O Norte Fluminense abre as assembleias de avaliação da proposta de aditivo ao Acordo Coletivo 15/17 seguindo o indicativo do SindipetroNF: aprovar para lutar. 

No total, segundo atas já analisadas, os indicativos apontados apresentam aceitação de, aproximadamente, 90% dos presentes.

Confira o quadro atualizado:

 

 

1 - Apr.  Proposta 19-01
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 20 4 1
Campos      
Edinc      
Imbetiba      
PT      
PCE-1  15 6 0
PGP-1  30 1 0
PRA-1       
PPM-1 21 2 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  11 3 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  16 5 0
PCP 1/3  6 2 0
PCP 2   6  0  0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  20 4 0
P-09  1 15 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  21 6 0
P-19  27 2 0
P-20  14 2 2
P-25  23 1 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  15 3 0
P-33  11 10 2
P-35  26 0 1
P-37  23 0 0
P-38  15 0 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 6 1
P-50  29 3 0
P-51 22 0 0
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  23 4 0
P-55 20 7 1
P-56 30 1 0
P-61 15 2 0
P-62      
P-63 23 7 0
P-65  7 2 1
Total 626 98 11
       
02 - Manutenção Assemb. Permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 20 1 4
Campos      
Edinc      
Imbetiba      
PT      
PCE-1  20 0 1
PGP-1  30 0 1
PRA-1       
PPM-1 24 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  15 6 0
PCP 1/3  7 1 0
PCP 2   6  0  0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 2 1
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  21 0 1
P-35  26 1 0
P-37  23 0 0
P-38  13 2 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  21 3 1
P-50  30 1 1
P-51 15 6 1
P-52  16 0 3
P-53       
P-54  27 0 0
P-55 27 1 0
P-56 31 0 0
P-61 12 5 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  9 0 1
Total 685 33 16
       
03 - Manut. Est. Greve contra Priv. Petrobrás
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 24 0 1
Campos      
Edinc      
Imbetiba      
PT      
PCE-1  20 0 1
PGP-1  29 0 2
PRA-1       
PPM-1 22 1 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  18 3 0
PCP 1/3  5 2 1
PCP 2   6 0  0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 3 0
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  20 1 1
P-35  26 1 0
P-37  22 1 0
P-38  13 1 1
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 1 6
P-50  26 3 3
P-51 13 7 2
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  24 1 2
P-55 25 2 1
P-56 28 1 2
P-61 14 3 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  8 0 2
Total 672 35 27

Os trabalhadores e trabalhadoras da Cherne-1 enviaram ao Sindipetro-NF uma carta manifesto, assinada por 25 companheiros e companheiras, em defesa da Petrobras.

O Sindipetro-NF parabeniza a unidade pelo gesto. Todos nós repudiamos as medidas anunciadas pelo governo interino de Michel Temer (PMDB) de abrir a exploração do Pré-Sal para as multinacionais.

 Por isso, nossa orientação é que as demais plataformas, que compreendem a importância de levantamos esse tema pela defesa do Brasil, a também enviarem seu manifesto em defesa do nosso patrimônio.

 

Confira o manifesto na integra:

Os trabalhadores e trabalhadoras embarcados na plataforma marítima de Cherne-1, cientes de suas responsabilidades com a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), vem através deste manifesto alertar toda a categoria petroleira, sobre o momento de ataques internos e externos, que vem sofrendo a companhia. Queremos lembrar aos demais companheiros que trabalhar nesta empresa, vai muito além da defesa do sustento de nossas famílias.Trabalhar na Petrobras e estar compromissado com a defesa da soberania do país, e com a defesa dos recursos naturais e energéticos do Brasil.

Cientes desta responsabilidade, convidamosa todos os trabalhadores e trabalhadoras do sistema Petrobras, independente do cargo ou função que exerçam nesta companhia, a se manifestarem na defesa deste patrimônio, que é do povo brasileiro, posicionando-se contra a dilapidação da Petrobras.

Entendemos que a venda dos ativos da empresa é um crime de lesa pátria, e que os interesses por trás das vendas destes ativos, não são os mesmos, nem dos trabalhadores e trabalhadoras desta empresa, nem da classe trabalhadora e nem do povo brasileiro.

