local em uma favela. Questionado se não havia medo de uma ação violenta de criminosos contra os prédios quando o terreno estava vazio, Marcelo disse que esse assunto nunca tinha sido debatido, porque nunca ocorreu nada parecido. “Como o poder público foi ausente na questão de emprego e moradia, as pessoas chegam nessa situação e podem ser usadas como massa de manobra. Temos medo até de que aconteça um conflito”, diz.

No sábado (16), véspera do ato de solidariedade, o morador do prédio de um condomínio vizinho ao terreno disparou com uma arma da janela de seu apartamento contra a ocupação. Audinei Serapião da Silva foi atingido com no braço e socorrido no pronto socorro central da cidade. Ele foi operado para que houvesse a retirada do projétil e permaneceu em observação até domingo. O movimento orienta a todos os moradores a nunca revidarem agressões e provocações. “Podemos apenas filmar e denunciar. Nossa arma é o celular”, diz o coordenador de um dos grupos, G16, Hélio dos Santos.

O condomínio que Vicente administra como sindico chegou a gastar R$ 10.500 neste mês com reforço de segurança. Enquanto a reportagem visitava a ocupação, trabalhadores colocavam arames farpados no muro que divide o terreno dos prédios. “Não existem prédios de alto padrão por aqui, mas de médio padrão e também condomínios construídos pelo Minha Casa Minha Vida. Um em cada quatro moradores do meu prédio está inadimplente com o condomínio, porque muitos também estão desempregados. Se houvesse prédios e moradias populares no terreno não teria problema, o que não queremos é invasão que traga insegurança e possibilite a criação de uma favela”, diz Vicente.

O sindico, no entanto, questiona a estratégia do movimento: “Já existe um programa habitacional em São Bernardo. É justo que as pessoas da ocupação sejam passadas na frente de quem já está esperando? Se o terreno está desocupado há 30 anos, o que é verdade, porque a ocupação não foi feita na prefeitura de Luiz Marinho?”

Do outro lado do terreno – com vizinhos moradores de casas construídas em mutirão após uma ocupação bem sucedida em um terreno da Igreja Católica – vem poio: “Eu defendo o povo e a luta popular. Minha casa também foi construída com luta e eles têm o direito de ter a casa deles”, diz a doceira Rosa Rodrigues da Silva, que vende doces, salgados e refrigerantes na porta de casa e que ganhou novos clientes com a ocupação. “Eu já fui assaltada voltando a pé da escola para minha casa e como a ocupação trouxe mais gente eu me sinto mais segura”, disse uma adolescente que não quis se identificar. 

 

Militantes dos movimentos sindical, social e estudantil, juntos com a Frente Brasil Popular de Campos, realizam hoje, às 17h30, na sede de Campos do Sindipetro-NF, reunião para discutir a participação no Ato Pela Soberania Nacional, no Rio, no próximo dia 3.

O encontro também servirá para elaborar um calendário de atividades dos movimentos sociais no Norte e Noroeste Fluminense. O Sindipetro-NF em Campos fica na Av. 28 de Março, 485 Centro.

 

O movimento sindical petroleiro volta a se reunir hoje, às 14h, com representantes da Halliburton, na sede da FUP, no Rio, para tratar de assuntos da campanha reivindicatória da categoria. A expectativa é a de que a empresa apresente propostas que atendam à categoria.

Estarão em discussão o Termo aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho 2016-2018, com cláusulas econômicas, e os desdobramentos da greve da WP.

"A empresa ficou de apresentar uma solução hoje para as pendências nas negociações do acordo e de atendimento às reivindicações da WP", explica o diretor do Sindipetro-NF, Wilson Reis, coordenador do Departamento de Trabalhadores do Setor Petróleo Privado.

 

Da Imprensa da CUT - Os trabalhadores e trabalhadoras dos Correios entraram no fim de semana em greve em todo o Brasil. Na sexta-feira (22), terceiro dia de movimento paredista, registrou-se a adesão de 21 estados e DF. A Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), que representa a categoria, divulgou nota em seu site em que denunciou a postura da direção da estatal e desqualificou uma manobra patronal que usou as redes sociais para tentar confundir a categoria. Assim, espalhou-se um boato nas redes sociais de que a ECT teria apresentado uma proposta de negociação à Findect (federação sem registro no Ministério do Trabalho, que reúne um grupo minoritário da categoria).

