Rosangela completa um ano de mandato como representante das trabalhadoras e dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás

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A conselheira Rosangela Buzanelli completou um ano de mandato como representante das trabalhadoras e dos trabalhadores no Conselho de Administração da Petrobrás.

Durante esse período muita coisa aconteceu. Foram dezenas de reuniões, uma infinidade de assuntos e documentos a examinar, muitas pautas em discussão e várias deliberações polêmicas. Infelizmente, grande parte delas envolvendo o desmonte da nossa companhia, arquitetado no golpe de 2016 e acelerado neste desgoverno que se instalou no país.

Confira o relato da conselheira:

Foi um ano duro, de imenso aprendizado e que exigiu muita força e resiliência da minha parte. Os embates no CA são muito difíceis e desgastantes porque sou minoria absoluta, pois, como representante dos trabalhadores, defendo intransigentemente uma Petrobrás forte e integrada, a serviço da nação e do povo brasileiro.

Mas mesmo sendo minoria, não me curvo aos “encantos” do mercado, nem às pressões e questionamentos, bem como não desistirei de representar essa qualificada e brava categoria.

Votei contra, entre tantas pautas, as vendas dos Polos de Produção Terrestres, nas bacias Potiguar, Sergipe/Alagoas, Recôncavo. Votei contra a venda das Usinas Eólicas de Mangue Seco, no Rio Grande do Norte. Votei contra a venda das ações remanescentes da BR Distribuidora, a assinatura do contrato de venda da RLAM. Votei contra o “Plano Estratégico 2021-2015”, que representa a essência do desmonte da Petrobrás e seu apequenamento.

Sempre me posicionei – e assim continuarei até o final do mandato – contrária à destruição da verticalização e integração da Petrobrás, pois são elas que garantem à empresa a estatura e resiliência nos cenários geopolíticos tão instáveis do setor petróleo.

No que eu acredito? Em uma Petrobrás estatal, integrada, forte e a serviço da nação e do povo brasileiro, seu verdadeiro dono.