Solicitamos ao Sindipetro-NF, que publique no seu site este manifesto, para que o maior número possível de petroleiros tome ciência da sua responsabilidade diante deste desafio.

As bases de terra começaram as assembleias. Na manhã desta segunda-feira, 23, os trabalhadores e trabalhadoras do grupo B da UTGCAB votaram sobre a aprovação da proposta do Termo Aditivo aos ACT 2015-2017, apresentada no último dia 19/01; A Manutenção do Estado de Assembleia Permanente e a manutenção do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás.

As demais bases terrestres devem votar até sexta-feira, 27, quando será encerrada a votação e teremos o resultado final.

O Sindipetro-NF recebeu a Ata da assembléia realizada pelos petroleiros da P-09 juntamento com um manifesto e um pedido de divulgação no site. O coordenador Geral do SindipetroNF, Marcos Brêda, agradeceu à manifestação dos trabalhadores e respondeu o documento.

Manifesto dos trabalhadores de P-9

Consideramos que a proposta apresentada pela empresa em 19/01 é um retrocesso em relação a anterior em alguns pontos:
 
- O reajuste total na anterior seria de 8,97% ante 8,57% desta última, teremos um ganho devido a retroatividade a setembro/2016 mas, o reajuste de setembro/2017 virá sobre um valor menor, perpetuando assim uma perda salarial. 
- Na proposta anterior a empresa havia confimado as horas extras a 100%, nesta ela não deixou explicito o percentual que será pago, apenas informa da abertura de comissão para debater o tema. Inclusive deixa explícito que em caso de não consentimento entre sindicato e empresa valerá a última reunião da comissão.
 
Sendo assim nós, trabalhadores de P-9, consideramos que esta proposta é pior que a apresentada em dezembro.
 
Atenciosamente,
 
Trabalhadores de P-09
 
Resposta manifesto P-09


Em nome da diretoria do SindipetroNF, parabenizo os companheiros da P-09 tanto pela participação nas assembleias que fazem parte das difíceis negociações do aditivo ao ACT 15/16 quanto pela elaboração de um manifesto que busca, de maneira respeitosa e construtiva, debater com categoria alguns pontos da proposta da Petrobrás, cujo sindicato indicou aceitação. Também, e muito especialmente, parabenizo pela aprovação massiva dos indicativos que se referem ao futuro da nossa empresa, que sofre um processo de desmonte e privatização que urge reação ainda maior da categoria petroleira e será tema da próxima reunião do Conselho Deliberativo da FUP.

Sabe-se que é inerente da democracia a divergência de ideias, portanto é esperado que existam pensamentos que apresentem meios diferentes, apesar de fazerem parte de um desfecho que anseia o mesmo fim. Nesse sentido, a diretoria tem a absoluta clareza de que os companheiros da P-09 escreveram o manifesto no propósito de ajudar no debate para que as consequências da apreciação da proposta da empresa seja boa para todos os petroleiros e petroleiras. 

Provido do mesmo espírito dialético, a diretoria respeitosamente discorda do manifesto apresentado e reitera sua posição de indicar aceitação à última proposta da Petrobrás que, indubitavelmente, é melhor que a penúltima proposta apresentada em mesa.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que a proposta do dia 19 mantém a cultura negocial entre as partes - empresa e trabalhadores - focando, apenas, em cláusulas econômicas. Na proposta a priori dessa, a companhia insistia em modificar uma cláusula que diz respeito a milhares de petroleiros e petroleiras ao tentar impor uma redução de jornada com redução de salários sem uma regra justa para tal. É importante frisar que, nesses momentos adversos, de intenso ataque a classe trabalhadora, acordos bianuais intercalados de discussões estritamente econômicas nos dá fôlego para batalhar pela manutenção dos direitos que conquistamos - com muita luta - nos  últimos anos.

Em segundo lugar, na visão da diretoria os companheiros apresentam certo equívoco nos pontos que foram levantados no manifestos, da seguinte maneira:

Sobre o reajuste

Argumento quantitativo: valores salariais determinísticos e estocásticos

A negociação salarial acontece fundamentada no aditivo ao ACT que vale de set/16 à set/17. Essa é a parte determinística do acordo, cujas variáveis são mensuráveis e, portanto, podem ser representadas por uma equação cujo resultado é factível. Nesse sentido, a proposta inteira de 8,57% nos proporciona um ganho financeiro de 0,78% em comparação a proposta particionada de 6,00% + 2,97%.

