
O diretor do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, que embarcou para acompanhar a operação Ouro Negro a bordo de P-51 foi impedido pela gestão de se reunir com trabalhadores. Posteriormente, ao entrar em contato com o auditor da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) o mesmo se manifestou contrário à proibição por parte da Petrobrás e pediu para ser notificado, caso aconteça novamente.
A direção sindical avalia que após o golpe à democracia, a classe trabalhadora está vivendo um momento de perda de direitos. Para o NF, na gestão Parente os tratamentos antissindicais têm se intensificado, com a finalidade de oprimir o trabalhador e a trabalhadora para poder retirar direitos dos mesmos. Entre eles, o uso do “sistema de consequências” para punir trabalhadores, tirando o foco das responsabilidades dos gerentes nos casos de acidentes.
O recado da direção sindical é que nem o sindicato e muito menos a categoria irão se curvar a tal sujeira.
Ouro Negro em P-51
Conforme noticiado no dia 28, a P51 acabou sendo parcialmente interditada após a Operação Ouro Negro que esteve a bordo da unidade nos dias 23 e 24 de novembro.





