Nota de Falecimento

Setembro 16, 2018 18:03

O Sindipetro-NF noticia com pesar o falecimento de Ariosmar Santana, operador da P-43. Por Infarto fulminante às 7h da manhã desse domingo 16, na sua residência em Salvador- Bahia.
O companheiro veio transferido da refinaria de Salvador em 2008. Foi representante da Cipa e muito querido por toda equipe da unidade.
O sepultamento será realizado amanhã no jardim da saudade às 10h30.

'Vote e Revogue' é uma campanha com apoio da CUT que pede o compromisso de candidatos para que revoguem as leis de Temer, que retiram direitos da população, congelam investimentos e entregam soberania nacional

notice

Imprensa da CUT - As medidas tomadas pelo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), após o golpe de 2016, têm provocado o desmonte do Estado brasileiro e a extinção de diversos direitos de trabalhadores e trabalhadoras brasileiros, com impactos, sobretudo, à população mais pobre do país. E para revogar essas medidas, que incluem a reforma trabalhista, o congelamento dos gastos públicos por 20 anos e a entrega da soberania nacional para o capital estrangeiro, foi lançada a campanha ‘Vote e Revogue’.

O objetivo é pedir ao eleitor e à eleitora que cobrem dos seus candidatos e candidatas à Presidência da República, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal para que se comprometam, se eleitos, a apoiar a convocação de referendos revogatórios de aproximadamente 10 medidas aprovadas pelo ilegítimo Temer. Essa possibilidade está na Constituição brasileira, que prevê que a população seja ouvida também por meio de mecanismos de participação direta, como plebiscitos e referendos.

As leis e medidas de Temer que os movimentos do ‘Vote e Revogue’ querem revogar são: reforma Trabalhista; Lei das Terceirizações; Teto de Gastos - Emenda Constitucional 95; reforma do Ensino Médio; fim dos Ministérios e políticas para mulheres e de igualdade racial; desmonte da Funai e das políticas indígenas; privatização do saneamento básico; desmonte da EBC e da comunicação pública; mudanças na regularização de terras urbanas e rurais e a venda do pré-sal e entrega dos setores de gás e mineração.

Segundo a secretária de Relações de Trabalho da CUT, Graça Costa, a Central apresentou duas propostas, entre as dez eleitas como prioritárias, para a resistência da classe trabalhadora ao golpe, que retirou democraticamente uma presidenta eleita com 54 milhões de votos.

“A CUT apresentou a reforma Trabalhista, que vem promovendo um verdadeiro desmonte na legislação que garantia o mínimo de segurança e estabilidade aos trabalhadores e trabalhadoras, e também pedimos a revogação da Emenda Constitucional (EC) 95, a PEC do Teto dos Gastos Públicos, que retira investimentos durante 20 anos de áreas essenciais como saúde e educação”, explica.

“Precisamos votar em quem vai revogar essas medidas escandalosas”, destaca a dirigente.

A campanha ‘Vote e Revogue’ foi produzida pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, em parceria com o projeto “Sociedade Civil construindo a Resistência Democrática”, com o apoio da CUT, da Frente Brasil Popular e de outros movimentos sociais.

Saiba mais em: http://voterevogue.observatoriosc.org.br/

Brasil de Fato - A falta de investimentos em saúde e educação públicas e até mesmo o incêndio que destruiu o Museu Nacional, que recebe verbas repassadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tinha um acervo de 20 milhões de itens de valor incalculável, têm relação direta com as ações do governo de Michel Temer em relação à exploração do pré-sal, segundo analistas.  

O pré-sal, descoberto em 2006 durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e cuja exploração está completando 10 anos, tem, por lei, boa parte do lucro destinado para saúde e educação. Mas essa medida da então presidenta Dilma Rousseff foi sendo desmontada após o impeachment que levou Temer ao poder. 

