“Olé, olé, olá, a direita quer voltar; é golpe é golpe, por isso eu vou lutar”

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

 

“Olé, olé, olá, a direita quer voltar; é golpe é golpe, por isso eu vou lutar”
Ana Paula Carrion – Agência CUT
 

Cerca de 40 mil pessoas se reuniram em frente ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (16), em Brasília, para exigir a apuração de todas as denúncias de corrupção e punição de todos os envolvidos. Às 17h30, representantes da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) encontrarão o presidente Lula para reafirmar e reler a “Carta ao Povo Brasileiro”, que pede uma profunda e democrática Reforma Política.

Para o secretário Nacional de Comunicação da CUT, Antonio Carlos Spis, é hora de Lula mostrar que está ao lado dos movimentos sociais e lutar para impedir esta tentativa golpista da direita de derrubá-lo do poder. “A Carta ao Povo Brasileiro,  entregue há dois meses, alerta o presidente da necessidade de firmar uma sólida aliança com o povo. Mas até agora não temos este sentimento. Ao contrário, a equipe econômica vem na contramão, o que facilita a campanha de setores da mídia, do PSDB e do PFL pela desestabilização. Esperamos que esta grande mobilização seja o início da retomada das políticas sociais que tanto sonhamos e lutamos para sua concretização”, afirmou Spis.

Com palavras de ordem como “olé, olé, olá, a direita quer voltar; é golpe é golpe, por isso eu vou lutar” entidades que compõem a CMS como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento Mundial de Mulheres (MMM), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), União Nacional de Estandes (UNE), União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), Confederação Nacional de Associações de Moradores (CONAM), movimentos de moradia, desempregados e diversas entidades e sindicatos tomaram conta das ruas de Brasília.

Para o presidente da UNE, Gustavo Petta, recuar neste momento, seria abrir espaço para a volta da direita. “A mobilização apóia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mas, pede mudanças políticas que beneficiam de forma mais contundente a classe trabalhadora.

Em frente ao Ministério da Fazenda representantes da CUT e da CONAM  leram a “Carta ao Povo Brasileiro”, denunciando a política de juros altos e superávit fiscal elevados que oneram a produção e impedem a aplicação de políticas sociais e de desenvolvimento nacional

Com Informações da UNE