O Sindipetro-NF entrou com uma denúncia no Ministério Público do Trabalho contra a Petrobrás por contaminação da praça de máquinas de P-33 com esgoto.

No dia 8 de novembro, o Departamento de Saúde do NF recebeu denúncia de que a praça de máquinas da P-33 estava sendo contaminada com esgoto sanitário. Também chegou a ser levantada hipótese de contaminação da água potável, mas segundo o SMS isso não chegou a acontecer.

Relatos dos trabalhadores dão conta que o problema inicial foi no esgoto da cozinha, que acabou sendo interligado ao do banheiro, que não suportou a pressão e chegou a invadir áreas próximas. Deixando um cheiro insuportável no ar.

O NF questionou o SMS da UO-BC que informou que o banheiro existente na praça de máquina teve uma obstrução e seu uso foi interrompido.

O problema chegou a ser debatido em reunião de CIPA, mas não entrou como pendência. O Sindipetro-NF orienta que os trabalhadores informem se a contaminação  foi solucionada, já que havia risco biológico envolvido.  O Departamento de Saúde está acompanhando o caso desde a sua ocorrência. 

A cesta básica no município de Macaé segue em queda no mês de outubro em relação a setembro, de -0,12%, passando a custar R$ 369,49, completando um semestre com registro de variações negativas do custo médio da cesta macaense.Comparada com outubro de 2016, o custo da cesta também apresentou quedano preço médio, com retração de 10,03%.

 

TABELA 1

Gasto, variações mensal e anual e tempo de trabalho necessário

Macaé-RJ – Outubrode 2017

Produtos

Quantidades

Gasto mensal (R$)

Variação (%)

Tempo de trabalho

Outubro 2017

Setembro 2017

Mensal

Em 12 meses

Outubro 2017

Setembro 2017

Carne

6 kg

108,24

109,86

-1,47

-7,20

25h25m

25h47m

Leite

7,5 l

26,93

27,30

-1,36

-13,27

6h19m

6h25m

Feijão

4,5 kg

23,13

23,72

-2,49

-34,94

5h26m

5h34m

Arroz

3 kg

10,32

11,19

-7,77

-16,91

2h25m

2h38m

Farinha

1,5 kg

4,22

4,26

-0,94

-9,83

0h59m

1h00m

Batata

6 kg

14,04

11,58

21,24

-28,44

3h18m

2h43m

Tomate

9 kg

33,21

32,31

2,79

-16,89

7h48m

7h35m

Pão

6 kg

56,82

56,52

0,53

4,41

13h20m

13h16m

Café

600 g

14,26

14,32

-0,42

13,81

3h21m

3h22m

Banana

7,5 dz

32,25

32,63

-1,16

-16,02

7h34m

7h40m

Açúcar

3 kg

9,45

9,57

-1,25

-15,09

2h13m

2h15m

Óleo

900 ml

4,04

4,09

-1,22

0,75

0h57m

0h58m

Manteiga

750 g

32,58

32,58

0,00

7,67

7h39m

7h39m

Total da Cesta

 

369,49

369,93

-0,12

-10,03

86h45m

86h52m

Pesquisa Nacional da Cesta Básica

Fonte: DIEESE

 

Na comparação mensal, entre setembro e outubro de 2017, nove dos treze produtos pesquisados registraram variações negativas do preço médio. Os destaques são para o arroz(-7,77%),o feijão (-2,49%), a carne (-1,47%), o leite(-1,36%), o açúcar (-1,25%), o óleo de soja (-1,22%) e a banana (-1,16%).Os demais produtos com retração de preços apresentaram variações inferiores à 1%.

Apenas a batata (21,24%), o tomate (2,79%) e o pão (0,53%) apresentaram aumento nos preços.O preço da manteiga manteve-se estável entre setembro e outubro.

Em doze meses, o preço médio da cesta básica macaense registrou queda de 10,03%.Entre os produtos que registraram aumento nos preços, o destaque vai para o café (13,81%) e para a manteiga (7,67%). Com relação aos itens com redução dos preços, destacaram-se o feijão (-34,94%), abatata (-28,44%), oarroz(-16,91%), o tomate (-16,89%),a banana (-16,02%)e o açúcar (-15,09%).

O custo da cesta básica de Macaé representou 87,75% do valor apurado no município do Rio de Janeiro (R$ 421,05) no mês de outubro.