A vice-presidente da União Nacional do Estudantes (UNE) e da coordenação nacional do Levante Popular da Juventude, Jessy Dayane, lembrou que o desmonte da Petrobras vem sendo construído com o Congresso Nacional e citou o projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP), que determinou o fim da Petrobras como operadora única do pré-sal do país. 

“Enquanto essas empresas multinacionais visam apenas o lucro imediato e não têm nenhuma relação com o projeto de desenvolvimento do país, o Estado brasileiro pode não apenas tratar de forma estratégica esse recurso petróleo que é finito, como também desenvolver a saúde, a educação e garantir os direitos do povo brasileiro”, avalia Jessy. 

Como explica Cloviomar Caranine, analista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a legislação sobre a destinação dos recursos do pré-sal para saúde e educação não mudou. Mas a alteração de quem explora é o ponto fundamental da perda de investimentos em benefícios para a população brasileira. 

“Nesse modelo de partilha, a empresa divide com a União o petróleo de lucro. Quanto menor o custo, maior a partilha. Como a Petrobras tem tecnologia, conhece e é a empresa que descobriu o pré-sal, ela tem um custo menor, então acaba sobrando mais recursos para a União”, afirma o analista do Dieese, acrescentando que a Petrobras consegue tirar um barril de petróleo do pré-sal a US$ 7 enquanto as empresas privadas gastam entre US$ 12 a US$ 14 por barril. 

Falta de investimento no Museu Nacional é projeto político, diz professor 

Professor do curso de Relações Internacionais da UFRJ, Leonardo Valente argumenta que o sucateamento da universidade pública em decorrência da PEC do Teto de Gastos e da falta de recursos vindos do pré-sal não é apenas contenção de gastos do governo federal, mas um projeto político-ideológico para colocar fim à educação pública. 

“A verba de custeio da UFRJ vem despencando e não vem sendo repassada na periodicidade que deveria, ela atrasa com muita frequência. O que vemos é uma dificuldade enorme para manutenção de atividades básicas, como pagar contas de luz e de água, funcionários terceirizados, compra de material. Isso, sem contar os grandes investimentos que estão parados, como prédios em construção há anos”, avalia.  

Segundo Valente, unidades mais complexas, como é o caso do Museu Nacional, ficaram completamente à míngua por conta da “política cruel de cortes”, ele afirma. “Não há milagre a ser feito, existe um limite de orçamento que ultrapassa qualquer regra de qualidade de gestão e sem dinheiro não existe gestão”. 

Imprensa da FUP - A direção da FUP, representada pelo petroleiro Eneias Zanelato, está participando nesta semana da reunión regional del macro sector energia / mineria / metales básicos, em Bogotá, Colombia. Promovido pela IndustriALL Global Union, o evento conta a presença de cerca de 50 participantes dos três setores de diversos países, principalmente da América Latina e Caribe.

O objetivo é traçar um diagnóstico da conjuntura geo-política dos três setores, discutir desenvolvimento sustentável e transição energética, mapear e analisar a organização sindical e definir um plano de ação frente as ameaças e oportunidades à classe trabalhadora, como por exemplo a indústria 4.0.

É a luta sindical ampliada por meio de redes internacionais para dar respostas às empresas multinacionais que insistem em precarizar as condições de trabalho.

FUP


IndustriALL Global Union representa 50 milhões de trabalhadores em 140 países, dos setores de energia e de manufatura de mineração e é uma força em solidariedade global, levando a luta por melhores condições de trabalho e direitos sindicais em todo o mundo.

Desafia o poder das empresas multinacionais e negocia com eles em um nível global. IndustriALL luta por um outro modelo de globalização e de um novo modelo económico e social que coloca as pessoas em primeiro lugar, com base na democracia e justiça social.

