Devido ao atraso na abertura do 13º Congrenf, não foi possível realizar na segunda 26, às 23h, a assembleia do Grupo E de Cabiúnas. Por conta dessa situação a diretoria do Sindipetro-NF remarcou para esta terça, 27, no mesmo horário a assembleia que avaliará o indicativo de realização de Greve Geral no dia 30 de Junho. 

O modelo indicado de greve em Cabiúnas para o dia 30 é o mesmo utilizado pela categoria na greve do dia 28 de Abril, com corte de rendição. 

 

Além de debater ideias e propostas para a pauta de reivindicações e para atuações no cenário político brasileiro, os delegados e delegadas do 13° Congrenf (Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense) têm a oportunidade de ter acesso a produtos agroecológicos produzidos no Assentamento Oswaldo Oliveira, na região serrana de Macaé, onde acontece o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS).

De acordo com o assentado e dirigente do MST, Mauro dos Anjos, as frutas, verduras e legumes do assentamento não são cultivadas com o uso de agrotóxicos. Desde o início da luta pela desapropriação do local, em 2008, a proposta dos produtores é a de empreender um cultivo limpo, que prejudique a natureza e a saúde.

O Sindipetro-NF é um parceiro antigo do MST. Na sede de Campos dos Goytacazes, acontece a feira com produtos do Acampamento Luiz Maranhão. Em Macaé, a proposta é a de que a promoção da feira do assentamento Oswaldo Oliveira também se torne frequente nas atividades petroleiras e nos bairros.

Assentamentos do MST em todo o estado também participam, anualmente, da Feira Estadual da Reforma Agrária Cícero Guedes, no Largo da Carioca, no Rio.

Entre as atividades culturais do 13° Congrenf (Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense), que entra hoje no segundo dia, no Teatro do Sindipetro-NF, em Macaé, está a exposição e venda da primeira edição brasileira do livro "Canto épico a la ternura", que reúne as letras de 158 canções, de 100 compositores de 17 países, que registram a trajetória e a obra política do revolucionário Che Guevara, assassinado em 1967, aos 39 anos, na Bolívia.

De acordo com o petroleiro Marlúzio Ferreira Dantas, que integra a Associação Cultural José Marti, uma das responsáveis pela edição e divulgação da obra, o livro é mais uma contribuição para a memória do movimento revolucionário e para a formação de novas gerações. A reunião das canções foi feita, durante mais de 30 anos, pelo jornalista e professor Santiago Rony Feliú.

"Neste momento, em que na América Latina governos e ativistas progressistas buscam formas de interação e alternativas para combater o capitalismo e as investidas imperialistas, o pensamento de Che necessita manter-se ainda mais vivo", defendem os editores, em texto de apresentação do livro.

 

[Da Imprensa da FUP] Com uma das mais baixas participações dos eleitores, terminou nesta segunda-feira, 26, o processo eleitoral para escolha dos representantes dos trabalhadores nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. A votação foi encerrada às 17h e logo em seguida, iniciada a apuração.

Dos 140.898 participantes e assistidos da Petros, 19.109 votaram para os Conselhos da Fundação, ou seja, apenas 13,56% dos eleitores. Nas últimas eleições, a média de participação foi de 19%.

Com 497 votos de diferença para a chapa apoiada pela FUP e por seus sindicatos, a dupla Ronaldo Tedesco e Marcos André venceu a eleição para a vaga do Conselho Deliberativo. Eles obtiveram 5.913 votos, contra 5.416 votos conquistados pelos petroleiros Rafael Crespo e André Araújo, que ficaram em segundo lugar. 

Seis duplas disputaram a eleição para o Conselho Deliberativo, que contou com a participação de pouco mais de 19 mil eleitores. Foram registrados 331 votos em branco e 191 votos nulos.

