FUP - Iniciadas no dia 20, as assembleias para avaliação da proposta de Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2017 já foram encerradas em 11 sindicatos: Espírito Santo, Bahia, Amazonas, Rio Grande do Norte, CE/PI, Minas Gerais, PE/PB, Duque de Caxias, Rio Grande do Sul, Sindiquímica-PR e Norte Fluminense. 

Nesta segunda, dia 30, os sindicatos unificados de São Paulo e Paraná/Santa Catarina concluem a consulta aos trabalhadores, encerrando, assim, as assembleias nas bases da FUP. O resultado parcial, no entanto, já garante a aprovação dos indicativos do Conselho Deliberativo. 

O acordo que conquista a reposição integral da inflação pelo ICV/Dieese e mantém os direitos da categoria foi aprovado com uma média de 89% de aceitação.  

Mais de 90% dos trabalhadores que participaram das assembleias também aprovaram estado de greve contra as privatizações no sistema Petrobrás, deixando claro que a luta por direitos e conquistas passa diretamente pela preservação da empresa integrada.

Segunda-feira, a FUP e seus sindicatos iniciam um Conselho Deliberativo Extraordinário para debater estratégias contra o desmonte da empresa.

Na terça-feira, dia 31, pela manhã, os petroleiros participam de ato na Reduc em memória do técnico de operação Cabral, que morreu há um ano no terrível e absurdo acidente causado pela omissão e descaso dos gestores da refinaria. Na parte da tarde, os sindicatos da FUP assinarão de forma unitária o Termo Aditivo.

No dia 01 de fevereiro, as direções sindicais retomam a reunião do Conselho Deliberativo, onde definirão um calendário de lutas para barrar as privatizações no Sistema Petrobrás.

Entre os dias 02 e 06, a FUP participa de reuniões com a Petrobrás nas Comissões Permanentes de Negociação que tratarão das questões relacionadas a SMS (dia 02/02), Regimes de Trabalho (03/02) e AMS (06/02).

Quadro nacional das assembleias

(última atualização 28/01 às 14h34)

Sindipetro Amazonas – 99% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e o estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Paraná/Santa Catarina –  98% a favor do Termo Aditivo e 94% a favor do estado de greve. As assembleias prosseguem até o dia 30.

Sindipetro Ceará/Piauí –  89% aprovaram o Termo Aditivo e 96% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Rio Grande do Norte –  96% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 95% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Espírito Santo – 89% aprovaram o Termo Aditivo e 86% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  88% aprovaram o Termo Aditivo e 89,5% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Norte Fluminense – 86,5% aprovaram o Termo Aditivo e 85,5% foram a favor do estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobrás. Assembleias concluídas.

Sindipetro Bahia - 89,5% aprovaram o Termo Aditivo e 90% foram a favor do estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Minas Gerais –  82% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 94% foram a favor do estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Rio Grande do Sul – 83% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 95% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Duque de Caxias - 81% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 96% foram favoráveis ao estado de greve. Aassembleias concluídas.

Sindipetro Unificado do estado de São Paulo – assembleias começaram quarta e prosseguem até o dia 30.

Sindiquímica PR – 100% aprovaram o acordo salarial e o estado de greve. A proposta específica do ATS da Fafen-PR foi rejeitada. Aassembleias concluídas.

Terminaram nesta sexta, 27, as assembleias no Norte Fluminense para avaliação dos indicativos do Conselho Deliberativo da FUP. Os petroleiros da região aprovaram a proposta de Termo Aditivo do ACT apresentada pela Petrobrás no dia 19 de janeiro por 1052 votos a favor, 146 contrários e 17 abstenções. Os outros dois indicativos de Manutenção do estado de Assembleia Permanente e Estado de Greve contra a privatização da Petrobrás também foram aprovados por ampla maioria. Participaram desse processo que teve início no dia 20, trabalhadores de 35 plataformas, Edinc, Cabiúnas, Imbetiba Parque de Tubos e Delegacia de Campos.

Com esse resultado, a diretoria assina o Termo Aditivo no próximo dia 31. "Na próxima semana o Conselho Deliberativo da FUP estará reunido para definir estratégias na luta contra a privatização da Petrobrás e um calendário de atividades. Temos que defender esse patrimônio que é de todos os brasileiros" - conclui o diretor Marcelo Nunes.