  • Construir sindicatos fortes
  • Organizar e aumentar a sindicalização
  • Luta pelos direitos sindicais
  • Luta contra o trabalho precário (incluindo contrato e trabalho agência)
  • Construir poder sindical para enfrentar capital global
  • Promover a política industrial e sustentabilidade
  • Promover a justiça social e globalização
  • Garantir igualdade de direitos e participação das mulheres
  • Criar locais de trabalho seguros
  • Melhorar a democracia e inclusão

Fundada em 19 de junho de 2012, a organização reúne filiais das antigas federações sindicais globais Internacional Federation (FMI), Federação Internacional da Química, Energia, Minas e dos Trabalhadores Metalúrgicos Unions (ICEM) e Internacional de Têxteis vestuário e trabalhadores de couro Federation (ITGLWF).

IndustriALL Global Union representa os trabalhadores em uma ampla gama de setores de extração de petróleo e gás, mineração, geração e distribuição de energia elétrica, para a fabricação de metais e produtos de metal, construção naval, automotivo, aeroespacial, engenharia mecânica, eletrônica, produtos químicos, borracha, celulose e papel, materiais de construção, têxteis, vestuário, couro e calçados e serviços ambientais.

Com partidas entre o Cata Cata F.C. e Espartanos, e entre Fúria Normatel e Palmeirinhas, começou ontem o 14º Torneio de Futsal do Sindipetro-NF - Lula Livre no Ginásio Juquinha do Tênis Clube de Macaé (Centro). Hoje, a partir das 19h30, a disputa é entre o Conversa Fiada e o Primos.

Doze equipes se inscreveram para participar. Além destes que tiveram jogos ontem e têm hoje, estão na competição os times  ARTMEQ, Barsemlona, Joga 10, Pré-sal, Submarino, Vikings EQSB.

O torneio acontece até 28 de setembro, com jogos às 19h30 e às 20h30. O objetivo é promover a integração entre os trabalhadores e o sindicato. O evento reúne petroleiros da Petrobrás e da empresas privadas do setor petróleo.

Veja aqui a tabela completa dos jogos.

Veja aqui mais fotos das partidas da noite de ontem.

 

[Foto: Elisângela Martins / Para Imprensa do NF]

Da Imprensa da FUP - A Petrobrás encerra nesta sexta-feira, 14, a campanha falaciosa que impôs o Plano de Cargos e Remuneração (PCR) aos trabalhadores via cooptação, terrorismo e chantagens das gerências. A FUP e seus sindicatos alertaram o tempo todo para os riscos e prejuízos que os petroleiros amargariam com perdas de direitos e insegurança jurídica, se caíssem nessa arapuca.

Aviso não faltou. Exemplos, também não. Decisões judiciais foram claras sobre a inconstitucionalidade do PCR. Os conselhos de classe também se manifestaram sobre os riscos que o plano oferece aos diversos profissionais que atuam no Sistema Petrobrás.

Quem resistiu ao canto da sereia terá seus direitos preservados e não estará exposto à insegurança jurídica do PCR (leia abaixo os esclarecimentos da assessoria jurídica da FUP). Além de um cheque em branco que será usado contra o trabalhador que aceitou vender direitos conquistados coletivamente, o plano foi uma jogada dos gestores para dividir e fragilizar a categoria. Quem caiu nessa armadilha abriu graves precedentes para que novos direitos sejam colocados à venda pela empresa.

Por isso, a FUP parabeniza cada petroleira e cada petroleiro que percebeu o que estava em jogo nessa disputa e escolheu o lado certo da luta. Não se trata só de riscos individuais, mas, principalmente, de riscos coletivos.

A categoria já viveu ataques desse tipo no passado, quando os governos neoliberais também colocaram à venda direitos históricos, como o extraturno do feriado (dobradinha), em 1999, e o ATS, em 2000. Avançaram ainda contra a quinta turma, mas foram derrotados. O mesmo não aconteceu com a progressão automática de nível a cada 12 e 18 meses, que vigorava até 1997, quando os gestores de FHC acabaram com essa conquista. A FUP levou dez anos para recuperar a progressão salarial, ao pactuar em 2007 o Plano de Classificação e Avaliação de Cargos (PCAC), que garantiu o avanço de nível por antiguidade a cada 24 meses.