No Conselho Fiscal, a dupla vencedora foi Vânia Mattos e Cardoso, com 6.577 votos obtidos, enquanto a chapa apoiada pela FUP e por seus sindicatos, Arthur Ferrari e Maia, conquistou 6.456 votos. Uma diferença de apenas 121 votos. Ao todo, três duplas disputaram a eleição, que registrou 517 votos brancos e 246 nulos. 

Problemas na votação

Segundo o conselheiro deliberativo eleito, Paulo César Martin, em todo o país os participantes e assistidos da Petros reclamaram de dificuldades para votar por telefone. "Temos centenas de casos de petroleiros que não receberam a senha pelos Correios e também não conseguiram obter a segunda via por telefone, devido ao congestionamento das linhas da Petros", afirmou. Para ele, esse e outros problemas impediram muitos participantes e assistidos de votarem.

 

[Brasil de Fato e CUT Brasil] Michel Temer e seus aliados tomaram o poder em nosso país com a promessa de recuperar a economia e trazer estabilidade política. No entanto, passados mais de um ano do golpe, a crise política e econômica se aprofunda.

O desemprego aumentou e agora atinge 14 milhões de pessoas - 13,7% da população economicamente ativa. O crescimento econômico não foi retomado e não há perspectivas de que seja. E a baixa inflação – que o Governo Federal comemora como um resultado positivo – é um reflexo da baixíssima atividade econômica. 

As medidas econômicas do governo federal de Michel Temer e Henrique Meireles levam a essa situação, pois, em nome de “agradar” os investidores externos, estão jogando nossa economia na recessão: retiram recursos da economia real - dos salários dos trabalhadores brasileiros, dos programas sociais e das atividades produtivas – e garantem condições mais adequadas para os especuladores do mercado financeiro. E, se continuarem no poder, a reforma Trabalhista e a reforma da Previdência vão agravar ainda mais a situação econômica e social no Brasil.

Exigir a renúncia de Temer e novas eleições

E a corrupção, apontada como motivo para o impedimento da presidenta Dilma, piorou ainda mais com Temer. A aliança formada por Temer e seus comparsas do PMDB, a Globo, o PSDB de Aécio Neves e Geraldo Alckmin e grandes empresários da FIESP (Federação da Indústria do Estado de São Paulo) se mostra escandalosamente suja. Milhões de reais em maletas circulam por hotéis luxuosos e restaurantes requintados para garantir que empresários e políticos corruptos passem as reformas que retiram direitos do povo brasileiro.

O povo brasileiro, os que vivem do trabalho, tem uma missão: sair às ruas. A greve geral do dia 30 de junho é a próxima oportunidade. Mas precisamos ir além. Exigir a renúncia de Temer e a volta da democracia por meio de eleições diretas para a presidência do Brasil. Essa é a única alternativa para que possamos construir um projeto popular para o Brasil, a fim de recuperar os empregos dos trabalhadores e construir um novo sistema político democrático.

DIA 30 DE JUNHO - VAMOS PARAR O BRASIL CONTRA A REFORMA TRABALHISTA, EM DEFESA DOS DIREITOS E DA APOSENTADORIA

As Centrais Sindicais têm acompanhado cotidianamente os desdobramentos da crise econômica, política e social, bem como a mais ampla e profunda tentativa de retirada dos direitos dos trabalhadores, através da tramitação das Reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional.

A ação unitária das Centrais Sindicais tem resultado em uma grande mobilização em todos os cantos do país, como vimos nos dias 08 de março, 15 de março, na Greve Geral de 28 de abril e no Ocupa Brasília em 24 de maio. Como resultado do amplo debate com a sociedade e das mobilizações, conseguimos frear a tramitação da Reforma da Previdência e tivemos uma primeira vitória na Reforma trabalhista, com a reprovação na CAS (Comissão de Assuntos Econômicos do Senado).

Mas ainda não enterramos essas duas reformas, e por esse motivo, continuamos em luta.