Vale salientar que a diretoria entende que os companheiros façam projeções acerca das demais negociações de 2017 adiante, até mesmo porque esse assunto foi amplamente debatido nos sindicatos através da Federação Única dos Petroleiros. Nesse sentido, alertamos para o fato de que essas extrapolações são de fruto estocástico e, portanto, requer muito cuidado na análise.

Pode existir um cenário no qual a proposta de 6% + 2,97% seria mais vantajosa, uma vez que o ganho no salário, teoricamente, ficaria incorporado “para sempre”. Todavia, argumentamos que essa é uma falsa impressão, uma vez que aberta a prerrogativa para ajustes parcelados, a empresa certamente usaria dessa tática para tentar nos impor perdas salariais de curto ou longo prazo. Ou seja, nos anos de 2017/18/19 e adiante certamente enfrentariamos sistematicamente argumentos de reajustes parcelados - “mas vocês aceitaram em 2016!” - que pelos mesmos raciocínios que utilizaram no manifesto, acabariamos por estabelecer perdas salariais até que cheguemos a uma situação irrecuperável ao longo do tempo.

Além disso, dinheiro tem valor no tempo, justamente por causa da inflação e investimentos. Portanto, a diferença de vantagem nos reajustes funciona semelhante aos prós e contras de uma venda à prazo ou à vista e, assim, deve ser considerada. No cenário nacional corrente é mais vantajoso ter o dinheiro em mãos do que esperar até 2019 (ano no qual a perda salarial do reajuste de 6,00% + 2,97% se recupera numa simulação ideal, inflação 0%) pois vivemos um momento de crise e, consequentemente, riscos em investimento. 

Argumento quantitativo: o ICV-Dieese e os desligamentos

Há, ainda, variáveis que vão além dos números e que, portanto, são de importante análise.

O primeiro deles versa acerca da importância de se considerar um índice dos trabalhadores e feito pelos trabalhadores, através do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômicos (Dieese). Mesmo que no período ele seja ligeiramente inferior ao IPCA - do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísitca (IBGE) - a valorização do Indíce de Custo de Vida (ICV) leva o cálculo feito pelos trabalhadores a um nível de maior importância, fato crucial para o futuro incerto que viveremos no país oriundo do Golpe de Estado que sofremos.

Vale destacar que o ICV foi criado, justamente, pela alta manipulação que ocorria nos índices do IBGE no período ditatorial - pós Golpe de 64 - e que quanto mais confiança ele tiver mais terá capacidade de combater um possível possível IPCA contaminado pelo golpismo (só para ilustrar: Temer já trocou o comando do IBGE e do IPEA).

O segundo diz respeito aos companheiros e companheiras que deixaram (ou vão deixar) a empresa entre setembro/16 e fevereiro/17 que não seriam contemplados com a proposta particionada encerrando, assim, sua passagem pela empresa no prejuízo.

Sobre a Hora Extra

Não houve mudança alguma na cláusula referente ao percentual a ser pago pela Hora Extra. Ela continua a mesma, com validade até agosto de 2017, do mesmo modo que todas as cláusulas sociais do ACT 2015/2017.

O SindipetroNF reitera que é totalmente contra a mudança do percentual de remuneração das HEs. Talvez tenha ocorrido algum mal entendido acerca da notícia mentirosa que a empresa soltou sobre a aplicação da redução de jornada em abril/2017 mesmo sem o consenso com a FUP.

Por fim, salientamos que a posição da FUP e seus sindicatos como está escrito no aditivo é discutir, exclusivamente, o número de Horas Extras gerenciáveis (que são convocadas pelo gerente) realizadas e seu respectivo pagamento, não está no escopo da comissão  modificar a valoração das horas extras.


Um forte abraço a todos companheiros e companheiras da P09 e até a vitória, sempre!

Marcos Brêda
Coordenador Geral do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense

Os petroleiros do Sindipetro Ceará/Piauí elegeram a chapa 01, União e Luta, para a diretoria que assumirá a gestão do Sindicato no triênio 2017-2020. A Chapa teve o apoio da FUP e da CUT.