Em outubro, o custo do conjunto de alimentos essenciais caiu em 11 das 21 capitais brasileiras pesquisadas pelo DIEESE. As maiores quedas foram registradas emGoiânia (-2,79%), Maceió (-2,52%) e Manaus (-1,77%).Entre as capitais que registraram aumento no preço médio da cesta básica, as maiores variações foram anotadas em Campo Grande (2,67%), Curitiba (3,08%) e Cuiabá (3,08%).

O trabalhador que reside em Macaé com rendimento equivalente a um salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 86 horas e 45 minutos para adquirir os itens alimentícios que compõem uma cesta básica individual. O valor gasto com essa cesta representou, em outubro, 42,86% do salário mínimo líquido, ou seja, após os descontos da Previdência Social.

A partir da cesta básica mais cara, que neste mês foi verificada na cidade de Porto Alegre (R$ 446,87), o DIEESE calcula o Salário Mínimo Necessário, ou seja, a quantia necessária para suprir as despesas de uma família composta de quatro membros (dois adultos e duas crianças) com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, conforme estabelece a Constituição Federal. O valor calculado para o mês de outubro foi de R$ 3.754,16, ou 4,01 vezes o mínimo de R$ 937,00.

 

O Sindipetro-Caxias informou no final na manhã de hoje, no perfil da entidade no Facebook, a ocorrência de um incêndio em uma área próxima à Reduc, por volta das 10h30, em razão de uma parada no U-1790, com descarte de líquido para o flare.

"O produto caiu no matagal, ocasionando um incêndio. Devido à falta de manutenção na refinaria, os trabalhadores convivem toda hora com acidentes e vítimas", afirma o sindicato.

O Sindipetro-Caxias também informa que não há vítimas, "mas a Segurança Industrial está tendo dificuldade de combater o incêndio por falta de hidrantes próximo ao local".

Somente em 2017, lembra o sindicato, houve 41 acidentes com 51 vítimas na Reduc.

 

[Foto: Sindipetro-Caxias]

A diretoria da FUP e de diversos sindicatos petroleiros, entre eles o Sindipetro-NF, ocuparam na manhã de hoje a sala de controle da Fábrica de Fertilizantes (Fafen) de Araucária, no Paraná, em protesto contra a venda deste ativo da Petrobrás. A ocupação começou um pouco antes das 6h e durou duas horas.

Os dirigentes sindicais mobilizaram os trabalhadores e dialogaram sobre as razões da ocupação. De acordo com o coordenador geral da FUP (Federação Única dos Petroleiros), José Maria Rangel, o protesto na Fafen é mais um sinal de que a Petrobrás não vai entregar os seus ativos sem enfrentar uma grande resistência da categoria petroleira.

"Esse é um momento em que nenhum de nós tem o direito de abaixar a cabeça. Porque é exatamente isso que os golpistas querem. Eles querem passar pra gente uma desilusão, de que não existe mais esperança para o País, e que portando temos que abaixar a cabeça e nos submeter a tudo o que eles querem", disse José Maria, aos trabalhadores, na sala de controle da Fafen.

De acordo com a FUP, a fábrica está sendo privatizada por meio de uma negociação de venda casada, que inclui também a Fábrica de Fertilizantes do Mato Grosso do Sul (UFN-III), uma planta que não entrou em operação, pois teve a obra paralisada em dezembro de 2014, com 80% do projeto concluído. 

"Devido aos impairments realizados pela atual gestão da Petrobrás, a unidade Paraná vale contabilmente zero reais (R$ 0,00). Através de uma Ação Civil Pública, a FUP está contestando na Justiça a entrega deste importante ativo, que tem capacidade de produzir anualmente cerca de 700 mil toneladas de ureia e 475 mil toneladas de amônia, além do valioso e estratégico Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32)", informa a Federação.

Na fala à categoria na Fafen, José Maria também destacou o desmonte geral que está sendo empreendido na Petrobrás, mostrando o paralelo entre o desempenho da empresa até 2002 e após o primeiro governo do ex-presidente Lula — que recuperou um norte para a companhia, voltando a sua missão para o desenvolvimento nacional e a promoção da justiça social, reergueu a indústria naval, voltou a investir em pesquisa e descobriu o pré-sal.