Nesse contexto, as Centrais Sindicais reunidas conclamam todas as entidades de trabalhadores a construir o dia 30 de junho de 2017 e o seguinte calendário de luta:

• 27 de junho: audiência dos Presidentes das Centrais Sindicais no Senado;
• 27 a 29 de junho: atividades nos aeroportos, nas bases dos senadores e no senado federal;
• 30 de junho: Vamos parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria.
• No dia da Votação da Reforma Trabalhista no Senado: mobilização em Brasília

Estamos certos de que a unidade de ação é crucial na luta sindical sobretudo em momentos conturbados como o que atravessamos.

CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CSP Conlutas – Central Sindical e Popular
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhares
Força Sindical
Intersindical – Central da Classe Trabalhadora
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
UGT – União Geral dos Trabalhadores

 

Primeira mesa de debates no 13° Congresso dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense discute, nesta noite, a conjuntura nacional, com exposições das lideranças sindicais de sociais Junéia Batista, da CUT (Central Única dos Trabalhadores), e Ricardo Gebrim, da FBP (Frente Brasil Popular), moderados pelo diretor do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

A dirigente da CUT destacou os impactos das reformas trabalhista e previdenciária contra os trabalhadores. Ela demonstrou o modo como esses ataques se articulam com a agenda que foi lançada ao País pelos golpistas por meio da "Ponte pelo futuro", pelo PMDB de Temer ainda quando este era vice-presidente.

Essa agenda golpista, de acordo com Junéia Batista, está baseada na noção de redução do papel do Estado, congelamento dos investimentos sociais, revisão nas estratégias de desenvolvimento, limitação da democracia - com criminalização dos movimentos sociais -, redução da participação popular na discussão de políticas públicas, extinção da política de valorização do salário mínimo, isenção das dívidas do grande capital e articulação entre grande mídia, congresso e judiciário.

Na questão previdenciária, uma preocupação apontada pela sindicalista é a de haver uma quebra do compromisso inter-geracional pela manutenção da Previdência. O risco, segundo ela, é de a juventude não querer mais contribuir, uma vez que precisaria de 49 anos de contribuição para ter direito a integralidade.

Na área trabalhista, algumas das consequências da reforma - também chamada "contrarreforma" em algumas das intervenções - destacadas por Junéia são o enfraquecimento dos contratos de trabalho e da entidades sindicais, redução do papel da Justiça do Trabalho, aumento da terceirização no setor público e um efeito nocivo maior para as mulheres.

Dirigente da FBP, Gebrim iniciou a sua análise fazendo uma relação entre três momentos com cenários golpistas no Brasil: 1954, quando o golpe foi adiado pelo suicídio de Getúlio Vargas; 1964, quando o golpe se consumou contra João Goulart; e 2016, contra Dilma Rousseff.

Ele mostra como as forças que protagonizaram esses momentos são basicamente as mesmas, envolvendo interesses estratégicos dos Estados Unidos, das grandes corporações transnacionais, o capital financeiro internacional e a burguesia nacional articulada a este capital. Gebrim também destaca que a base social dos golpistas tem sido a mesma nestes três períodos: a classe média alta, com a utilização dos discurso de combate à corrupção.

"Ouvimos o mesmo nestes três momentos: que Getúlio é o mais corrupto. Que Jango é o mais corrupto. Que Lula é o mais corrupto", comparou Gebrim.

No cenário atual, o expositor utilizou uma imagem para afirmar que há uma unidade de ação entre setores da Polícia Federal, setores do Ministério Público Federal e setores do Judiciário, formando o que ele chamou de "Partido Lava Jato". Estes comporiam um segmento do golpe, que está entrando em choque com a bancada parlamentar golpista, demonstrando que mesmo movimentos de golpe estão sujeitos divisões internas.

 

O Sindipetro-NF recebeu denúncia de um vazamento de óleo, depois verificado que foi de água oleosa em P-35 que sujou todo o convés principal da unidade -  turret , sistemas de dreno, mas não chegou à praça de máquinas e casa de bombas. Por conta de um problema antigo na unidade a água está contaminada com óleo. Nenhum petroleiro se feriu.