A Fentect, como federação legítima dos trabalhadores, não recebeu nenhuma proposta formal por parte da empresa. Em função disso, a federação aguarda audiência de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), que poderá ser realizada na próxima segunda-feira (25) ou terça-feira (26), a confirmar.

O Comando Nacional de Mobilização e Negociação da Fentect (CNMN-Fentect) orientaou os sindicatos a fortalecerem a greve a partir desta segunda-feira, dia 25 de setembro, com mais mobilizações nas bases, principalmente Nos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A federação alertou os trabalhadores para estarem preparados para vir a Brasília nesta próxima semana, para um ato nacional da categoria, em protesto contra a privatização dos Correios.

De acordo com levantamento feito pela Fentect, a paralisação acontece nos seguintes estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, São Paulo, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Santa Catarina. Dos 31 sindicatos ligados à Fentect, somente dois ainda não realizaram assembleia para deliberar sobre a participação no movimento:Rondônia e Roraima.

Distrito Federal

Em Brasília, assembleia geral realizada na sexta-feira (22) com mais de 400 trabalhadores e trabalhadoras dos Correios decidiu manter a greve. De acordo com a diretoria do sindicato que representa os ecetistas em Brasília – Sintect-DF – uma nova assembleia será realizada na próxima terça-feira (26). No encontro, o sindicato, em conjunto com sua base, pautará os próximos rumos da mobilização. A assembleia acontecerá a partir das 15h, na sede dos Correios em Brasília.

Além da assembleia, a categoria realizou passeata no Eixo Monumental rumo à rodoviária do Plano Piloto, onde uma carta aberta foi entregue à população. A ação foi realizada com objetivo de conscientizar quem passava pelo local acerca dos motivos e da necessidade da greve.

“Fizemos um grande ato que contou com ampla unidade da categoria. Agradecemos pela compreensão de todos. A greve é uma forma pressionar para avançarmos na luta pela garantia de direitos”, explica o Diretor de Finanças do Sintect-DF, Jovan Sardinha.

O avanço na negociação do Acordo Coletivo 2017/2018 é uma das reivindicações dos trabalhadores. Alguns dos pontos fundamentais do ACT estão ameaçados pelo patronal. Em relação ao Plano de Saúde, por exemplo, a empresa pretende alterar a cláusula que garante assistência médica e implementar uma mensalidade para que o funcionário adquira o benefício.

Além disso, os ecetistas protestam contra os retrocessos vivenciados em âmbito nacional. Desde que usurpou a cadeira da presidência da República, Michel Temer tem apresentado nocivos projetos de retrocessos. Exemplo disso está a reforma trabalhista, que entrará em vigor a partir de 11 de novembro. E como se não bastasse, a empresa está na mira do governo golpista para privatização e passa por uma reestruturação que, entre outros pontos, inclui a diminuição do quadro de funcionários.

Ribeirão Preto (SP)

Na manhã desta sexta-feira (22), trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, paralisaram a central de distribuição que leva encomendas e correspondências para 92 cidades da região. Os atrasos impactaram diferentes cidades, incluindo as de grande porte como Araraquara, Franca, Barretos e Matão.

A luta contra a privatização e por garantia dos direitos e benefícios, além do reajuste salarial, são as pautas principais, como explica o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto, Oséias Vieira.

“Estamos diante de um governo que apresentou nos últimos dias seu plano de privatizar 57 projetos e empresas estatais. Conhecemos muito bem em uma empresa os atos que antecedem a privatização. É o enxugamento da máquina através da retirada de direitos e benefícios. Fazendo isso, você onera menos a folha e aumenta o lucro. O que faz com que a empresa se torne mais interessante para o capital privado”, afirma.

Os trabalhadores iniciaram a greve da categoria no último dia 20. Para o coordenador da subsede da CUT-SP em Ribeirão Preto, Luiz Henrique De Souza, esta paralisação é mais do que legítima.

