Da Imprensa da FUP – Nesta segunda-feira (18), os representantes das entidades que compõem o Fórum em defesa dos Participantes e Assistidos da Petros e beneficiários da AMS participaram de uma reunião no Edisen com os diretores da Petrobrás, Fernando Melgarejo, diretor financeiro e Clarice Copetti, diretora corporativa, para cobrar da Presidenta da Petrobrás, Magda Chambriard o envio da carta solicitando a mediação no Tribunal de Contas da União (TCU), que poderá viabilizar uma proposta para eliminar os atuais e futuros equacionamentos da Petros.
Na reunião, os diretores da empresa afirmaram que a presidenta Magda está aguardando se reunir com a nova composição do Conselho de Administração da Petrobrás, segundo regras da governança da companhia, para apresentar o relatório sobre o andamento da discussão para depois encaminhar a carta solicitando a mediação.
Segundo a versão da companhia, como o Conselho de Administração passou por mudanças recentes, tanto na sua presidência quanto em dos seus membros, essa etapa ainda não foi vencida.
Os representantes das entidades deixaram explícito que esse processo está muito atrasado desde o fechamento do Acordo Coletivo e a assinatura da carta compromisso da empresa. À época, a proposta era que a partir de fevereiro essa carta solicitando a mediação seria encaminhada pela gestão, algo que ainda não aconteceu. Na avaliação das entidades, isso traz muita descredibilidade ao processo de elaboração da proposta e gera muita preocupação na categoria.
Os gestores informaram que a previsão deles é de que até meados de junho a solicitação de mediação para o TCU seja realizada.
Grande mobilização
Os representantes das entidades afirmaram que esse prazo ainda é muito longo e cobraram mais celeridade nesse encaminhamento.
Ao final da reunião, informaram que vão continuar pressionando a direção da empresa e a presidente, assim como também irão fazer gestões junto ao TCU para agilizar o processo.
Por último, os integrantes do Fórum reforçaram a necessidade de mobilização para conseguir a saída e finalmente iniciar o processo de migração que é necessário para a conclusão da elaboração da proposta que finalmente elimine os atuais e futuros equacionamentos da Petros, que tanto sofrimento tem causado e causam aos petroleiros e petroleiras.


