O Sindipetro-NF e a Federação Única dos Petroleiros encaminhou ofício ao gerente de RH da Halliburton solicitando o agendamento da primeira reunião do GT da Halliburton sobre folgas suprimidas e seus desdobramentos. A data proposta é dia 15 de junho, às 14 horas na sede da FUP no Rio de Janeiro e cumpre uma determinação do Ministério Público do Trabalho informada à empresa desde o dia 2 de maio. 

No entendimento da FUP e do NF o GT deve acontecer e tem prazo de 120 dias para concluir seus trabalhos. 

Reintegração dos demitidos

Os três trabalhadores demitidos já foram reintegrados aos quadros da empresa e foram convocados a fazer um curso profissionalizante. Entretanto não foram não foram comunicados quando vão iniciar as atividades laborativas.

No dia 24 de maio aconteceu mais uma reunião do Grupo de Trabalho formado por representações dos trabalhadores, Petrobrás e Petros. De acordo com o diretor da FUP, Paulo Cesar Martin, foram conquistadas neste último encontro, informações importantes para o andamento do trabalho. A próxima reunião está marcada para terça-feira, 29.

Confira o vídeo.

Neste sábado, 26, a Universidade Federal Fluminense de Campos sedia a Etapa Norte Fluminense do Congresso do Povo Brasileiro. O Congresso do Povo é uma iniciativa de massas populares e movimentos sociais que tem o objetivo de debater o momento político que passamos, identificar saídas para os problemas sociais e construir um alternativas para enfrenta esses desafios.

Faz parte de um grande processo pedagógico que tenta construir, de forma participativa, um projeto de país onde o povo é protagonista e sujeito de sua própria história. 

Sua composição deve ser plural, democrática e participativa. Contemplando todos os movimentos sociais, sociedade civil, partidos de esquerda progressistas e movimentos populares. Qualquer interessado pode participar e as inscrições serão feitas na hora.

Programação:

9h - Abertura e Mistica
9h30 - Conjuntura
11h30 - Ato de Agitação

12h30 - Almoço

14h - Trabalho em grupo
16h30 - Apresentação de grupo
17h30 - Encerramento

O Sindipetro-NF continua a acompanhar os impactos da paralisação dos caminhoneiros sobre os embarques e desembarques da categoria petroleira na região. O suprimento de querosene de aviação continua instável.

As informações obtidas pela entidade junto à gerência de Transporte Aéreo da Petrobrás são de que o aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, que não operou voos ontem, recebeu combustível hoje.

A entidade reafirma a orientação aos petroleiros e petroleiras à bordo das plataformas da Bacia de Campos: caso ocorram problemas na habitabilidade, a entidade deve ser imediatamente informada, para que exija da Petrobrás o desembarque.

 

Da Imprensa da FUP - Nesta quinta-feira, 24, os petroleiros realizaram mais um dia de mobilizações, denunciando os efeitos do desmonte da Petrobrás. Houve atos e paralisações na Refinaria Presidente Vargas (Repar/PR), no Terminal São Francisco do Sul (PR), no Terminal de Suape (PE), na sede da Petrobrás, em Macaé (Norte Fluminense), na sede da Petrobrás em São Paulo (Edisp) e na rodovia BA-523 (Candeias/Bahia), que dá acesso à Refinaria Landulpho Alves (Rlam). As mobilizações fazem parte do calendário de construção da greve por tempo indeterminado que a categoria aprovou para barrar o desmonte do Sistema Petrobrás.

Nos próximos dias, os petroleiros participam de seminários regionais de qualificação de greve, que irão discutir estratégias de controle de produção para serem adotadas durante o movimento. Uma grande mobilização está sendo preparada para o dia 07 de junho, quando o governo Temer pretende realizar mais um leilão de entrega do Pré-Sal. No dia 12 de junho, a FUP e seus sindicatos voltam a se reunir para definirem a data de início da greve.

Redução dos preços dos combustíveis é pauta dos petroleiros

A greve dos petroleiros é uma resposta à privatização da Petrobrás, que avança agora sobre as refinarias, fábricas de fertilizantes, terminais e dutos da Transpetro. O aumento dos preços da gasolina, do gás de cozinha e do diesel faz parte do pacote de desmonte que a empresa vem sofrendo nestes dois anos de golpe. Por isso, a greve que a categoria fará tem como eixos principais a redução dos preços dos derivados de petróleo, a retomada da produção das refinarias e o fim das importações de combustíveis.