"Este movimento dos trabalhadores é contra as arbitrariedades impostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer não apenas aos trabalhadores dos Correios, mas ao povo brasileiro. Em nome do lucro, querem privatizar também outros setores essenciais, como a água e a energia, áreas que devem estar apenas sob o controle do Estado", defende.

O pacote de privatizações anunciado pelo ilegítimo Michel Temer (PMDB) é o maior desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), do PSDB, responsável pela maior série de desestatização do país.

Segundo Oséias, os Correios em Ribeirão Preto estão sendo sucateados. “As condições de trabalho estão cada dia piores. Parece que a empresa faz isso com propósito claro de piorar a qualidade da prestação de serviço. Assim ela tentará fazer todo o convencimento possível para que a população acredite que a privatização é boa. É uma estratégia clara”, critica.

Em período de campanha salarial, nos últimos 40 dias a empresa cancelou por quatro vezes a negociação com a categoria. “Sem sentar para dialogar, a empresa apresenta um pacote de propostas que são de retirada de direitos e benefícios”, diz Oséias, que estará em Brasília nos próximos dias em reunião para defender a categoria.

 

Da Imprensa da FUP - As duas rodadas de negociação com a Petrobrás e subsidiárias reforçaram o que a FUP e seus sindicatos já vinham alertando: a tentativa de desmonte do Acordo Coletivo dos Trabalhadores não é por questões financeiras e sim ideológicas. Não há qualquer justificativa econômica para a empresa afrontar os petroleiros com uma proposta vergonhosa, que extingue direitos e reduz em mais de um terço o ACT.

Os indicadores e resultados financeiros comprovam que a Petrobras continua sendo rentável e tem condições de voltar a ser a empresa integrada de energia, que gerava renda e emprego para o país. O esquartejamento do Acordo Coletivo dos petroleiros está diretamente associado ao projeto político e econômico que vem sendo imposto aos trabalhadores brasileiros nesta conjuntura de golpe.

Em reunião nesta sexta-feira, 22, o Conselho Deliberativo da FUP reforçou a deliberação do XVII Confup de que com redução de direitos, não tem acordo e indica às assembleias que referendem esse encaminhamento e rejeitem a proposta da Petrobrás e subsidiárias. O Conselho também definiu um amplo calendário de lutas contra o desmonte da empresa e do ACT e a realização de seminários de qualificação de greve.

25/09 a 02/10 – assembleias para rejeição da contraproposta, referendo da deliberação de que com redução de direitos, não tem acordo, aprovação de estado de greve e de assembleias permanentes

03/10 – Dia Nacional de Luta no Rio de Janeiro pela Soberania Nacional e atos regionais

03 a 13/10 – realização de seminários regionais de qualificação de greve

Desmonte do ACT é ideológico. Resposta tem que ser política

Em um cenário de inflação baixa e com a economia que os PIDVs geraram para a Petrobrás, como a própria empresa admitiu na reunião com a FUP, não há outra explicação para a redução de direitos que os gestores querem impor à categoria: a disputa é ideológica e a resposta dos petroleiros tem que ser firme e política. Segundo o RH, o PIDV de 2014 já resultou em uma “economia” de R$ 6 bilhões e o de 2016, caminha para apresentar o mesmo resultado.

Os R$ 7 bilhões que bancaram a saída em massa de mais de 16,5 mil petroleiros nos últimos anos geraram uma redução de pelo menos 10% sobre os “gastos com trabalhadores”, já descontados os efeitos da inflação. Hoje, o total de petroleiros do Sistema Petrobrás equivale ao mesmo efetivo que a holding tinha em 2013.

Fábrica de acidentes

Se para os gestores da Petrobrás, o desmonte dos efetivos rendeu uma economia de R$ 12 bilhões, para os trabalhadores resultou em mais insegurança, mais doenças, mais amputações, mais queimaduras, mais mortes. Na rodada de negociação com a empresa, a FUP enfatizou a situação caótica das unidades operacionais, que estão sendo transformadas em fábricas de acidentes.

Os gestores que tratam as “Regras de Ouro” como se fossem a grande redenção da companhia, são os mesmos que subnotificam acidentes, fraudando o fisco. São os mesmos que utilizam os códigos de Ética, Conduta e SMS como ferramentas de assédio moral, enquanto protegem os “amigos do rei” da lei por eles criadas, como aconteceu recentemente com o diretor de Governança, Risco e Conformidade, João Adalberto Elek . Na prática, a tais “Regras de Ouro” são mais uma forma dos gestores tentarem transferir para o trabalhador a responsabilidade pela insegurança crônica que mata em média 16 trabalhadores por ano.