Veja o resultado final das assembleias

1 - Apr.  Proposta 19-01
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 135 11 6
Campos 75 1 0
Edinc 48 17 0
Imbetiba 109 13 0
PT 79 10 1
PCE-1  15 6 0
PGP-1  30 1 0
PRA-1       
PPM-1 21 2 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  11 3 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  16 5 0
PCP 1/3  6 2 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  20 4 0
P-09  1 15 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  21 6 0
P-19  27 2 0
P-20  14 2 2
P-25  23 1 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  15 3 0
P-33  11 10 2
P-35  26 0 1
P-37  23 0 0
P-38  15 0 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 6 1
P-50  29 3 0
P-51 22 0 0
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  23 4 0
P-55 20 7 1
P-56 30 1 0
P-61 15 2 0
P-62      
P-63 23 7 0
P-65  7 2 1
Total 1052 146 17

 

02 - Manutenção Assemb. Permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 133 4 15
Campos 76 0 0
Edinc 45 18 2
Imbetiba 54 39 11
PT 74 8 8
PCE-1  20 0 1
PGP-1  30 0 1
PRA-1       
PPM-1 24 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  15 6 0
PCP 1/3  7 1 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 2 1
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  21 0 1
P-35  26 1 0
P-37  23 0 0
P-38  13 2 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  21 3 1
P-50  30 1 1
P-51 15 6 1
P-52  16 0 3
P-53       
P-54  27 0 0
P-55 27 1 0
P-56 31 0 0
P-61 12 5 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  9 0 1
Total 1047 101 48

 

 

03 - Manut. Est. Greve contra Priv. Petrobrás
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 129 6 17
Campos 76 0 0
Edinc 45 17 3
Imbetiba 71 48 3
PT 70 16 4
PCE-1  20 0 1
PGP-1  29 0 2
PRA-1       
PPM-1 22 1 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  18 3 0
PCP 1/3  5 2 1
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 3 0
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  20 1 1
P-35  26 1 0
P-37  22 1 0
P-38  13 1 1
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 1 6
P-50  26 3 3
P-51 13 7 2
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  24 1 2
P-55 25 2 1
P-56 28 1 2
P-61 14 3 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  8 0 2
Total 1039 122 53

 

 

 

 

 

O Ministério Público do Trabalho, seção de Cabo Frio, arquivou uma denúncia contra o Sindipetro-NF movida por um "trabalhador" da Baker/BJ, que questionava o fato do ACT 2016/17 ainda estar em negociação. O MPT considerou a deúncia evasiva e sem fundamentos.

Dedo do patrão

Para o Coordenador do Setor Privado, Leonardo Ferreira, a gestão da Baker/BJ está usando alguns funcionários, de uma "casta privilegiada", para pressionar o Sindicato por um acordo rebaixado.

"Está claro pra nós que essa tentativa de judicializar as negociações tem as digitais do patrão. A gestão de Baker/BJ tem se utilizado de expedientes nada ortodoxos durante essa negociação. Usaram alguns trabalhadores e trabalhadoras com cargo de chefia para filmar e fotografar nossa última assembleia, onde eles foram derrotados e conseguimos rejeitar a proposta rebaixada da empresa. São esses mesmos funcionários com cargo de mando que pressionam a categoria a preencher abaixo assinado pedindo acordo rebaixado e que coagem os trabalhadores e trabalhadoras que estão ao lado do Sindicato" - afirma Ferreira.

"Esse pequeno grupo, em sua maioria supervisores (as) e coordenadores, sempre leva vantagens por fora do acordo. Por isso estão vergonhosamente ao lado de uma proposta que está 1,8% abaixo do ICV-Dieese de Maio de 2016. Alguns deles já até enviaram mensagens com ameaças de agressão a minha pessoa, por conta de estar pessoalmente engajado na busca por um acordo justo para a categoria. Temos tudo arquivado e já tomamos as medidas cabíveis. E eu não tenho medo. Tenho a certeza que avançaremos e derrotaremos estes oportunistas de plantão. As empresas Schlumberger e Expro, que tem mesma data-base que a Baker/BJ, chegaram ao patamar de 9,3% que repõe a inflação. Porque só a gestão da Baker/BJ quer privilegiar uma meia dúzia de apadrinhados e impor perdas a categoria?", questionou Ferreira.

No dia 02 de fevereiro ocorrerá mais uma rodada de negociações. O Sindipetro-NF orienta a categoria a manter-se mobilizada e denunciar qualquer tipo de coação por parte dos gestores.