O novo presidente do Sindipetro será Jorge Oliveira (Offshore) e o vice, André Alencar (Lubnor)

.

A apuração dos votos terminou por volta de 23h de sexta-feira (20) e por diferença matemática, declarou vencedora a chapa 01.

Totalizaram 200 votos para chapa 01 e 186 para a chapa 02, além de 3 votos nulos. Ao todo, foram registrados 389 votos, sendo que 13 votos "em separado" não foram contabilizados devido a diferença matemática definir a chapa 01 vencedora.

A FUP parabeniza a nova diretoria eleita e todos os trabalhadores que participaram do processo eleitoral, fortalecendo democraticamente a entidade para os embates e desafios que estão postos à categoria.

 

Fonte: Sindipetro-CE/PI

A diretoria do Sindipetro-NF alerta à categoria petroleira sobre a importância de se aprovar os outros dois indicativos de manutenção do Estado de Assembleia Permanente e manutenção do Estado de Greve contra as privatizações do Sistema Petrobrás. "Durante o processo de negociação do ACT, a onda de privatização e fatiamento da Petrobras não parou" - alerta o diretor Sergio Borges.

Ele lembra que nesse período as visitas dos investidores às áreas da Companhia não pararam, assim como a Direção da Petrobrás, encabeçada pelo tucano Pedro Parente continuou pautando a venda de ativos e os desinvestimentos. A última demonstração foi a movimentação no sentido de uma parceria com a empresa francesa Total, que passaria a operar parte da refinaria Landulpho Alves, na Bahia. Por causa de uma manifestação da categoria petroleira, os investidores não conseguiram fazer a visita.

Estão na mira dos investidores internacionais refinarias, termoelétricas e fábricas de fertilizantes. Erra quem acha que a Bacia de Campos está fora disso! 

"Aqui na Bacia de Campos temos muitos Campos Maduros. Existem projetos de substituição de plataformas próprias no Campo de Marlim, por navios afretados" - afirma Borges. Ele ressalta à categoria que a luta em defesa da Petrobrás e a defesa dos direitos previstos no ACT precisam ser intensas e vão acabar se cruzando durante o ano de 2017, porque a Petrobrás já sinalizou em mesa que pretende cortar benefícios da categoria. Além disso, existe o fim da ultratividade determinada pelo Ministro Gilmar Mendes, que só garante as conquistas quando um novo Acordo for pactuado. A hora é de se preparar para um ano de muita luta.

 

Os petroleiros do Norte Fluminense realizam a partir de hoje, 20, assembleias para avaliar o indicativo do Conselho Deliberativo da FUP de aprovação da proposta de Termo Aditivo do ACT apresentada no dia 19 de janeiro pela Petrobrás. Dois outros indicativos de Manutenção do Estado de Assembleia Permanente do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás também devem ser avaliados  pela categoria.

As bases de terra começam na segunda, 23 a realizar assembleias. A diretoria do NF definiu como próximo passo a realização de um seminário na região para debater as estratégias que sairão de um Conselho Deliberativo da FUP, com objetivo de definir um calendário de lutas contra a privatização da Petrobrás.

Também será convocada uma reunião com os trabalhadores do administrativo com horário flexível para definir propostas a serem levadas para a Comissão de Regime de Trabalho, que debaterá a redução de jornada do ADM com redução de salário.

Calendário de Assembleias

PT segunda, 23 13h
Del. de Campos terça, 24 10h
Praia Campista quarta, 25 13h
Edinc quinta, 26 13h

Cabiúnas:
Grupo B segunda, 23 7h
Grupo C, ADM terça, 24 7h
Grupo E quarta, 25 23h
Grupo D quinta, 26 7h
Grupo A sexta, 27 23h


Plataformas: de sexta, 20, a domingo, 22, com retorno das atas até às 12h da segunda, 23.

Indicativos:
1- Aprovação da proposta do Termo Aditivo aos ACT 2015-2017, apresentada no último dia 19/01.
2 - Manutenção do Estado de Assembleia Permanente.
3 - Manutenção do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás.

A direção do Sindipetro-NF encaminha o indicativo de aceitação para a proposta apresentada pela Petrobrás acerca do aditivo do ACT 2016/ 2017.