"O jogo é muito pesado e nós estamos fazendo a boa resistência. Estar aqui significa que não vamos aceitar passivamente que o patrimônio público seja entregue", disse o coordenador.

O coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, e o também diretor da entidade, Antônio Carlos Bahia, participaram do protesto na Fafen. Segundo Tezeu, o movimento sindical "vai brigar por cada uma" das Fafens, assim como por todos os ativos da Petrobrás, luta que também foi destacada por Bahia.

 

A ascensão conservadora no mundo e golpista no Brasil não poupa ninguém. Ela tem viés de classe, tem viés de gênero e tem também viés racista. Neste Mês da Consciência Negra é preciso chamar especialmente a atenção para este terceiro aspecto.

Se é notória a reação da classe dominante contra os direitos trabalhistas, obtendo êxito em exterminá-los em proporção jamais vista na história brasileira, e se também está clara a ligação desta elite patronal com valores tradicionais do patriarcado, não é menos evidente que esta mesma elite foi cultivada sob a influência de um legado cultural escravocrata e preconceituoso contra os negros.

O caso recente do jornalista Willian Waack não é isolado. Muitos da sua geração habituaram-se a cometer cotidianamente aquele tipo de crime e permanecerem impunes. Pior: frequentemente sequer eram percebidos como racistas, pois muitos deles conservavam a desfaçatez dos bons tratos, a elegância do bom convívio, não raras vezes orgulhando-se de “tratar a empregada negra como membro da família”.

Só que cresceram os movimentos negros, aumentaram as ações de formação que estimularam as reflexões sobre estas mazelas, e esta forma “cordial” de preconceito foi sendo explicitada. Há não muito tempo era comum o argumento de que o Brasil não era racista, era “apenas” desigual socialmente — raciocínio que embalou a muitos dos opositores da implantação da política afirmativa de cotas para negros nas universidades. Hoje não há mais espaço para isso, e foi isso que encorajou a denúncia contra Waack.

O respeito, a mudança de mentalidade, a busca da igualdade, a equalização dos direitos, a criminalização dos ataques, são imposições éticas e civilizatórias para todos os lutadores que constroem um mundo melhor. E o 20 de Novembro é um dos marcos essenciais dessa luta.

A disputa simbólica pela memória de Zumbi dos Palmares precisa ser permanentemente fortalecida (muitos estados e municípios ainda resistem em atribuir a condição de feriado ao dia). A luta contra o conservadorismo e o golpe também passa pela cultura, pela identidade e pela memória.

[Nascente 1018]

Eleita para o CA da Transpetro em agosto, a baiana Fabiana dos Anjos ainda não conseguiu tomar posse. Mesmo tendo entrado em contato diversas vezes com o representante da empresa na Comissão Eleitoral, a petroleira não obteve respostas sobre data da posse e tão pouco da Assembleia Geral Extraordinária. Somente em meados de outubro, a Comissão solicitou diversos documentos alegando que são novas exigências da Lei golpista 13303/16, que cria dificuldades para o trabalhador participar do CA.

De acordo com Fabiana, mesmo com todas as exigências entregues, ainda não houve respostas quanto a data da posse no Conselho Administrativo. 
Cá entre nós, enquanto Fabiana, eleita legitimamente pelos trabalhadores, está sendo enrolada pela empresa, o atual conselheiro continua sentado na cadeira com seu mandato sendo prolongado pela subsidiária. Um golpe disfarçado de burocracia. Será que se fosse o outro candidato derrotado, haveria essa demora?

Imprensa do NF - Com participação de petroleiros, petroquímicos, professores, eletricitários, bancários e movimentos sociais que integram a Plataforma Operária e Camponesa da Energia, o Ato em Defesa dos Investimentos da Petrobrás no Paraná, realizado terça-feira, 14, à noite no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Estado (ALEP), apontou uma ampla agenda de luta contra a venda da Araucária Nitrogenados e as ameaças de desativação da SIX (Usina de Xisto).

O ato foi organizado pelo Sindiquímica-PR e Sindipetro-PR/SC, em conjunto com o mandato do deputado estadual Tadeu Veneri (PT), e contou também com a presença  das direções sindicais petroleiras de vários estados do país, que estão em Curitiba para o Conselho Deliberativo da FUP.  O diretor do Sindiquímica, Gerson Castellano, ressaltou a importância da resistência unitária da categoria à privatização da Araucária Nitrogenados, lembrando que “se a venda da Fafen acontecer de forma suave, sem a devida resistência, todo o resto vai por água abaixo”. 