Não é à toa que a atual direção da Petrobrás está desembolsando mais de R$ 1 bilhão para “comprar” esse direito. Quem aderiu ao PCR e não se enquadrar nos critérios de meritocracia estabelecidos pelos gerentes levará cinco anos para receber um nível. Ao longo de uma carreira de 35 anos, terá direito a sete níveis por antiguidade.

Essa é a verdadeira história do PCR, que os gestores tentaram vender como conto da carochinha. Como “Alice, no País das Maravilhas”, vários petroleiros preferiram escolher o caminho errado, mesmo sabendo que estavam perdidos. Para os que fizeram a leitura correta e resistiram às armadilhas, fica a certeza de que a luta é coletiva, de que novos embates virão e de que a resistência é contra a entrega da Petrobrás.

Não estamos, nem nunca estivemos à venda! Parabéns aos petroleiros que honram o valor e a importância dessa luta. O que está em jogo é a sobrevivência do Sistema Petrobrás, enquanto empresa pública, e a de seus trabalhadores, como classe organizada e detentora de um dos melhores Acordos Coletivos do país.

E agora?

O assessor jurídico da FUP, Normando Rodrigues, esclarece as principais dúvidas dos trabalhadores em relação aos rumos do PCR e do PCAC. Os questionamentos feitos pela categoria refletem o amadorismo e a irresponsabilidade com que o PCR foi gestado, à revelia das representações sindicais, e implementado a toque de caixa. Veja a seguir:

O PCAC ESTÁ NO ACORDO COLETIVO?

Uma das mentiras gerenciais recorrentes acusa o PCAC de não estar protegido pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

O PCAC foi negociado e construído em Grupo de Trabalho paritário (Petrobrás e FUP), por mais de dois anos. Quando entrou em vigência, em 2007, foi instituído por "Carta Compromisso", que era condição para assinatura do ACT 2007-2009. Portanto, uma regra anexa ao Acordo Coletivo, desde então incorporada ao patrimônio jurídico dos empregados da Petrobrás.

Com força de ACT, o PCAC oferece segurança jurídica aos trabalhadores, enquanto que o PCR explicitamente submete o trabalhador a qualquer mudança que a Diretoria Executiva resolva fazer, no futuro.

E QUANDO ACABAR O ACT?

O atual ACT terá sua vigência expirada em 31.08.2019. A partir daí, tudo o que acontecer resultará da correlação de forças entre os trabalhadores, ATRAVÉS DE SEUS SINDICATOS, e a gestão da Petrobrás e seus aliados no Governo, no Judiciário e na grande mídia golpista.

Muitos querem fugir à realidade e se iludem com o mito de “garantir os direitos do ACT, na Justiça”. Isso é uma MENTIRA, a qual, no entanto, favorece alguns espertalhões que a vendem.

O futuro do PCAC, da AMS (que o Governo Temer DECLAROU QUERER ACABAR, através da Resolução 23 da CGPAR), da Petros, da RMNR e de todos os demais direitos do melhor ACT da classe trabalhadora brasileira, depende deste embate!

SEM ACT, O PCAC ACABA?

Num cenário de impasse, em que os empregados da Petrobrás fiquem sem ACT, o PCAC passa a ser um direito individual.

Ou seja, sem o ACT, o PCAC passará a ter a mesma força que o... PCR. Com a diferença de que o PCR já pré-autoriza qualquer mudança para pior, e o PCAC não.

Claro, na relação Capital × Trabalho, nenhum direito individual está tão protegido como um direito coletivo, garantido por ACT. Daí a ironia dos gerentes que fazem terror, dizendo que o PCAC, sem o Acordo Coletivo, será frágil: usam isso para vender o PCR, que já é frágil!

O PCR ACABA COM A RMNR? E AS AÇÕES?