Os trabalhadores contam que por conta de um furo interno no permutador de água e gás, esse gás passou pela água quente e fez a pressão disparar. As válvulas atuaram mas não foram suficientes para conter a água oleosa. Nesse processo, a válvula de alívio abriu e provavelmente jogou essa água oleosa no mar.

Segundo os trabalhadores a bordo o alarme de emergência não tocou e continuou acontecendo serviço à quente da unidade, o que poderia colocar em risco a plataforma.

O NF questionou a Petrobrás que relatou como ocorrido um retorno pelo sistema de drenagem de água oleosa. A produção da plataforma está parada e a empresa avaliará a causa. O sindicato continuará acompanhando o caso.

"Uma categoria que luta pela vida, saúde e segurança está de luto pela morte dos três petroleiros que faleceram no acidente em NS-32" . Assim teve início o 13º Congresso Regional dos Petroleiros e Petroleiras do Norte Fluminense  na noite desta segunda, 26 de junho, com um minuto de silêncio em memória desses trabalhadores.

Em seguida, o clima mudou e possibilitou momentos de alegria com a apresentação empolgante do Coral dos Petroleiros com músicas que permeiam a luta do povo brasileiro como o Canto das Três Raças, Maria Solidária e Roda Viva.

Que depois passaram a contagiar o público com discursos de luta feitos pelos representantes das entidades que compuseram a mesa de abertura - Sindipetro-NF, Federação Única dos Petroleiros, Confederação do Ramo Químico, Central Única dos Trabalhadores,  Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros, União Nacional dos Estudantes, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra , Frente Brasil Popular e secundaristas de Macaé.

Todos os discursos foram pautados pela necessidade de diretas já e da retirada de Mishell Temer do poder.

A primeira a falar foi a estudante secundarista, Emily Isabel, que  fez uma saudação ao congresso dos petroleiros e apresentou o Coletivo Só Podia ser Preto que foi construído para dar apoio a negros e negras das periferias e conta com suporte do Sindipetro-NF em projetos sociais.

Rosana Freitas da Frente Brasil Popular apresentou os dez pontos emergenciais tirados pela Frente e falou da necessidade de unidade em busca da concretização desses pontos. Dara Inácio da UNE reafirmou a garra da juventude ao lado da categoria petroleira. "Estamos ao lado dos petroleiros para tocar tudo que vier para que os retrocessos não passem. Por isso esse espaço é importante. Para construir alternativas de luta!" - disse Dara.

A aliança continuidade e fortalecimento da união operária e camponesa foi reforçada por Nívea Silva do MST. "Agora temos pautas emergenciais como Fora Temer e por Diretas, mas nossa briga deve ser cotidiana em defesa dos interesses da classe trabalhadora" - reafirmou.

Pela CNQ, Itamar Sanches, salientou que a conjuntura é extremamente difícil, mas que é nessa hora que temos que saber dar resposta às forças contrárias ao movimentos. Sanches falou das agendas dos petroleiros e da CUT para os próximos meses que incluem vários momentos de discussão e formação que precisam chegar a toda classe trabalhadora.

Ressaltou também que na Petrobrás os petroleiros estão sofrendo com as investidas de Parente com a venda de ativos e o retrocesso da redução de efetivos. "Temos uma greve do refino marcada para o mesmo dia da greve geral que precisa dar uma resposta ao Parente"  - lembrou.

Paulo Farias da CTB lembrou que no movimento sindical nossas diferenças são poucas, nosso adversário é um só e temos unidades em nossas pautas, que precisam ser incorporadas pelo nosso povo. "É  preciso ir além das nossas bandeiras com diálogo com as bases e a classe trabalhadora nos seus locais de moradia. Envolvendo todos para ir às ruas".