Unidade na resistência

“O processo de resistência aqui é fundamental para barrar a privatização integral da Petrobrás. Já passamos por isso em 1993, quando a nosso unidade foi privatizada pela primeira vez, e sempre resistimos, mesmo quando estávamos na iniciativa privada, pois, independente de qualquer coisa, entendemos o papel fundamental que a Petrobrás tem para a nação. Está no nosso sangue essa luta. A Petrobrás é muito mais do que uma empresa, ela foi um sonho construído pela sociedade, para nos dar autonomia e soberania”, afirmou Castellano.

A Fábrica de Fertilizantes, em Araucária, está sendo privatizada, através de uma negociação de venda casada, que inclui também a Fábrica de Fertilizantes do Mato Grosso do Sul (UFN-III), cuja planta sequer entrou em operação, pois teve a obra paralisada em dezembro de 2014, com 80% do projeto concluído. Devido aos impairments realizados pela atual gestão da Petrobrás, a unidade Paraná vale contabilmente zero reais (R$ 0,00). Através de uma Ação Civil Pública, a FUP está contestando na Justiça a entrega deste importante ativo, que tem capacidade de produzir anualmente cerca de 700 mil toneladas de ureia e 475 mil toneladas de amônia, além do valioso e estratégico  Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32).

Impactos na economia do estado

O presidente do Sindipetro-PR/SC, Mário Dal Zot, destacou a importância que a Petrobrás e suas subsidiárias têm para a economia do Paraná, cujos investimentos representam atualmente 7% do PIB do estado, mas já chegaram ao dobro disso. Só a Repar gera mais de R$ 2 bilhões anuais em ICMS, o que representa mais de 80% da arrecadação da cidade de Araucária, onde está localizada.  “Como uma empresa estatal, a Petrobrás tem compromissos não só com o desenvolvimento econômico, mas também social. Infelizmente, nós não vemos isso na atual gestão.

A SIX, que tem capacidade instalada para o processamento de 5.880 toneladas diárias de xisto pirobetuminoso, é responsável por mais de 50% de toda a arrecadação do município de São Mateus. O xisto gera óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre, além de outros derivados que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica.

“Temer fez a opção pela subserviência”

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, destacou que os cortes nos investimentos da Petrobrás e as privatizações de subsidiárias e de vários ativos estratégicos da empresa é por uma opção do governo. “Esse governo ilegítimo fez uma opção pela subserviência e por um Estado mínimo. Ele (Temer) acredita nisso e foi colocado lá para isso”, afirmou, lembrando que a Petrobrás sempre sofreu perseguição por parte dos entreguistas de plantão.

“A nossa empresa foi criada através de um movimento de massas, a campanha ‘O petróleo é nosso’, e a gente vem resistindo bravamente aos ataques contra ela”, destacou Zé Maria, contextualizando os diversos momentos em que a Petrobrás foi alvo de golpes, desde o governo Getúlio Vargas, passando pela deposição de João Goulart e mais recentemente o impeachment da presidente Dilma.  “A nós, cabe a resistência sempre, como estamos fazendo e não vamos abaixar a cabeça para esses golpistas”, avisou.

Agenda de resistência

Ao final do debate, o deputado estadual Tadeu Veneri elencou as principais propostas para barrar o desmonte da Petrobrás no Paraná:

  • Organizar visitas formais de uma comissão de deputados estaduais às unidades da Petrobrás no Paraná, com acompanhamento dos sindicatos.
  • Criar o Comitê de Defesa Permanente da Fafen-PR
  • Realizar audiências públicas nas Câmaras de Vereadores de Araucária, São Mateus e de Curitiba
  • Denunciar constantemente no plenário da ALEP os impactos da privatização e desmonte das unidades da Petrobrás no Paraná

Nesta quinta, 16, a diretoria do Sindipetro-NF realizará às 19h30, uma transmissão ao vivo aqui no Facebook, para debater e traçar os próximos passos da Campanha Reivindicatória dos petroleiros (as) do Sistema Petrobrás e desdobramentos da Contrarreforma Trabalhista na organização do trabalho em nosso país. 