Não há paz sem guerra

O desmonte do ACT, assim como o desmonte dos efetivos e a insegurança que mutila e mata os trabalhadores, está diretamente associado ao desmonte do Sistema Petrobrás. Um pacote que vem junto com o desmonte dos direitos trabalhistas, através da contrarreforma aprovada pelos golpistas e que entra em vigor no dia seguinte ao prazo que os gestores estabeleceram para prorrogação do Acordo Coletivo.

O Sistema Petrobras e o ACT são nosso maior patrimônio, fruto de décadas de lutas históricas, conduzidas por várias gerações de petroleiros. Não permitiremos nem o desmonte da empresa, nem do acordo. Quem quer paz, tem que estar preparado para a guerra.

 

A FUP criou um hotsite com todas as informações e histórico da luta da FUP e de seus sindicatos em defesa dos direitos dos participantes e assistidos da Petros. Notícias, Informativos em pdf e vídeos. 

Nesta terça-feira, 19, a FUP ingressou na justiça com uma Ação Civil Pública para barrar a cobrança das contribuições adicionais dos participantes e assistidos do Plano Petros-1, em função do equacionamento abusivo e injusto que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo da Petros. Como a FUP vem alertando há décadas, o déficit do plano é majoritariamente estrutural, fruto de uma série de problemas que não foram resolvidos ao longo de seus 47 anos de existência.

Acesse o hot site aqui.

A cesta básica no município de Macaé segue em queda no mês de agosto, de -1,94%. É o quarto mês seguido que o custo médio da cesta macaense, que em agosto foi de R$ 373,19, registra variação negativa.Em relação à agosto de 2016, o custo da cesta retraiu 10,75%.

 

TABELA 1

Gasto, variações mensal e anual e tempo de trabalho necessário

Macaé-RJ – Agostode 2017

Produtos

Quantidades

Gasto mensal (R$)

Variação (%)

Tempo de trabalho

Agosto 2017

Julho 2017

Mensal

Em 12 meses

Agosto 2017

Julho 2017

Carne

6 kg

110,16

112,02

-1,66

-3,52

25h52m

26h18m

Leite

7,5 l

27,30

27,75

-1,62

-31,32

6h25m

6h31m

Feijão

4,5 kg

24,44

25,07

-2,51

-32,28

5h44m

5h53m

Arroz

3 kg

10,23

10,23

0,00

-5,80

2h24m

2h24m

Farinha

1,5 kg

4,37

4,38

-0,23

-8,39

1h02m

1h02m

Batata

6 kg

12,66

11,28

12,23

-44,33

2h58m

2h39m

Tomate

9 kg

36,27

42,03

-13,70

-7,99

8h31m

9h52m

Pão

6 kg

55,20

54,84

0,66

-1,18

12h58m

12h53m

Café

600 g

14,33

14,66

-2,25

13,64

3h22m

3h26m

Banana

7,5 dz

31,95

32,25

-0,93

-17,29

7h30m

7h34m

Açúcar

3 kg

9,93

10,23

-2,93

-11,73

2h20m

2h24m

Óleo

900 ml

3,97

4,02

-1,24

0,25

0h56m

0h56m

Manteiga

750 g

32,38

31,81

1,79

15,48

7h36m

7h28m

Total da Cesta

 

373,19

380,57

-1,94

-10,75

87h37m

89h21m

Pesquisa Nacional da Cesta Básica

Fonte: DIEESE

 

Na comparação mensal, entre julho e agosto de 2017, nove dos treze produtos pesquisados registraram variações negativas do preço médio. Os destaques são para o tomate (-13,70%), o açúcar (-2,93%), o feijão (-2,51%) e o café (-2,25%). A queda significativa do preço do tomate pode ser explicada pela alta oferta do fruto, o que reduz o seu preço no varejo. Os demais produtos com retração de preços apresentaram variações inferiores à 2%.