O presidente da CUT/RJ, Marcelo Rodrigues, falou da importância da classe trabalhadora construir uma greve geral forte no dia 30. E disse que para isso tem que fazer o debate nas ruas, no botequim, nas igrejas, nas casas. "Estamos vendo o futuro repetir o passado. Vamos mostrar o poder de mobilização da classe trabalhadora e barrar essas reformas!" - comentou.

"O golpe vem para aniquilar os movimentos sociais, não se enganem a respeito disso! Não é para acabar só com o PT ou PCdoB. Temos responsabilidade de convencer corações e mentes do que está colocado contra nós e levar o povo às ruas" - disse o Coordenador da FUP, José Maria Rangel.

O Coordenador do Sindipetro-NF fechou os discursos da abertura, lembrando que a saída está na união da classe trabalhadora com estudantes, movimentos indígenas e camponeses. "Só venceremos pelo viés da luta. Temos muita responsabilidade esse ano, dentro e fora da Petrobrás e só conseguiremos conquistar alguma coisa fazendo um bom combate" - finalizou Breda.

A Transpetro foi condenada pela 1a Vara do Trabalho de Macaé ao pagamento de indenização aos trabalhadores do Grupo C que sofreram perseguições e punições devido a adesão à paralisação do dia 24 de julho de 2015 (Processo referente: 0011866-43.2015.5.01.0481).  

O Sindipetro-NF foi intimado a fornecer, no prazo de 30 dias, uma listagem com o rol de beneficiários, por isso solicita aos trabalhadores do GRUPO C que sofreram punições em decorrência dessa paralisação que encaminhem para o email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , os seguintes dados:

- Nome;
- CPF; e
- Matrícula.

O jurídico lembra também que esses dados deverão ser encaminhados impreterivelmente até o dia 03 de julho e que  o processo ainda não transitou em julgado, ou seja, cabe recurso da Transpetro. Os valores devidos serão apurados em execuções individuais, como foi definido pelo juiz responsável pela decisão.

 

 

O Sindipetro-NF comunica à categoria petroleira que já comunicou à Petrobrás sobre a realização da Greve Geral no dia 30 de junho quando as Centrais Sindicais vão parar o Brasil contra a reforma trabalhista, em defesa dos direitos e da aposentadoria. Vale lembrar que os petroleiros estão em Estado de Assembleia Permanente desde o final de Abril, quando foi aprovada a primeira greve geral.

Poucas plataformas enviaram atas e por esse motivo o NF está estendendo o prazo para realização de assembleias até a próxima quinta, 29.

A greve do dia 30 segue o modelo utilizado pela categoria na greve do dia 28 de Abril, com entrega da produção ou parada nas plataformas (caso a gestão não assuma o controle), corte de rendição em Cabiúnas e não entrada no trabalho nas bases administrativas.

Para o Sindipetro-NF, a greve geral do próximo dia 30 é essencial para enterrar de vez o pacote de golpes contra os trabalhadores, nas chamadas reformas trabalhista e previdenciária, além de defender a Petrobrás do desmonte empreendido por Mishell Temer e Pedro Parente.

Desconto da greve do dia 28 de abril

A diretoria do NF solicita que os petroleiros enviem detalhes sobre o desconto do dia 28 de abril, data da última greve, realizado pela Petrobrás É importante que a categoria envie um e-mail com os contracheques onde conste o desconto, folha de frequência, dia que embarcaria e desembarcaria para que o sindicato prepare uma ação jurídica.

No próximo fórum com o RH da empresa, o NF pautará o debate sobre o desconto indevido desse dia.

 

Leia mais sobre a Greve Geral em http://www.cut.org.br/noticias/vamos-parar-o-brasil-contra-as-reformas-444d/

 

No próximo dia 4 de julho acontece em Macaé uma reunião com as lideranças da Frente Evangélica pelo Estado de Direito, às 18h na sede do sindicato em Macaé. O diretor do Sindipetro-NF, Cláudio Nunes que integra a Frente convida todos os petroleiros evangélicos a participar da reunião. movimento  pretende romper com a visão de que os protestantes estão quase sempre associados ao retrocesso e à intolerância.