A transmissão será realizada em nossa página no facebook, clique aqui.

Após o Conselho Deliberativo da Petros ter aprovado o equacionamento abusivo do deficit do Plano Petros-1, que foi recentemente referendado pelo Conselho de Administração da Petrobras, os participantes e assistidos estão apreensivos com as ameaças de cobranças indevidas de contribuições extraordinárias. A FUP orienta os petroleiros e seus familiares sobre as ações que estão em andamento para garantir os direitos da categoria.

O processo de equacionamento do déficit do PP-1 ainda precisa ser aprovado pela Secretaria das Estatais do Ministério do Planejamento (SEST). Caso seja aprovado até o próximo dia 05, a cobrança de contribuições extraordinárias deverá ocorrer no dia 20/12 e nos próximos meses durante quase 18 anos.

Os conselheireos eleitos pelos trabalhadores que integram o Conselho Deliberativo da Petros, entre eles, o diretor da FUP, Paulo Cesar Martin, votaram contra essa cobrança abusiva.

A FUP já ingressou com uma Ação Civil Pública (ACPU) cobrando a suspensão do plano de equacionamentoaprovado pela Petros/Petrobrás.

Caso a justiça acate a solicitação da FUP, a decisão abrangerá todos os mais de 76 mil participantes e assistidos do PP-1, independentemente se são associados ou não às entidades sindicais filiadas.

A ACPU é a melhor e mais segura forma jurídica de encaminhar essa solicitação perante a Justiça, pois não há custas judiciais e sucumbência para o autor, no caso a FUP e seus substituídos, os mais de 76 mil participantes.

Portanto, caso algum participante ou assistido ingresse com ação individual ou coletiva, correrá riscos financeiros graves, caso venha a perder essa ação.

Somente as entidades sindicais podem ingressar com uma ACPU - Ação Civiil Pública: Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais Sindicais.

Além disso, se tivermos sucesso na sua ACPU e algum participante ou assistido perder a ação individual, ele deixará de estar contemplado na ação da FUP.

Nesse sentido, a FUP alerta a todos os participantes e assistidos do PP-1 para que tenham cuidado com as aventuras jurídicas e os oportunistas de plantão.

Há advogados oportunistas, tentando se aproveitar do desespero dos petroleiros que poderão ser impactados pelo equacionamento do PP-1, e estão propondo um série de aventuras jurídicas.

"Se algum advogado lhe procurar com esse propósito, não assine nada e procure o seu Sindicato", alerta a Secretaria de Assuntos Jurídicos da FUP. 

 Portanto, não se deixe enganar: a ação individual deve ser a última via a ser utilizada!

FUP

 

 

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF) promove no dia 22 de novembro uma roda de conversa com o tema "Memória e Construção da Identidade Negra" com os professores Jorge Luiz Santos e Luciane Soares, às 18h, na sua sede em Macaé.  A abertura do evento será com a apresentação do Coral do Sindipetro-NF regido pelo maestro Wilson dos Santos Souza acompanhado do tecladista Marcos Caê.

Em seguida, será exibido o documentário premiado "Menino 23" e decbatido com a professora da UFRJ e membro do Neab-UFRJ/UFF Macaé, Caroline Guilherme. O filme começa a partir da descoberta de tijolos marcados com suásticas nazistas em uma fazenda no interior de São Paulo, acompanha a investigação do historiador Sidney Aguilar e a descoberta de um fato assustador: durante os anos 1930, 50 meninos negros e mulatos foram levados de um orfanato no Rio de Janeiro para a fazenda onde os tijolos foram encontrados.

 “O Sindipetro-NF consolidou a comemoração do Dia da Consciência Negra em Macaé através dos eventos que promove há anos em seu teatro. Esse ano debatermos como se deu a construção da identidade negra em nosso país” – comenta a diretora de formação, Conceição de Maria.

