Trabalhadores não devem entregar controle da unidade aos grupos de contingência

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

Chegamos ao segundo dia de greve com força total na Bacia de Campos, com cerca de 38 plataformas aderindo à mobilização. A orientação do Sindipetro-NF continua ser de parada completa da produção ou de apenas o volume mínimo de gás e óleo necessário para a segurança e a habitabilidade da plataforma. O impacto inicial estimado é de uma redução de 400 mil barris diários de petróleo.

O sindicato orienta aos petroleiros da Bacia que permaneçam a bordo e não entreguem o controle da unidade aos grupos de contingência que estão subindo. Nesse momento é importante que a categoria se mantenha tranqüila e não entre em embates com as gerências a bordo. Qualquer alteração na operação tem que ser negociada com o sindicato.

Os Geplats não tem direito a negociar efetivo e desembarque com os grevistas, só com o sindicato. Todos devem cumprir seus horários de trabalho, reunidos.

A diretoria do Sindipetro-NF reforça a necessidade dos trabalhadores estarem sempre acompanhados para evitar assédios. Caso esses assédios aconteçam, o sindicato deve ser notificado imediatamente pelos canais de comunicação disponíveis e pelo email [email protected]

É importante a categoria saber que a greve segue firme nas unidades marítimas. Estão no movimento de greve as plataformas PCE-1, PGP-1, PPM-1, PPG-1, PNA-2, PCH-1, PCH-2, PVM-1, PVM-2, PVM-3, P-07, P-08, P-09, P-12, P-15, P-18, P-25, P-26, P-20, P-31, P-32, P-33, P-37, P-40, P-47, P-48, P-50, P-51, P-52, P-53, P-54, P-55, P-56, P-61, P-62, P-63, P-65 e UMS São João da Barra. No Terminal de Cabiúnas (Tecab), em Macaé, os grupos continuam seguindo o indicativo do Sindipetro-NF e ocupando o terminal.