A Frente Evangélica pelo Estado de Direito faz parte de um movimento presente em 25 estados brasileiros, que lançou um manifesto de evangélicos em defesa do Estado Democrático e de Direito. O documento, apontou críticas sobre procedimentos adotados na Operação Lava Jato, foi protocolado no Congresso Nacional e encaminhado também para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no início desse ano.

 

O Leia o manifesto na íntegra:

Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito – Iniciativa do Missão na Íntegra

 

Nestas últimas semanas, a nação brasileira tem vivido momentos de aflição, angústia e ódio. A ausência de serenidade e cautela, nesta hora crítica, tem despertado muita preocupação e tememos que o acirramento provocado venha custar vidas humanas.

Conquanto tenhamos entre os membros de nosso movimento, como em todo o universo evangélico, as mais diversas opiniões políticas, ideológicas e opções partidárias, há em comum a pregação da tolerância, da paz e da justiça, conforme a orientação das Escrituras Sagradas. Desejamos, neste manifesto, nos posicionar a respeito desses acontecimentos.

 

Todos os signatários deste manifesto declaram que:

• como cristãos, rejeitamos e denunciamos com veemência a corrupção, a iniquidade, a impunidade e o ataque ao Estado Democrático de Direito. Esses desvios fazem com que o pão não esteja na mesa do pobre, e deixem os enfermos e os órfãos desamparados.

• entendemos que a corrupção e a impunidade têm sido problemas endêmicos na sociedade brasileira. E que a indignação de todos nós contra isso é justa e profética. Contudo, rejeitamos igualmente toda indignação pecaminosa que suplante o ordenamento jurídico, que aja com parcialidade e dissemine o ódio e o desejo de vingança entre os brasileiros.

• somos favoráveis a que todos, em quaisquer posições que ocupem ou de quaisquer camadas da sociedade, denunciados na forma da lei por possíveis crimes, sejam investigados e julgados. Porém, só se faz justiça civil pela aplicação rigorosa e exclusiva da lei. Não concordamos que os ritos necessários para o juízo legal sejam adulterados apenas para atender ao clamor público.

• rejeitamos a postura midiática tendenciosa com divulgações editadas dos processos investigativos. Essa prática irrefletida apenas tem promovido dias de aflição e angústia para os brasileiros, além de propagar o ódio e a intolerância com quem pensa de forma diferente sobre a condução dos processos. Por isso, nós pedimos à nação, e em especial aos nossos irmãos em Cristo, muita cautela e serenidade, e que o desejo de justiça não nos torne injustos.

• sabemos que os gritos de “crucifica-o” são motivados, muitas vezes, por gente mal intencionada e isso pode nos trair e nos levar a julgamentos precipitados. Entendemos que condenar alguém, antes que todo o processo investigativo seja concluso, antes que se dê amplo direito de defesa, e antes que um tribunal dê sua sentença final, constitui um perigoso precedente para que quaisquer poderes, seja o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário, excedam os seus limites constitucionais.

• exigimos respeito ao voto. Toda eleição é uma convocação e um embate entre eleitores, e o voto é o suporte da legitimidade. Se a escolha dos eleitores corre o risco de ser invalidada, tem de haver um processo segundo o ordenamento jurídico, logo, isso tem de ocorrer de forma isenta e sob o império da Lei. O mandato outorgado pelo povo, por meio do voto, não pode ser levianamente questionado.

• rejeitamos todo ódio. O ódio, constatado muitas vezes nos discursos de figuras públicas, incita a violência e isso, segundo a nossa fé, é diabólico e não pode ser admitido entre os que constituem a Igreja do Senhor Jesus em solo brasileiro. Cabe a todo cristão a tarefa de ter paz com todos, seja em serviço ao próximo, seja em tolerância com quem pensa diferente, sendo capaz de amar e interceder por seu oponente. Intercessão que, rogamos, seja feita por nossa nação.