"Uma empresa que recebeu uma polpuda multa da Halliburton, por conta da aquisição não ocorrida, que está em processo de fusão com a GE Oil&Gás e que recomprou 750 Milhões de dólares em ações só no segundo semestre do ano passado não pode querer passar a categoria pra trás. É bom que a empresa traga logo a reposição da inflação no dia 2. Caso contrário, essas negociações ainda levarão bastante tempo", completou Ferreira.

O elevador do casario de P-47 está sem funcionar segundo denúncia dos trabalhadores. Isso está causando um enorme impacto no trabalho do taifeiros, que são obrigados a carregar pelas escadas galões de 20 litros, roupas de cama, alimentação e outros materiais de hotelaria.  

O Sindipetro-NF entrou em contato como SMS da empresa que informou não ter prazo para resolução do problema. Enquanto isso os trabalhadores da hotelaria estão sendo sobrecarregados. 

A diretoria do NF orienta que seja realizada uma reunião de CIPA extraordinária para que o problema como elevador vire uma pendência da unidade e a ata seja encaminhada ao sindicato. "Consideramos um absurdo não ter um prazo para solucionar os problema e colocar nas costas dos taifeiros a sobrecarga de trabalho. O sindicato vai continuar cobrando uma resolução urgente" - comenta o diretor Tezeu Bezerra.

Imprensa da CUT - "O projeto deles é desregulamentar tudo", afirma secretário-geral da CUT

A reforma trabalhista pretendida pelo governo Temer é, na essência, aprovar a ampliação da terceirização, inclusive para atividades-fim, "desregulamentar tudo", resume o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre. "O que o Brasil precisa não é reforma da legislação, mas de um sistema nacional de negociação", afirmou, durante debate nesta terça-feira (24), organizado pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT. "Nós achamos que não é para valer", acrescentou, referindo-se à disposição do Executivo em negociar. "A índole do governo Temer não é de modernizar, é de desmonte."

O dirigente criticou o que chama de "visão atrasada" dos empresários, que reclamam de processos trabalhistas, mas resistem à organização no local de trabalho, que para ele representariam um mecanismo de solução de conflitos. Segundo ele, a resistência vem, principalmente, das federações patronais, como a Fiesp e a CNI. Nobre contou que chegou a ouvir de um negociador de uma dessas entidades a seguinte resposta, quando falava sobre a representação no local de trabalho: "Comprem ações". Mas ele observou que há também parte do movimento sindical resistente a uma efetiva negociação sobre tema.

Para o secretário-geral da CUT, o Projeto de Lei 6.787, de reforma trabalhista, pode ser visto também como um "boi de piranha" para a aprovação de mudanças realmente pretendidas pelo governo, como a terceirização. Entre os vários itens do PL, ele citou a questão da representação no local de trabalho e afirmou que o representante previsto no projeto pode ser ou não sindicalizado e não teria nenhuma relação com o sindicato da categoria. "Isso é muito diferente do que estamos propondo."

O PLC 30, sobre terceirização, foi aprovado na Câmara (sob o número 4.330) e tramita no Senado. Aguarda parecer do relator, senador Paulo Paim (PT-RS). Há outro projeto, o PL 4.302, aguardando votação na Câmara. É considerado pelos sindicalistas ainda pior. O texto estava parado desde 1998 e foi retomado pela base de Temer.

Nobre também fez ressalvas à transformação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado anda no governo Dilma, em Programa Seguro-Emprego (PSE). "O PPE, que mantém o trabalhador empregado em período de crise, é parte de um sistema. Fazia parte de um novo modelo de contratação."

Ele lembrou que as centrais sindicais estão discutindo uma "agenda importante de mobilização", que prevê paralisações na segunda quinzena de março. "Até lá, é muito importante debater com a população", afirmou.

(última atualização: 27/01 às 13h45)

Com mais de 80% de aceitação, o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2017 está sendo aprovado pelos petroleiros nas bases da FUP, onde a grande maioria das assembleias será concluída esta semana.

Além de referendarem a proposta que assegura a reposição integral da inflação pelo ICV/Dieese e mantém os direitos da categoria, os trabalhadores estão aprovando massivamente estado de greve contra as privatizações no sistema Petrobrás, deixando claro que a luta por direitos e conquistas passa diretamente pela preservação da empresa integrada.