Se for da vontade soberana dos trabalhadores do Norte Fluminense, que serão consultados democraticamente mediante assembléia geral, podemos chegar ao final de uma campanha difícil para os petroleiros e petroleiras, garantindo a manutenção dos nossas conquistas não apenas pelo embate paredista que tivemos - com diversas mobilizações durante o ano - mas também pela demonstração de estratégia muito bem apresentada pela categoria.

Esse trajeto que durou quase cinco meses, tempo de negociação bem diferente dos últimos anos que trouxeram diversas conquistas aos petroleiros, nos proporciona uma noção da nefasto contexto que nos cerca, fruto de um Golpe que foi construído para prejudicar a classe trabalhadora nacional. Por exemplo, os companheiros bancários fizeram mais de um mês de greve, com desconto salarial e perseguições diversas, e não conseguiram a reposição inflacionária na data base.

Vale relembrar, ainda, que a empresa não poupou esforços para retirar direitos básicos da categoria - como HE a 100%, redução financeira de benefícios e salários e redução de jornada de maneira ineficiente – mesmo num cenário que se deveria, por respeito a cultura negocial do acordo, discutir apenas valores financeiros.

Ademais, não obstante aos ataques aos direitos trabalhistas, a gestão liderada pelo golpista Parente ainda demonstrou ter a intenção de envolver o judiciário na negociação do acordo coletivo.

Justamente o Poder que acabou com a ultratividade dos acordos, impôs descontos de dias de greve a funcionários públicos e permitiu uma PEC que congelou os investimentos sociais no país.

A correta leitura desta conjuntura será, indubitavelmente, crucial para que os  petroleiros e petroleiras enfrentem com habilidade e eficiência, a luta inevitável que se aventa: defender a Petrobrás contra a privatização oriunda da imposição de uma ideologia neoliberal.

O Sindipetro-NF disponibiliza abaixo o modelo de ATA para ser usado nas assembleias das plataformas.

As assembleias devem ser realizadas entre hoje, 20, e domingo, 22, com retorno das Atas até o meio-dia, desta segunda-feira, 23.

A ideia é que os companheiros e companheiras façam a sua parte nesta luta, votando sobre a aprovação da proposta do Termo Aditivo ao ACT 2015-2017, apresentada no dia 19/01, a manutenção do estado de assembleia permanente, além da manutenção do estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobrás.   

 

INDICATIVOS

 

•           Aprovação da proposta de Termo Aditivo do ACT 2015/2017, apresentada no dia 19/01

 

•             Manutenção do estado de assembleia permanente         

 

•             Manutenção do estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobrás

CUT - A Central Única dos Trabalhadores manifesta seu pesar pela morte de Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal, e dos demais ocupantes da aeronave que caiu nesta quinta-feira em Paraty, e sua solidariedade aos familiares, amigos e ao Judiciário brasileiro como um todo.

Pela importância e o papel que cabia a Zavascki neste momento da história nacional, somamo-nos àqueles que exigem que a investigação sobre as razões da queda do avião seja feita de forma transparente, célere, responsável e com a participação de observadores indicados pela sociedade civil brasileira e internacional.

Esperamos que a tragédia seja tratada com o respeito e seriedade que a Nação merece e exige.

Esses sentimentos são compartilhados pelo Sindipetro-NF.

 

Nascente 975 - Após mentir para a categoria, a Petrobrás enviou para a FUP a minuta do Termo Aditivo negociado com a FUP e seus sindicatos na mesa ocorrida na quarta. Com base nessa nova proposta e seguindo a orientação do Conselho Deliberativo da FUP, o Sindipetro-NF convoca assembleias de 20 a 27 de janeiro para avaliar o indicativo de aprovação da proposta apresentada no dia 19 de janeiro (veja calendário abaixo).

Na visão da diretoria do NF, conquistar o reajuste dos salários com base no ICV-Dieese é muito positivo, visto que esse índice é apurado por uma organização ligada à classe trabalhadora. Outros índices podem sofrer manipulações, como já foi feito no passado.

Em reunião colegiada, a diretoria do NF definiu como próximo passo a realização de um seminário na região para debater as estratégias que sairão de um Conselho Deliberativo da FUP, com objetivo de definir um calendário de lutas contra a privatização da Petrobrás.