Para atender aos interesses do mercado e das importadoras de combustíveis, a gestão Pedro Parente passou a determinar os preços dos derivados nas refinarias de acordo com a variação do barril de petróleo, sem estabelecer qualquer mecanismo de proteção para o consumidor e deixando o país ainda mais vulnerável às crises internacionais. Paralelamente a isso, ele reduziu a carga das refinarias, que estão operando com menos de 75% da capacidade. Na Bahia, por exemplo, a Rlam, maior refinaria do nordeste, está processando menos da metade da carga de petróleo que poderia estar refinando.

Quem paga o preço desse desmonte são os consumidores. Os preços nas refinarias já foram reajustados 216 vezes, desde julho do ano passado. Isso resultou em aumentos de mais de 50% nos preços da gasolina e do diesel, ao longo desse período. Já os preços do GLP tiveram 60% de reajuste, fazendo o botijão de gás de cozinha disparar.

Quem ganha com essa política são as importadoras de combustíveis, cujo número de empresas no Brasil quadruplicou nesses dois anos de golpe. Em 2017, o Brasil foi inundado com mais de 200 milhões de barris de derivados importados, enquanto o petróleo produzido no País é exportado para ser refinado lá fora e depois trazido de volta pelas empresas que concorrem com a Petrobrás.

A greve dos petroleiros é para barrar esse desmonte.

Segunda-feira (21)

Petroleiros da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e da Usina do Xisto (SIX), no Paraná, realizaram atrasos e manifestações contra o desmonte da Petrobrás. Veja aqui e aqui como foram os atos.

Terça-feira (22)

Os trabalhadores da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no estado do Rio de Janeiro, iniciaram à zero hora cortes na rendição dos turnos em períodos intercalados. Saiba mais aqui. No Paraná, as mobilizações tiveram participação dos trabalhadores do Terminal Aquaviário da Transpetro em Paranaguá (Tepar) e do Grupo 5 da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), unidades que estão com a venda anunciada por Pedro Parente. Na Bahia, a mobilização envolveu os trabalhadores do Terminal de Madre de Deus (Temadre), que também está na lista de privatização, se mobilizarem na terça. Saiba mais aqui. Em São Paulo, as mobilizações foram com os petroleiros da Replan.

Quarta-feira (23)

Houve mobilizações nas Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná e da Bahia, na Refinaria Grabriel Passos (Regap/MG), na Refinaria de Capuava (Recap/SP), nos terminais de Guaramirim e Itajaí, em Santa Catarina, e pelos trabalhadores do administrativo da Refinaria Presidente Vargas (Repar/PR). As mobilizações prosseguiram na Refinaria Duque de Caxias (Reduc/RJ), onde os trabalhadores mantiveram os cortes na rendição dos turnos em períodos intercalados.

Quinta-feira (24)

Houve atos e paralisações na Refinaria Presidente Vargas (Repar/PR) e no Terminal São Francisco do Sul (PR), em no Terminal Aquaviário de Suape (PE), na sede da Petrobrás, em Macaé (Norte Fluminense), na sede da Petrobrás, em São Paulo (Edisp) e na rodovia BA-523 (Candeias/Bahia), que dá acesso à Refinaria Landulpho Alves (Rlam).

 

Aberta, nesta manhã, pela base de Cabiúnas, a sequência de assembleias para eleição de delegados e delegadas ao Congresso Regional do Norte Fluminense (Congrenf) e ao Seminário de Qualificação de Greve, que serão realizados de 04 a 06 de junho, em Macaé (confira o calendário de assembleias abaixo). 

A categoria petroleira está na iminência da realização de uma grande greve contra a privatização da Petrobrás e o corte de direitos. Os sindicatos, como o NF, preparam os seus congressos regionais e seminários de greve. A FUP também está convocando atos de resistência para 07 de junho.

Assembleias de eleição de delegados e delegadas

Cabiúnas

ADM e Grupo A - Sexta, 25 - 7h - 03* delegad@s
Grupo E - Sexta, 25 - 15h - 01 delegad@
Grupo B - Sábado, 26 - 7h - 01 delegad@
Grupo C - Sábado, 26 - 23h - 01 delegad@
Grupo D - Segunda, 28 - 23h - 01 delegad@
Imbetiba - Segunda, 28 - 13h - 10 delegad@s
Parque de Tubos - Terça, 29 - 13h - 06 delegad@s
Edinc - Quarta, 30 - 12h30 - 04 delegad@s
Sede Campos - Quarta, 30 - 10h - 20 delegad@s

Plataformas: Da sexta, 25, ao domingo, 27, com retorno das atas até às 12h da segunda, 28. Unidades podem indicar 03 trabalhadores por plataforma (02 titulares e 01 suplente).
* 02 para ADM e 01 para Grupo A.

O coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, alerta em vídeo divulgado nesta tarde (aqui) que há risco de falta de alimentos e outros insumos nas plataformas da Bacia de Campos, em razão da greve dos caminhoneiros.

O sindicato orienta a categoria a informar as condições de habitabilidade nas unidades e, caso haja risco aos trabalhadores, a entidade exigirá da Petrobrás o desembarque imediato.

Nesta tarde, o aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, está sem combustível. No Heliporto do Farol, o combustível estocado é suficiente para voos até o próximo sábado, 26. Nos aeroportos de Macaé e de Cabo Frio, o combustível disponível é suficiente para voos apenas até amanhã, 25.

Para Bezerra, o País enfrenta hoje o resultado de uma política nociva do atual governo e do presidente da Petrobrás, Pedro Parente, que atende aos interesses do mercado, em prejuízo da população e dos interesses estratégicos do Brasil.

"O aumento [nos preços dos combustíveis] que tivemos nos últimos dois anos foi maior do que os que tivemos nos 13 anos anteriores", afirma o sindicalista.

Da Imprensa da FUP - Como a FUP vem alertando, a opção da atual gestão da Petrobras é subutilizar as refinarias e favorecer a importação de derivados. Em 2013, a empresa podia atender 90% da demanda nacional. Com o desmonte promovido por Pedro Parente, esse número caiu para 76% em 2017.

Leia abaixo o artigo elaborado pelos pesquisadores do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (INEEP).

 

O que está por trás do aumento dos preços de combustíveis?

Por Rodrigo Leão - diretor técnico do INEEP, mestre em desenvolvimento econômico (IE/UNICAMP) e pesquisador visitante do NEC-UFBA - e Eduardo Costa Pinto - pesquisador do INEEP e professor titular do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Nesta semana, os protestos protagonizados pelos caminhoneiros em função dos recorrentes aumentos dos preços dos combustíveis tem tomado conta do noticiário no Brasil. De fato, nos últimos meses, os preços dos derivados vendidos pela Petrobras cresceram de forma intensa e contínua.

Desde 20 de fevereiro, o preço da gasolina vendido pelas refinarias da Petrobras aumentou 35% saindo de 1,52 real o litro para 2,04 reais o litro. Somente no último mês, o aumento foi de 19%.

Cabe ressaltar que, nesse período, não houve nenhuma mudança estrutural na cadeia produtiva dos derivados de combustíveis (variações nas alíquotas dos impostos ou significativas alterações nas margens dos distribuidores e postos), o que torna muito frágil a tese que enxerga os aumentos dos combustíveis como decorrência dos impostos e dos carteis dos postos. Nesse sentido, a questão central a ser debatida é a atual política de preços da Petrobras e seus efeitos para a empresa e para os consumidores.
Em primeiro lugar, é importante entender que a cadeia de produção do petróleo é bastante oligopolizada nos segmentos de produção, refino e distribuição e, por isso, a formação dos seus preços não obedece somente à lógica da microeconomia clássica de equilíbrio entre oferta e demanda.

Como lembra recente texto de Rubens Sawaya, professor da PUC-SP, “o debate sobre os preços deve tomar o capital como seu nexo central, resultado de sua forma de organização. As empresas (...) são entidades que pensam, planejam e atuam segundo táticas e estratégias muito bem elaboradas, com o objetivo de abocanhar o máximo possível da riqueza (...). Seus métodos de definição de preço seguem estratégias específicas. Como também apontava Kalecki, o mais normal são as grandes empresas operarem com custos marginais constantes, se não decrescente, podendo ofertar qualquer quantidade no mercado sem qualquer alteração do custo unitário”.

Esses aspectos também devem ser observados na determinação do preço, ainda mais por se tratar de um setor oligopolizado dominado por empresas gigantescas e com amplo poder de marcação de preços.

Em segundo lugar, a variação de preços no setor petróleo está relacionado a um conjunto de fatores geopolíticos, como conflitos entre os maiores produtores, embargos realizados pelos grandes consumidores, entre outros. Ou seja, um embargo realizado pelos Estados Unidos ao Irã pode afetar o preço do petróleo no mercado internacional.