Na próxima segunda, dia 30, a FUP e seus sindicatos iniciam um Conselho Deliberativo Extraordinário para debater estratégias contra o desmonte da empresa.

Na terça-feira, dia 31, pela manhã, os petroleiros participam de ato na Reduc em memória do técnico de operação Cabral, que morreu há um ano no terrível e absurdo acidente causado pela omissão e descaso dos gestores da refinaria. Na parte da tarde, os sindicatos da FUP assinarão de forma unitária o Termo Aditivo.

Na quarta, dia 01 de fevereiro, as direções sindicais retomam a reunião do Conselho Deliberativo, onde definirão um calendário de lutas para barrar as privatizações no Sistema Petrobrás.

Entre os dias 02 e 06, a FUP participa de reuniões com a Petrobrás nas Comissões Permanentes de Negociação que tratarão das questões relacionadas a SMS (dia 02/02), Regimes de Trabalho (03/02) e AMS (06/02).

Resultado parcial das assembleias

Sindipetro Amazonas – 99% a favor do Termo Aditivo e do estado de greve. Assembleias terminam nesta quinta a noite.

Sindipetro Paraná/Santa Catarina –  98% a favor do Termo Aditivo e 94% a favor do estado de greve. As assembleias prosseguem até o dia 30.

Sindipetro Ceará/Piauí –  96% a favor do Termo Aditivo e do estado de greve. As assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Rio Grande do Norte –  96% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 95% foram favoráveis ao estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Espírito Santo – 90% a favor do Termo Aditivo e 85% a favor do estado de greve. Assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Pernambuco/Paraíba –  88% a favor do Termo Aditivo e 90% a favor do estado de greve. Assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Norte Fluminense – 87% a favor do Termo Aditivo e 85% aprovando estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobrás. Assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Bahia - 89,5% a favor do Termo Aditivo e 90% a favor do estado de greve. Assembleias terminam no sábado.

Sindipetro Minas Gerais –  82% dos trabalhadores aprovaram o Termo Aditivo e 94% foram a favor do estado de greve. Assembleias concluídas.

Sindipetro Rio Grande do Sul – 82% a favor do Termo Aditivo e 95% favoráveis ao estado de greve. Assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Duque de Caxias - 81% a favor do Termo Aditivo e 96% a favor do estado de greve. As assembleias terminam na sexta.

Sindipetro Unificado do estado de São Paulo – assembleias começaram quarta e prosseguem até o dia 30.

Sindiquímica PR – as assembleias serão realizadas na sexta-feira.

FUP, com informações dos sindicatos

Na última terça-feira, 24, foi confirmada em segunda instância a condenação da Transpetro em danos morais coletivos em processo movido pelo Sindipetro-NF.

O processo versa sobre as atitudes antisíndicais da Transpetro em impedir entrada de dirigentes sindicais do Sindipetro-NF em suas dependências durante a greve deflagrada em 2015. Na época, o Terminal de Cabiúnas pertencia a Transpetro.

Foi apontado que a empresa cometeu abuso no exercício do direito de propriedade e ofensa ao livre exercício do direito de greve.

Vale enfatizar que essa decisão trata do acesso aos trabalhadores de modo geral. O que engloba casos atuais, como recentemente, um diretor que foi proibido de frequentar o restaurante durante uma reunião da Cipa da unidade.

A 1ª turma do TRT1 por unanimidade negou provimento ao recurso da empresa e manteve decisão da 3ª vara de Macaé que a condenou em R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).

O processo está em andamento sob o nº 0012127-02.2015.5.01.0483 e pode ser consultado através do site do Tribunal (www.trt1.jus.br).

O diretor do Sindipetro-NF, Cláudio Nunes ressalta que é de grande importância que a base envie seus manifestos para o Sindipetro-NF para que problemas deste viés sejam solucionados da forma justa. 

Com base na Carta manifesto enviada pelos trabalhadores e trabalhadoras do Edinc, a diretoria do Sindipetro-NF esclarece alguns pontos. 