Um dos objetivos do PCR é reduzir as diversas tabelas salariais do mecanismo da RMNR a apenas duas. Se essa meta é verdadeira, instituir o PCR e manter a RMNR seria trocar 6 por meia dúzia.

Por sua vez, como a adesão ao PCR pré-autoriza qualquer modificação, nada impede que a regra de níveis e promoções seja modificada para excluir da ascensão funcional o empregado que tenha ações judiciais ou passivos trabalhistas a receber.

Claro, haverá aquele bacharel de plantão a dizer: “Isso seria inconstitucional! Atacaria o direito de petição (Art. 7°, XXXIV, a)!”. A resposta é simples: “Companheiro! O PCR, em si, e seus ‘cargos amplos', já atacam a Constituição (Art. 37, II)! E por isso a FUP entrou com ação de improbidade administrativa contra o presidente, diretores e conselheiros, da Petrobrás.”

EM RESUMO: Todos os direitos do ACT (PCAC; AMS; PETROS, RMNR; 14×21; 5ª TURMA...) dependem do conflito Petrobrás × Sindicatos, marcado para 2019. E o Brasil que sair das urnas, em menos de um mês, definirá esse conflito.

 

[Foto: Reprodução/Nascente]

Trabalhadores e trabalhadoras mais conscientes perceberam que a grande missão nestas eleições é de restaurar a democracia no País. O acirramento do ódio, a banalização da injustiça, a criminalização dos pobres — sobretudo quando negros e negras nas periferias —, e até traços que não eram comuns no Brasil, como a xenofobia, mergulharam a sociedade brasileira deste pós Golpe de 2016 em um caminho perigosíssimo, já trilhado por outras nações, rumo ao fascismo.

Os atentados à Caravana Lula, o assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a facada em Bolsonaro, os ataques quase diários a militantes sociais, os tiros de borracha em um candidato do PT a deputado estadual no Paraná, a detenção nesta semana de uma advogada negra em pleno exercício da profissão... são tantos os descalabros, perigosamente naturalizados, que nenhum cidadão ou cidadã, minimamente responsável, pode omitir-se.

Faz parte ainda desse pacote de ações que esgarçam a democracia a prisão injusta e política, como entendida até pelo Comitê de Direitos Humanos da Onu, do ex-presidente Lula. Trata-se de uma forma clara de tentar silenciar a vontade da grande maioria do eleitorado brasileiro que gostaria de vê-lo novamente na Presidência da República.

Os ataques à democracia são sempre ataques ao povo, que está na raiz do próprio termo (demo). E não por acaso este cenário golpista no Brasil também está tomado por uma agenda anti-popular, de reformas que cortam direitos, de medidas que congelam investimentos sociais, de adoção seletiva do discurso da austeridade fiscal.

Por isso, o Sindipetro-NF, a FUP e demais sindicatos petroleiros, representantes de uma categoria briosa, politizada e ciente da sua importância estratégica, não vão ficar em cima do muro. Nestas eleições, após o anúncio oficial da substituição da candidatura de Lula, na última terça, 11, estas entidades, assim como a CUT, apoiam a candidatura de Fernando Haddad à Presidência da República, com Manuela d`Ávila como vice, que significa a retomada do projeto de País iniciado pelos governos Lula.

Pelo Brasil, pela Petrobrás, pelo pré-sal, por um País que tem o direito de sonhar com dias melhores.

[Nascente 1057]

O Sindipetro-NF recebeu ontem, da área de SMS da Petrobrás, ponderações acerca de matéria publicada pela Imprensa do NF sobre a exposição de trabalhadores da plataforma P-33 a um forte mau cheiro (aqui).

O sindicato reafirma o incômodo sofrido pelos petroleiros a bordo, que busca ser minimizado pelos representantes da empresa. A entidade admite erro, no entanto, na informação de que teria havido um "rompimento" na tubulação. O correto é que houve um entupimento.