Em uma economia aberta e onde há escassez da produção de derivados de petróleo, a política de preços para esse segmento apresenta poucas alternativas. Como essas economias são dependentes das importações de gasolina, diesel etc., o preço doméstico dos derivados obrigatoriamente acaba seguindo os internacionais. Como eles são obrigados a comprar os derivados pelo preço internacional do petróleo, as variações internas obrigatoriamente incorporam para as variações ocorridas no mercado internacional.

No entanto, os países (como o Brasil) que apresentam uma ampla capacidade de produção de derivados não necessitariam recorrer às importações de derivados para abastecer seus mercados. Com isso, os preços podem responder muito mais à estrutura de custos e receitas das empresas produtoras dos combustíveis do que à variação do preço internacional.

No caso brasileiro, essa relação causal entre preço e custos é ainda maior porque o País tem autossuficiência na produção de petróleo cru, ou seja, o Brasil tem uma demanda marginal de importação de petróleo cru para atender a demanda do parque nacional do refino.

Desse modo, a formação dos preços deve estar mais relacionada à capacidade de cobrir os custos variáveis das empresas e gerar um excedente do que aos movimentos dos preços internacionais.

Entre 2013 e 2017, a empresa reduziu o volume de produção de derivados em mais de 300 mil barris/dia, saindo de 2.124 mil barris/dia para 1.800 barris/dia. Nesse período, o consumo de derivados ficou relativamente estável na casa dos 2.400 mil barris/dia.

Com isso, enquanto em 2013 a Petrobras tinha capacidade de atender cerca de 90% da demanda interna de combustíveis, em 2017 esse percentual caiu para 76%, num cenário em que a empresa ampliou seu parque de refino (saiu de 2060 mil barris/dia para 2350 barris/dia). Ou seja, mantida a utilização das refinarias, a Petrobras seria capaz de ofertar ao mercado nacional quase toda a demanda de derivados sem necessitar das importações.

No entanto, a opção da companhia tem sido subutilizar suas refinarias e favorecer a entrada dos importadores. Em 2013, a Petrobras utilizava praticamente 100% do seu parque de refino e, em 2017, esse percentual caiu para 76%. Com isso, uma parcela substancial do mercado interno tem sido suprida com importações.

Com a enxurrada de importações (que já detém por 24% do mercado interno), a Petrobras fica refém de uma política de preço atrelada ao mercado externo. Isso porque, caso a empresa decida controlar os preços, os importadores sairão do jogo e a Petrobras terá de arcar sozinha com o diferencial de preços praticados no mercado doméstico e no exterior.

É evidente que, dado o custo de oportunidade existente em economias abertas, não é possível praticar durante um longo período um preço doméstico tão distante do mercado externo. Todavia, o maior uso do parque de refino daria graus de flexibilidade temporais e de intensidade para o reajuste dos preços.

Não resta dúvida que a atual política de preços da Petrobras tem gerado, por um lado, uma redução do papel da Petrobras no mercado de derivados e no refino e, por outro, tem potencializado o aumento da entrada e expansão de players internacionais. Isso ocorre em virtude da manutenção a “qualquer custo” do preço de paridade internacional mesmo que isso implique a redução das margens de refino (bruta e líquida) com a perda de mercado.

O que causa enorme estranheza é que a Petrobras abdicou de sua posição de price maker(formador de preço) – que lhe possibilitava mantém maiores margens - para adotar uma posição de price taker (tomador de preço) num mercado claramente oligopolizado.

A questão, portanto, não está na política de preços strictu sensu, mas sim na política adotada para o refino como um todo.

Por fim, cabe lembrar que essa política de subutilização do refino, combinada com a política de paridade do preços,visa facilitar a venda desses ativos para as empresas estrangeiras, tornando o mercado de petróleo nacional ainda mais dependente do mercado e do preço internacional.

[Via Carta Capital]

 

Da CUT Norte Fluminense - Esta quinta-feira, 24, é Dia Nacional de Luta em Defesa do Saúde Caixa. Em Campos dos Goytacazes o Sindicato realizou ato público durante toda a manhã em frente à agência da Caixa do calçadão, no Centro da cidade, com distribuição do manifesto da Contraf sobre a importância da luta dos funcionários pela manutenção das conquistas. O protesto também foi levado ao estande da Feira Imobiliária do Norte Fluminense, o Feirão da Caixa, na Praça São Salvador.