• defendemos que as investigações devam continuar, que as provas sejam coletadas e os responsáveis sejam arguidos pelos tribunais, conforme o estabelecido nas leis brasileiras. Que não haja privilégios para qualquer pessoa investigada, independente de posição ou partido político.

• defendemos a democracia como valor inexorável da Nação e não aceitaremos que nada possa interferir no Estado de Direito. Queremos que a institucionalização seja observada e que prevaleça a serenidade necessária para que o estado democrático seja preservado.

• reiteramos que “a voz” das ruas deve ser ouvida, mas o limite é a Constituição Brasileira. Cremos que todos devem ser investigados, mas dentro das garantias constitucionais. Que o voto e a escolha da maioria devem ser honrados, como reza a lei. Cabem às instituições, designadas democraticamente para tal, a garantia do Estado de Direito, a fim de que quaisquer cidadãos tenham seus direitos respeitados.

Para tanto permaneceremos em vigília e em orações.

Que o Senhor nos faça instrumentos da sua paz e da sua justiça.

O Sindipetro-NF começa a disponibilizar nesta terça, 27, nas sedes de Campos e de Macaé, convites para a posse da Diretoria e do Conselho Fiscal da entidade para o mandato 2017/20. O evento será realizado no próximo domingo, 2 de julho, às 11h, no Espaço Hangar (Rodovia Amaral Peixoto, número 7.905, em Macaé).

Somente associados ao sindicato poderão retirar os convites. Cada convite dá direito a duas pulseiras de acesso ao evento.

Para a entidade, mais do que celebração, a posse terá um caráter político, em um momento estratégico para o enfrentamento de sucessivos golpes contra os trabalhadores e as trabalhadoras.

A nova diretoria do Sindipetro-NF será coordenada por Tezeu Bezerra, atual coordenador do Departamento Financeiro. Confira abaixo a relação dos integrantes da nova Diretoria e do Conselho Fiscal.

Coordenação Geral

Tezeu Freitas Bezerra

Departamento Administrativo

Alessandro de Souza Trindade
Francisco José de Oliveira
Benes Oliveira Neves Junior
Rosangela Buzanelli Torres

Departamento Aposentados

Antonio Alves da Silva
Antônio Carlos Manhães de Abreu
Francisco Antônio de Oliveira Santos da Silva

Departamento de Comunicação

Tadeu de Brito Oliveira Porto
Marcelo Nunes Coutinho
Alexandre de Oliveira Vieira

Departamento Cultural

Wilson de Oliveira Reis
Guilherme Cordeiro Fonseca
Ewerson Cardoso Junior

Departamento Financeiro

Flávio de Carvalho Borges
José Maria Ferreira Rangel
Rafael Crespo Rangel Barcellos

Departamento de Formação

Conceição de Maria Pereira Alves Rosa
Luiz Carlos Mendonça de Souza
André de Lima Coutinho

Departamento Jurídico

Valdick Sousa de Oliveira
Claudio Rodrigues Nunes
Ricardo da Silva Barbosa Júnior

Departamento de Saúde

Norton Cardoso Almeida
Antônio Raimundo Teles Santos
Sergio Borges Cordeiro

Departamento do Setor Privado

Leonardo da Silva Ferreira
Antonio Carlos Pereira
Jancileide Rocha Morgado 
Eider Cotrim Moreira de Siqueira 

Conselho Fiscal

Titulares
1) Magnus Fonseca de Souza
2) Wilson Roberto Fernandes dos Santos
3) Marcos Frederico Dias Breda
4) José Carlos da Silva
5) Samuel Henrique Pereira dos Santos

Suplentes
1) Leny Martins Passos
2) Jorge Tadeu Alcântara da Costa
3) Vitor Luiz Silva Carvalho
4) Marlene do Rosário
5) Mucio Scevola Ferreira Jardim

 

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