O NF mantém a orientação aos trabalhadores para que enviem mais informações sobre esta e outras ocorrências, acidentes e pendências de segurança nos locais de trabalho, para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Confira abaixo as ponderações enviadas ao sindicato pelo representante da área de SMS da empresa:

Sobre o forte odor

"Não houve odor no casario. Essa informação não procede. Foi localizado nas proximidades da área de descarte. Como informei, tão logo constatado, e complemento que de maneira responsável e diligente, interrompemos o descarte. Foi realizado tratamento químico com uso de biocida nos tanques de carga que possuem água armazenada, tendo sido o descarte de água produzida restabelecido sem anormalidades".

Sobre descarte do tanque de esgoto

"Sobre o esgoto sanitário, não houve mangueira improvisada. Isso também não procede. O que ocorreu foi um entupimento na tubulação de saída do tanque de rejeito. Informei que devido a uso inadequado do sistema de esgoto sanitário, onde foram descartados materiais como trapos, pedaços de corda, entre outros. Foi necessário utilizar um mangote para desviar o fluxo durante a intervenção para abertura das linhas originais para desobstrução. Após intervenção, não foi constatado odor na praça de máquinas e corredores".

Sobre a tubulação

"Em momento algum mencionei rompimento. Disse entupimento. Da forma que ficou traz interpretações equivocadas. Lembrando que no desentupimento foram encontrados trapos e cordas".

 

 

Jaqueline Deister / Brasil de Fato - O Brasil está a menos de um mês das eleições que traçarão o rumo do país para os próximos quatro anos. No meio de um cenário político polarizado e do desemprego atingindo mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), partidos políticos apresentam projetos de recuperação econômica do país que passam pela privatização das empresas públicas. Em entrevista ao Brasil de Fato, o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), Leonardo Ferreira, destaca a importância das empresas públicas para a melhoria da economia brasileira.

Brasil de Fato: A Petrobras é a que mais investe em pesquisa e desenvolvimento e contribui para o Produto Interno Bruto (PIB) do país. Qual o impacto direto de seu funcionamento para a população brasileira?

Leonardo Ferreira: O impacto passa pelo preço do combustível, mas, principalmente, na função social que a Petrobras tem de geração de emprego. Hoje, lamentavelmente, vivemos um alto índice de desemprego, as pessoas estão sem esperança de conseguir trabalho e tudo por conta de falta de investimento na Petrobras. No estado do Rio, temos o Comperj fechado, a falta de investimento nos campos maduros na Bacia de Campos, no Norte Fluminense, onde a cada dia temos quase que 200 mil barris de petróleo a menos por falta de investimento na empresa. Há quase cinco anos, a Petrobras investia no Brasil quase R$ 300 milhões por dia.

Nos últimos dois anos, a ideia de privatização das empresas públicas tem se tornado mais forte. Como destaca a importância do papel dos trabalhadores em defesa das empresas públicas?

Ainda falta consciência para a grande massa de trabalhadores, mas o seu papel é fundamental. Só a unidade da classe trabalhadora vai conseguir enfrentar esse desmonte das empresas públicas que são importantíssimas para o desenvolvimento do país. Em 2008, as empresas que fizeram o Brasil passar ileso pela crise mundial foram os investimentos do BNDES, Caixa Econômica e Banco do Brasil e também o investimento na Petrobras. Por isso que defendemos que as empresas nacionais sejam fortes e funcionem como molas indutoras do país para que possam gerar emprego para toda a nação com o desenvolvimento de toda a cadeia do petróleo.

O Brasil está a menos de um mês das eleições e vive um momento de incerteza e polarização política. Qual a sua expectativa para a composição da Câmara e do Senado para 2019?