Em suas falas, os dirigentes sindicais convocaram bancários e bancárias e toda a classe trabalhadora para manter a mobilização contra a retirada de direitos promovida pelo governo golpista Temer e a política entreguista que tem provocado todo esse caos no país.

— É um absurdo o governo querer alterar o estatuto da Caixa para inibir a utilização do plano de saúde dos funcionários. Limitar em 6,5% o gasto relativo à folha de pagamento, deixando todo o resto para o bancário, é inadmissível. A única e exclusiva intenção do governo golpista é mostrar para a população a ineficiência do banco público. Isso faz parte da política entreguista que está causando tantos problemas em nosso país — disse o vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região, Fábio Rangel.

 

Nota do Jurídico do NF - Com o dia 25 chegando, surgem muitas dúvidas de companheiros sobre a efetivação das liminares concedidas e sobre eventuais ressarcimentos. Nesse sentido o NF responde: as liminares estão em vigência!

Quem for domiciliado em um dos locais com endereço atualizado no cadastro da Petros e tiver o desconto aplicado deve procurar o jurídico do sindicato com cópia do contracheque, comprovante de residência e FRE (Ficha de Registro de Empregado).

No mais, as liminares foram para SUSPENDER os pagamentos, não devolver os anteriores. Além disso, elas saíram após o fechamento de abril.

Fiquem atentos aos nossos canais de comunicação para informes de mobilizações, novas reuniões e novidades.

Seguiremos na luta.

 

Da Imprensa da FUP - Em comunicado aos trabalhadores e à sociedade brasileira, o coordenador da FUP, José Maria Rangel, nomeia os dois grandes culpados pelos preços abusivos dos combustíveis no Brasil: o golpista Michel Temer e Pedro Parente, a quem ele deu o comando da Petrobrás.

Em julho do ano passado, o governo Temer dobrou a tributação sobre os combustíveis, aumentando em cerca de 100% a incidência do PIS/Cofins, fato que agora a mídia encobre. Já Pedro Parente, desde que assumiu a Petrobrás, trata a companhia como uma empresa privada, sem compromisso algum com a sociedade brasileira.

“Hoje a Petrobrás pratica preços internacionais. Qualquer conflito que aconteça fora do Brasil influencia diretamente os preços dos combustíveis no País”, alerta José Maria Rangel. Ele lembra que quando Pedro Parente anunciou a paridade de preços com o mercado internacional, em outubro de 2016, a FUP denunciou que quem pagaria a conta, seria o povo brasileiro. A política de preços foi alterada e, em julho do ano passado, os reajustes passaram a ser diários.

“Os acionistas da Petrobrás estão rindo de orelha a orelha com os reajustes diários. Mais de 121 reajustes foram feitos desde que essa política foi implantada. Os preços da gasolina e do diesel sofreram aumentos de mais de 50%. Esse é o preço da irresponsabilidade dos senhores Michel Temer e Pedro Parente. Mas, a mídia não fala”, afirma.

José Maria Rangel destaca que a manifestação dos caminhoneiros é justa e legítima, mas é preciso que o movimento se posicione, deixando claro para a sociedade quem são os responsáveis pelos preços abusivos dos combustíveis. “É preciso que digam que Temer e Parente são os grandes culpados por esse caos”, ressaltou o coordenador da FUP, avisando que os petroleiros irão fazer a maior greve da história da categoria.

“Nós não podemos aceitar que o número de importadoras de petróleo no país salte de 50 para mais de 200, com as bênçãos de Pedro Parente. Nós não podemos aceitar que as nossas refinarias, por conta de uma decisão do governo Temer, estejam processando cada vez menos derivados, abrindo o mercado para as empresas internacionais. E essa conta, quem paga é o povo”, afirma José Maria Rangel, avisando que os petroleiros “irão realizar uma grande greve nesse país, no mês de junho, para barrar a privatização da Petrobrás”.

Vem aí a greve nacional dos petroleiros!

Privatizar faz mal ao Brasil!

 

O Sindipetro-NF promove nesta sexta, 25, às 19h30 um debate ao vivo com a categoria para tratar do Congrenf e Seminário de Greve, na página do sindicato no facebook.
 
Está em construção da maior greve da história da categoria petroleira. As assembleias que começam dia 25 irão eleger os delegados e delegadas ao Congresso Regional do Norte Fluminense (Congrenf) e ao Seminário de Qualificação de Greve, que serão realizados de 04 a 06 de junho, em Macaé.
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