 

Programação:

22/11/2017

18 horas

- Roda de Conversa: "Memória e Construção da Identidade Negra"

Com o professor da Faculdade Batista de Macaé e Mestre em Políticas Públicas Educacionais pela UniRio, Jorge Luiz R. Santos e a professora da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e Doutora em sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,  Luciane Soares

 

- Exibiçao do Filme: Menino 23

Duração: 1h20min

Data de lançamento: 7 de julho de 2016 (Brasil)

Direção: Belisário Franca

Produção: Maria Carneiro da Cunha

Indicações: Grande Prêmio do Cinema Brasileiro - Melhor Montagem de Documentário

Prêmios: Grande Prêmio do Cinema Brasileiro - Melhor Filme de Documentário, MAIS

Roteiro: Belisário Franca, Bianca Lenti

O Sindipetro-NF foi informado pela categoria que durante uma troca de turma em P-31 um helicóptero (prefixo LCH) sofreu uma pane. Segundo relatos dos trabalhadores, uma luz no painel indicou problemas na aeronave, que permaneceu a bordo da unidade até que uma equipe de manutenção embarcasse para  fazer os reparos. Em consequência dessa pane, todos os voos seguintes para P-31 foram cancelados.

O Sindipetro-NF critica o fato de em nenhum momento  o SMS da empresa ter comunicado à entidade o que estava acontecendo. Por intermédio da rede de denúncia dos trabalhadores que o fato chegou ao sindicato.

Ainda segundo os trabalhadores, a Petrobrás está aguardando o término do serviço de transferência do óleo da plataforma para outro navio de transporte para prosseguir com as trocas de turma.

Para a diretoria do NF, isso demonstra claramente que para a empresa a qualidade de vida do seu empregado tem menos valor que a produção. E que o que importa para a Petrobrás é quanto a empresa deixa de ganhar com o transporte da produção e não se seu trabalhador está embarcado além de sua jornada que já é extenuante.  

Nesta terça-feira, 14, petroleiros de vários estados do pais participam de um ato em defesa da manutenção dos ativos da Petrobrás no estado do Paraná, que será realizado durante Audiência Pública no plenarinho da Assembleia Legislativa (ALEP). A atividade está sendo organizada pelo Sindipetro-PR/SC e Sindiquímica-PR, com apoio da FUP, que realiza nesta terça e quarta-feira, em Curitiba, o seu Conselho Deliberativo, onde os petroleiros estão discutindo os próximos encaminhamentos em relação à campanha reivindicatória. O Sindipetro-NF transmitirá o ato a partir das 19h em sua página no facebook.

"O ato na ALEP tem como objetivo conscientizar a população e os parlamentares sobre a importância da estatal no desenvolvimento econômico e social do estado, principalmente após o anúncio de venda da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen-PR)", explica o Sindiquímica, em nota divulgada aos trabalhadores. 

A audiência começa às 19 horas, com participação do Coordenador da FUP, José Maria Rangel, do presidente do Sindipetro-PR/SC, Mario Dal Zot, do diretor do Sindiquímica, Gerson Castellano, além de representantes das centrais sindicais e do Fórum contra a Privatização do Setor Elétrico. Também foram convidados senadores do Paraná, deputados federais, representantes do governo local e da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).

Além da privatização da Fafen, em Araucária, o governo ilegítimo de Temer, através da gestão Pedro Parente, vem tentando desativar a usina de Xisto de São Mateus.A SIX tem capacidade instalada para o processamento de 5.880 toneladas/dias de xisto pirobetuminoso, que geram óleo combustível, nafta, gás combustível, gás liquefeito e enxofre. Outros derivados são produtos que podem ser utilizados nas indústrias de asfalto, cimenteira, agrícola e de cerâmica.

"As unidades da Petrobrás impulsionam a economia das cidades onde estão instaladas e de todo o Paraná por meio da geração de empregos e dos impostos e royalties, sem contar o desenvolvimento nacional. Além disso, as unidades de fertilizantes são estratégicas para um projeto de nação com independência e soberania", destaca o Sindiquímica, alertando que "a privatização da Fafen coloca em risco sua contribuição com a sociedade e todos os benefícios que a Petrobrás pode gerar por intermédio de suas subsidiárias".

A Fábrica de Fertilizantes, em Araucária, tem capacidade de produzir anualmente cerca de 700 mil toneladas de ureia e 475 mil toneladas de amônia, além de produzir o Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32). A fábrica é estrategicamente localizada ao lado da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar).

:: Serviço

Ato em Defesa dos Investimentos da Petrobrás no Paraná

Data: 14 de novembro (terça-feira)

Horário: 19h00

Local: Plenarinho da Alep

Organização:  FUP, Sindipetro PR e SC, Sindiquímica-PR e deputado Tadeu Veneri

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