Temos hoje o Congresso mais retrógrado e entreguista, o pior desde 1964 que não atende aos interesses do Brasil. É a hora do trabalhador e trabalhadora entenderem que, principalmente na Câmara dos Deputados, chegou o momento de colocarmos pessoas nossas que estejam comprometidas com a causa e as agendas dos trabalhadores. Faltam petroleiro, bancário, professor, metalúrgico, químico, pessoas que de fato levem nossas pautas e demandas para Brasília. O trabalhador não pode anular ou achar que não precisa participar de eleição, ou fazemos uma bancada forte dos trabalhadores, ou serão mais quatro anos de terra arrasada das nossas lutas e demandas.

O próximo presidente do Brasil terá uma árdua tarefa para governar um país com uma população dividida. Para o senhor, quais serão os desafios para o próximo presidente eleito?

Sem investir no povo, em saúde, educação e, principalmente, na geração de emprego, que está diretamente relacionada à segurança pública, por exemplo, não conseguiremos pacificar o país. O papel desse presidente vai ser criar oportunidades para as pessoas. O único projeto que conseguiu fazer com que Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Furnas e todas essas empresas alavancassem a economia do país foi o do ex-presidente Lula que, lamentavelmente, hoje sofre uma perseguição. Acredito que ou é a candidatura do ex-presidente, ou, na ausência dele, é o Fernando Haddad para que o país volte a crescer.

 

[Originalmente publicado pelo Jornal Brasil de Fato, aqui]

Imprensa da CUT - O acordo salarial conquistado pelos bancários e bancárias no final de agosto, que garantiu à categoria um reajuste salarial de 5% – reposição integral da inflação e aumento real estimado em 1,18% –, terá um impacto positivo de aproximadamente R$ 10 bilhões na economia brasileira até o final deste ano, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Segundo a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, os ganhos são fundamentais para a retomada do crescimento, por garantir o poder de compra dos trabalhadores, o que, por sua vez, movimenta a economia.

"Quanto mais direito o trabalhador tem, quanto melhor o salário, mais a economia ganha", afirma Juvandia à repórter Michelle Gomes, do Seu Jornal, da TVT.

"Ao contrário do que alguns candidatos estão dizendo que para ter emprego não pode ter direitos e, isso é um absurdo, na verdade, é quando você tem emprego de qualidade com salário direito é que a economia ganha e gera mais empregos ainda", explica a presidenta.

Desde 2004, os bancários têm conquistado ganho real e, com o novo acordo, o aumento acumulado até 2019 será de cerca de 23% nos salários e 44,7% no piso da categoria.

Do Nascente 1057 - Na semana passada, entre os dias 3 e 6, o Terminal de Cabiúnas recebeu um grupo de profissionais para realização de Perícia Judicial em processo movido pelo Sindipetro-NF, que busca comprovar a exposição ao Benzeno na unidade. 

A perícia foi acompanhada pelo médico do trabalho do sindicato, Ricardo Garcia. Não houve autorização para que um sindicalista também acompanhasse a atividade. Os peritos estão em fase de elaboração do relatório. A entidade, se for o caso, ainda terá prazo para contestar o resultado.
A entidade também busca o levantamento da exposição do benzeno em todas as plataformas da região.

ANP

Na quarta, durante o fechamento da edição do Nascente, a base de Cabiúnas também estava recebendo auditoria da ANP (Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis). O diretor Cláudio Nunes representou o NF no acompanhamento da auditoria.

A diretoria do Sindipetro-NF convoca os trabalhadores da Saybolt para uma assembleia no dia 18 de setembro, para apreciação e votação da proposta de ACT 2017-2018 apresentada pela empresa.

A Assembleia será na sede do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense situada na Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, nº. 257 – Centro – Macaé – RJ, às 18h primeira convocação, e 18h30 segunda convocação, com qualquer quórum. Veja edital anexo.

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Sede MacaéMacaé

Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257 Centro - CEP 27910-330 Telefone: (22) 2765-9550

Sede CamposCampos

Av. 28 de Março, 485 Centro - CEP 28.020-740 Telefone: (22) 2737-4700