Também será convocada uma reunião com os trabalhadores do administrativo com horário flexível para definir propostas a serem levadas para a Comissão de Regime de Trabalho, que debaterá a redução de jornada do ADM com redução de salário.

“Levamos cinco meses para negociar essa proposta de Termo Aditivo ao ACT numa conjuntura nacional de golpe e de ataque aos direitos da classe trabalhadora. A proposta atual repõe a inflação e mantém nossos benefícios conquistados com a luta da categoria petroleira” - explica o Coordenador do NF, Marcos Breda.

Calendário de Assembleias

PT segunda, 23 13h
Del. de Campos terça, 24 10h
Praia Campista quarta, 25 13h
Edinc quinta, 26 13h

Cabiúnas:
Grupo B segunda, 23 7h
Grupo C, ADM terça, 24 7h
Grupo E quarta, 25 23h
Grupo D quinta, 26 7h
Grupo A sexta, 27 23h


Plataformas: de sexta, 20, a domingo, 22, com retorno das atas até às 12h da segunda, 23.

Indicativos:
1- Aprovação da proposta do Termo Aditivo aos ACT 2015-2017, apresentada no último dia 19/01.
2 - Manutenção do Estado de Assembleia Permanente.
3 - Manutenção do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás.

 

 

Imprensa da FUP - Após mais de quatro meses de embate com a nova gestão da Petrobrás, que chegou, inclusive, a buscar uma mediação no TST, que a FUP negou veementemente, garantimos na mesa de negociação que nenhum direito dos petroleiros fosse usurpado.

Mesmo em um cenário político e econômico de intensos retrocessos e ataque aos direitos trabalhistas e arrocho salarial, barramos o desmonte do ACT e conquistamos a reposição do ICV Dieese para toda a categoria. 

Foi uma negociação dura, onde a Petrobrás quis congelar a tabela salarial com reajuste zero, e, nas propostas seguintes, tentou impor à categoria práticas neoliberais, ao escalonar e depois parcelar os índices oferecidos, sendo que o primeiro nem sequer cobria a inflação do período.

Paralelamente a isso, a administração Pedro Parente trouxe para o Termo Aditivo questões relacionadas a regimes e a jornadas de trabalho, cláusulas que estavam fora do escopo da negociação, mas que os gestores tentaram alterar, para flexibilizar e reduzir direitos. Outro impasse criado pela direção da companhia foi o descumprimento do acordo assinado com a categoria, quando tentou recuar na implantação do ATS para os trabalhadores da Araucária Nitrogenados.

Com firmeza na mesa de negociação e o respaldo dos trabalhadores nas mobilizações, a FUP conseguiu preservar o ACT, garantir a reposição do ICV/Dieese e uma proposta concreta de anuênio para os companheiros da Fafen-PR.  Garantimos o reajuste do auxílio almoço, uma conquista que impacta diretamente 13 mil petroleiros, e remetemos para a Comissão de Regimes de Trabalho a proposta da empresa de redução de jornada com redução de salário, de forma a preservar os direitos dos trabalhadores e impedir que os gestores façam disso mais uma ferramenta de assédio.

Além disso, pela primeira vez teremos a chance de debater com a empresa as horas extras gerenciáveis, não com o objetivo de discutir percentuais, mas sim de desmontar essa vergonhosa caixa preta, que há anos serve aos amigos do rei.

O Conselho Deliberativo da FUP, portanto, indica a aprovação da proposta conquistada às assembleias que começam a partir desta sexta-feira, 20. Vencida mais essa etapa da nossa luta, o esforço da categoria agora tem que ser revertido para impedir a entrega da Petrobrás, com uma reação forte em todo o país. Por isso, estamos indicando estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobras e convocando um Conselho Extraordinário, entre os dias 30 de janeiro e 01 de fevereiro, para debater estratégias contra o desmonte da empresa e um amplo calendário de lutas para nos contrapormos à privatização.

INDICATIVOS

•             Aceitação da proposta de Termo Aditivo do ACT 2015/2017

•             Manutenção do estado de assembleia permanente          

•             Manutenção do estado de greve contra as privatizações no Sistema Petrobrás

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