O Sindipetro-NF está cobrando da Petrobrás uma solução urgente para os problemas de transporte enfrentados por petroleiros e petroleiras que atuam de forma presencial nas unidades de Macaé e se deslocam para bairros do município e para Rio das Ostras. De acordo com o diretor do sindicato, Anderson Silva, trabalhadores têm relatado dificuldades para conseguir vagas nas vans que fazem os trajetos.
Segundo o dirigente, o problema persiste há mais de 30 dias e vem sendo agravado pela ampliação do número de empregados convocados para o trabalho presencial. “A gente já sinalizou para a empresa a necessidade de aumentar o número de vans em Macaé e substituir micro-ônibus por ônibus maiores na linha de Rio das Ostras, mas até agora não tivemos nenhuma resposta concreta”, afirmou.
O sindicato destaca que a situação se agravou com a contratação de novos trabalhadores, que estão sendo obrigados a cumprir jornada presencial de cinco dias por semana, enquanto outros empregados seguem em regime híbrido, com três dias presenciais.
Para o Sindipetro-NF, a ausência de planejamento da empresa tem gerado transtornos diários, com trabalhadores enfrentando dificuldades para chegar ao local de trabalho e cumprir suas jornadas.
Apesar das diversas reclamações registradas nos canais oficiais da empresa e das cobranças feitas pelo sindicato, inclusive junto ao setor de Recursos Humanos e à gerência responsável, não houve retorno efetivo até o momento.
“Já houve reuniões internas da empresa, o sindicato buscou diálogo com o RH e com a gerência do compartilhado, mas até agora nenhuma solução foi apresentada”, reforçou Anderson.
Diante do cenário, o Sindipetro-NF avalia que a situação evidencia a necessidade de ampliação dos dias de trabalho remoto, já que a empresa não tem garantido sequer a infraestrutura mínima para o deslocamento dos trabalhadores.
A entidade segue pressionando por uma resposta imediata e orienta que os trabalhadores continuem registrando as ocorrências e informando o sindicato, para fortalecer a cobrança por medidas concretas que garantam condições dignas de trabalho.
[Foto: Vista aérea da base de Imboassica – Ascom Prefeitura de Macaé / Rui Porto Filho]