Em primeiro lugar, a diretoria do SindipetroNF parabeniza aos companheiros do Edifício Novo Cavaleiros tanto pela crescente participação nas assembleias, que fazem parte das disputas do capital contra o trabalho, quanto pela elaboração de um manifesto que busca, de maneira respeitosa e construtiva, debater com a categoria petroleira alguns pontos da proposta da Petrobrás, cujo sindicato indicou aceitação, além de oportunidades de melhorias. Também, e muito especialmente, parabenizo pela aprovação massiva dos indicativos que se referem ao futuro da nossa empresa, que sofre um processo de desmonte e privatização que urge reação ainda maior da categoria petroleira e a mobilização dos trabalhadores do regime administrativo será fundamental para o sucesso desta batalha.

Sobre os pontos apresentados no manifesto, elencamos a seguir os seguintes esclarecimentos:

 - Prorrogação do ACT até 2018

            A FUP e seus sindicatos apresentaram esta demanda na reunião do dia 05/01, visto a necessidade de uma negociação que tende a ser mais difícil e com mais ataques à categoria petroleira do que a que todos nós acompanhamos nos últimos seis meses. Dentro do processo negocial chegou-se a proposta atual, onde defendemos a aprovação conjuntamente com dois outros indicativos que serão basilares para lutarmos tanto contra a privatização da Petrobrás quanto a iminente ofensiva ao nosso ACT.

            Fica cristalino, a partir da recusa da empresa na prorrogação, as reais intenções de corte de direitos e redução de benefícios que teremos que enfrentar na próxima negociação.

 

- Melhorias no site do sindicato

            Agradecemos profundamente as sugestões de melhorias ao nosso site. É muito importante termos o retorno dos visitantes para que possamos aperfeiçoar o meio de comunicação que é de todos. Podemos adiantar que em breve haverá uma modernização no nosso site.

 

- Assembleias virtuais

            Temos o entendimento de que as setoriais, reuniões e assembléias são os momentos mais importantes para que a categoria e os seus representantes eleitos possam debater sobre as proposições elencadas, além de outros informes. A realização desses encontros também tem um objetivo político dentro da disputa salutar com a empresa, onde a quantidade de participantes nas assembléias influencia diretamente as propostas apresentadas nas mesas de negociação. Podemos dar o exemplo do próprio EDINC, onde nas assembléias costumavam comparecer uma, cinco, ou quanto muito, dez pessoas. Por estas razões reafirmamos a necessidade de todos participarem presencialmente dos debates que influenciarão diretamente a vida de cada um de nós.

 - Vale refeição / Redução de Jornada

            A confusão interpretativa realmente existiu na redação da carta compromisso enviada pela Petrobrás à FUP e seus sindicatos e divulgado à toda categoria. Esses textos dúbios motivaram a Federação suspender o seu Conselho Deliberativo no último dia 18/01, conforme o link http://www.fup.org.br/campanhas/campanhas-2016-termo-aditivo/item/20532-conselho-deliberativo-da-fup-so-se-posicionara-sobre-proposta-da-petrobras-apos-receber-minutas-do-termo-aditivo . Na minuta enviada este texto foi suprimido sendo substituído pelo seguinte teor: "A Companhia manterá o Auxílio Almoço para os empregados que já o recebam ou tiverem optado por ele até 31/01/2017, enquanto permanecerem fazendo jus à essa parcela, conforme norma interna."

            A questão sobre a redução de jornada também pode ser dirimida na mesma matéria acima.  Ratificamos a necessidade de todos os empregados do regime administrativo que tenham horário flexível participarem dos debates que promoveremos a partir do próximo mês sobre a redução de jornada, que em breve será divulgado nas nossas publicações, para que possamos construir uma proposta de regramento de redução de jornada que seja equânime e justa a todos os petroleiros e petroleiras.

Por fim, incentivamos a todos que sigam o exemplo dado pelos trabalhadores lotados no EDINC para que não haja questionamentos sem respostas, seja através de manifestos, email e principalmente a partir da participação presencial em todos os fóruns de debate realizados pelo Sindipetro-NF.

Trabalhadores da P-37 denunciaram a diretoria do Sindipetro-NF, que a gestão está assediando os trabalhadores da produção para que liberem a Permissão para Trabalho (PT) de elétrica, sendo que os mesmo não são habilitados para realizar esta ação.

Os trabalhadores da produção não tem os cursos necessários para atuar na função de elétrica e fazer essa liberação estaria em desacordo com a NR-10, que regulamenta a área de serviços elétricos.  Lembrando que os mesmo também não possuem a capacitação da NR-10.