Apenas a batata (12,23%), a manteiga (1,79%) e o pão (0,66%) tiveram aumento dos preços. O preço do arroz manteve-se estável entre julho e agosto.

Em doze meses, o preço médio da cesta básica macaense registrou queda de 10,75%. Apenas a manteiga (15,48%), o café (13,64%) e o óleo de soja (0,25%) tiveram variações positivas nos preços entre os treze produtos pesquisados. Com relação aos itens com redução dos preços, destacaram-se a batata (-44,33%), o feijão (-32,28%), o leite (-31,32%), a banana (-17,29%), e o açúcar (-11,73%).

O custo da cesta básica de Macaé representou 90,92% do valor apurado no município do Rio de Janeiro (R$ 410,43) no mês de agosto.

Em agosto, o custo do conjunto de alimentos essenciais caiu em 21 das 24 capitais brasileiras pesquisadas pelo DIEESE. As maiores quedas foram registradas em Campo Grande (-7,09%), Salvador (-7,05%), Natal (-6,15%) e Recife (-5,84%).As únicas elevações foram registradas em Boa Vista (1,40%), Maceió (0,91%) e Goiânia (0,04%).

O trabalhador que reside em Macaé com rendimento equivalente a um salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 87 horas e 37 minutospara adquirir os itens alimentícios que compõem uma cesta básica individual. O valor gasto com essa cesta representou, em agosto, 43,29% do salário mínimo líquido, ou seja, após os descontos da Previdência Social.

A partir da cesta básica mais cara, que neste mês foi verificada na cidade de Porto Alegre (R$ 445,76), o DIEESE calcula o Salário Mínimo Necessário, ou seja, a quantia necessária para suprir as despesas de uma família composta de quatro membros (dois adultos e duas crianças) com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, conforme estabelece a Constituição Federal. O valor calculado para o mês de agosto foi de R$ 3.744,83, ou 3,99 vezes o mínimo de R$ 937,00.

Dirigentes da FUP e Sindipetro-NF participaram ontem, 21, de uma mesa de negociação com representantes  Schlumberger/Smith, onde cobraram solução para fechamento do termo aditivo 2016/2018 da SMITH. A empresa ficou de responder até sexta, 22 de setembro. Entre as cláusulas que os trabalhadores querem avanço estão a que trata do Vale Transporte e a do Auxílio Creche. Uma nova setorial com os petroleiros da empresa está agendada para o dia 20 de setembro.

ACT aprovado na Schlumberger

Os petroleiros da Schlumberger e Mi Swaco  aprovaram em assembleias o Termo Aditivo ao Acordo Coletivo 2016-2018. O Termo prevê reajuste salarial de 3,26% para a primeira faixa de remuneração (até R$ 5 mil), e de 2% para a segunda faixa (de R$ 5.000,01 a R$ 8 mil).

Os petroleiros da Smith rejeitaram a proposta, por isso as negociações continuam para esses trabalhadores.

Na reunião de negociação com a Petrobrás e suas subsidiárias na tarde desta quinta-feira, 21, a FUP reafirmou as pautas de reivindicações da categoria, cobrando a renovação do ACT por mais dois anos e reajuste das cláusulas econômicas. “Estamos abertos à negociação, mas não podemos aceitar os patamares que vocês colocaram, ao propor mudanças estruturais para o Acordo, que acabam com conquistas históricas e reduzem direitos”, declarou o coordenador da FUP, José Maria Rangel. “Quem quer paz, se prepara para a guerra”, provocou.

A reunião com a Petrobrás foi mais uma vez transmitida pela FUP em tempo real, através do Radar, plataforma online, onde publicamos minuto a minuto, o que se passa na mesa de negociação. Acesse aqui e saiba como foi, passo a passo, a reunião com a empresa.

Nesta sexta-feira, 22, a FUP e seus sindicatos reúnem-se no Conselho Deliberativo para discutirem a campanha e definirem os próximos passos a serem tomados pela categoria.

 

Pagina 8 de 719

Sede MacaéMacaé

Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257 Centro - CEP 27910-330 Telefone: (22) 2765-9550

Sede CamposCampos

Av. 28 de Março, 485 Centro - CEP 28.020-740 Telefone: (22) 2737-4700