O Sindipetro-NF questionou o SMS da Petrobrás que afirmou "em caso de não ter  emitente capacitado em NR-10 ou o profissional de elétrica, a PT não é emitida, seguindo o procedimento 6.4.6.6 da Companhia.

O NF orienta  o profissional que não se sentir apto a realizar qualquer função, que utilize o direito de recusa. Nesses casos, a insistência da chefia é considerada assedio e deve ser denunciada. 

 

As novas assembleias realizadas no Norte Fluminense mantem o alto índice de aprovação dos indicativos. Até o momento, cerca de 80% dos presentes votaram a favor das propostas levantadas. 

Confira a parcial até o momento: 

1 - Apr.  Proposta 19-01
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 125 7 4
Campos 75 1 0
Edinc 48 17 0
Imbetiba 109 13 0
PT 79 10 1
PCE-1  15 6 0
PGP-1  30 1 0
PRA-1       
PPM-1 21 2 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  11 3 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  16 5 0
PCP 1/3  6 2 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  20 4 0
P-09  1 15 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  21 6 0
P-19  27 2 0
P-20  14 2 2
P-25  23 1 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  15 3 0
P-33  11 10 2
P-35  26 0 1
P-37  23 0 0
P-38  15 0 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 6 1
P-50  29 3 0
P-51 22 0 0
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  23 4 0
P-55 20 7 1
P-56 30 1 0
P-61 15 2 0
P-62      
P-63 23 7 0
P-65  7 2 1
Total 1042 142 15

 

02 - Manutenção Assemb. Permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 118 4 14
Campos 76 0 0
Edinc 45 18 2
Imbetiba 54 39 11
PT 74 8 8
PCE-1  20 0 1
PGP-1  30 0 1
PRA-1       
PPM-1 24 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  15 6 0
PCP 1/3  7 1 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 2 1
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  21 0 1
P-35  26 1 0
P-37  23 0 0
P-38  13 2 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  21 3 1
P-50  30 1 1
P-51 15 6 1
P-52  16 0 3
P-53       
P-54  27 0 0
P-55 27 1 0
P-56 31 0 0
P-61 12 5 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  9 0 1
Total 1032 101 47

 

03 - Manut. Est. Greve contra Priv. Petrobrás
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 115 6 15
Campos 76 0 0
Edinc 45 17 3
Imbetiba 71 48 3
PT 70 16 4
PCE-1  20 0 1
PGP-1  29 0 2
PRA-1       
PPM-1 22 1 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  18 3 0
PCP 1/3  5 2 1
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 3 0
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  20 1 1
P-35  26 1 0
P-37  22 1 0
P-38  13 1 1
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 1 6
P-50  26 3 3
P-51 13 7 2
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  24 1 2
P-55 25 2 1
P-56 28 1 2
P-61 14 3 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  8 0 2
Total 1025 122 51

 

 

 

Na tarde de ontem, 25, diretores do setor privado do Sindipetro-NF estiveram pela terceira vez tentando negociar com a Cetco, sem sucesso.

Depois de muitas tentativas de se chegar a um acordo sem que a empresa se mostrasse interessada em negociar, os diretores optaram por suspender a mesa e marcar uma nova data de negociação.

Vale lembrar que o Acordo Coletivo dos trabalhadores da Cetco tem data base de setembro e o índice de reajuste para o período é 8,57% segundo ICV do Dieese.

 

Os trabalhadores e trabalhadoras da Superior Energy aprovaram o ACT em assembleia realizada nesta quarta-feira, 25, seguindo o indicativo do Sindipetro-NF.

A proposta com data base de setembro atingiu ao ICV de 8,7%.

O acordo também é extensiva aos Tickets Alimentação (R$613,74) e Refeição (R$7,56), ticket-car reajustado para R$ 220,80, valido também para os que trabalham embarcados, quando forem trabalhar na base da empresa, farão jus a esse benefício, que será pago de forma proporcional aos dias trabalhados, caso o empregado não opte por receber o vale-transporte; Cesta de Natal fornecida pela empresa no mês de dezembro no valor de R$245,49; Nas dobradinhas, a empresa passará a praticar mais um feriado como dobradinha, além do Natal, Ano Novo, Dia do Trabalhador (1º de maio) e 7 de setembro.

A proposta pode ser considerada positiva, considerando que o ICV atingiu o mesmo índice da Haliburton, que deverá se reunir com a FUP e seus sindicatos na próxima semana pra discutir o ACT 2016/2017.

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