A diretoria do Sindipetro-NF realiza hoje em sua página no facebook um "face to face" sobre as negociações do termo Aditivo do Acordo. A transmissão será às 20h, quando diretores estarão ao vivo para responder questionamentos da categoria. 

A participação da categoria é de extrema importância para que todas as dúvidas sejam esclarecidas. www.facebook.com/sindipetronf

 

 

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) abriu nesta semana um programa de demissões voluntárias para o qual espera adesão de 8.200 funcionários, de um total aproximado de 117 mil, até meados de fevereiro. Planos de demissão ou de estímulo à aposentadoria em empresas públicas têm sido comuns nos últimos anos, mas o atual governo caminha para aprofundar a redução de pessoal.

Desde 2013, segundo dados parciais, obtidos nos relatórios administrativos das próprias companhias, apenas quatro das maiores empresas – Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, ECT e Petrobras – fecharam 30 mil postos de trabalho. Com novos programas em curso ou por vir, esse total chega a aproximadamente 55 mil.

A Petrobras fechou 2013 com 86.811 funcionários diretos. No terceiro trimestre do ano passado, último dado disponível, estava com 71.152, um corte próximo de 16 mil postos de trabalho, ou 18%. A companhia fez dois programas de incentivo ao desligamento voluntário (PIDVs), em 2014 e 2015. Alguns funcionários ainda devem deixar a empresa, que reduziu investimentos e tem vendido ativos, em processo que os petroleiros chamam de "desmonte" em favor do setor privado.

De 2013 para 2014, os Correios fecharam 5 mil vagas, de 125.420 para 120.461. A empresa continuou reduzindo, e em abril do ano passado estava com 117.405 funcionários diretos, sendo 59.718 carteiros. No PDV aberto agora, que vai até 17 de fevereiro, a empresa tem 17.700 trabalhadores considerados "elegíveis", mas espera adesão de 8.200. O público é formado por funcionários com 55 anos ou mais e pelo menos 15 anos de serviço. Sindicalistas apontam, como consequência, piora na qualidade dos serviços prestados. Confirmadas as 8.200 adesões, o número de vagas fechadas desde 2013 vai superar 16 mil, queda de 13% no emprego.

Outro alvo recente do "ajuste", a Caixa federal – que em 2013 chegou a contratar 8 mil funcionários, dispensando 2.700 (incluindo aposentadorias) –, passou de 101.500, no ano seguinte, para 95.100 no terceiro trimestre de 2016. A redução atingiu também estagiários e aprendizes, que foram de 16.300 para 14.800 no mesmo período. A meta do programa de demissões deve atingir de 8 mil a 10 mil trabalhadores.

Ainda no setor financeiro, o Banco do Brasil, já havia reduzido seu quadro de pessoas de 111.628 empregados, no final de 2014, para 109.159 até o terceiro trimestre do ano passado. E cortou mais de 9 mil após programa aberto no final de 2016.

A holding Eletrobras manteve estável seu quadro de pessoal nos últimos anos, entre 22 mil e 23 mil funcionários. No terceiro trimestre, tinha 22.989 (23.533 no ano anterior), sendo 15.583 operacionais e 7.406 administrativos, 4.556 na Chesf e 3.751 em Furnas. Mas também tem planos de redução.

Brasil Atual - Menos de um mês após liberar o saque de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), Michel Temer já se prepara para voltar atrás. Na ocasião, Temer afirmou que a medida liberaria R$ 30 bilhões do fundo. O dinheiro ajudaria os trabalhadores a quitar dívidas e ainda auxiliaria a retomada da economia. Agora, o Planalto estuda criar um mecanismo para restringir o número de trabalhadores que poderão sacar do FGTS. Para blindar Temer do desgaste causado pelo recuo, aliados ensaiam o discurso de que, se a restrição vier, incidirá sobre um número pequeno de pessoas, preservando trabalhadores endividados e de baixa renda que são o alvo principal da medida. Medida, no entanto, é aceno também para as construtoras e incorporadoras imobiliárias. O dinheiro do FGTS é usado para financiar a construção de imóveis e projetos de saneamento básico.

As informações são de reportagem de Renata Agostini e Daniela Lima na Folha de S.Paulo. 

"Os empresários afirmam que liberar saques em todas as contas debilitará em poucos anos a capacidade do fundo de sustentar empréstimos para compra da casa própria.

Ao buscar uma trava para os saques, o governo procura tanto reter parte dos recursos no FGTS como agradar os empresários da construção, que negociam com o governo um pacote de estímulo ao setor.

O anúncio da liberação dos saques foi feito às vésperas do último Natal, como carro-chefe de um pacote de medidas de estímulo econômico apresentado com o objetivo de melhorar a imagem de Temer e a avaliação do governo."

Diante da mentira divulgada pela Petrobrás em seu informe aos trabalhadores, afirmando que o reajuste de 8,57% está condicionado à implementação da sua proposta de redução da jornada com redução de salário, o Conselho Deliberativo da FUP foi suspenso e só se posicionará sobre o indicativo que será divulgado à categoria, após receber da empresa as minutas dos Termos do atual ACT e da Araucária Nitrogenados.

O posicionamento da FUP desde que a Petrobrás propôs alterar a jornada foi de que houvesse um amplo debate sobre isso na Comissão de Regime de Trabalho, de forma a preservar e a garantir os direitos dos trabalhadores.

Em momento algum da negociação, foi discutido com as direções sindicais qualquer tipo de condicionante em relação à essa questão ou à proposta de reajuste salarial. O que foi apresentado pelos representantes da Petrobrás na reunião desta quarta é o que está na carta de encaminhamento da proposta.

Em vídeo divulgado à categoria, o coordenador José Maria Rangel rebate as mentiras da empresa:

http://www.fup.org.br/galerias/videos/item/20533-conselho-deliberativo-da-fup-so-se-posicionara-sobre-proposta-da-petrobras-apos-receber-minutas-do-termo-aditivo

Iuri Lopardo – Jornal Sul21

O primeiro dia de Fórum Social das Resistências, que acontece em Porto Alegre de 17 a 21 de janeiro, terminou com a Marcha dos Povos em Resistência, que partiu do Largo Glênio Peres no fim da tarde desta terça-feira (17) e seguiu pelas ruas do centro até a Cidade Baixa.

Painel realizado na Fetag. Foto: Maia Rubim/Sul21

As principais atividades do dia iniciaram às 9h. No auditório da Fetag, o painel “Os desafios da classe trabalhadora diante da ofensiva neoliberal”, discutiu a reforma previdenciária proposta pelo governo Michel Temer (PMDB). Para uma das palestrantes da mesa, a doutora em economia e professora da UFRJ Denise Gentil, “esta reforma atende aos interesses de quatro grupos sociais: os bancos, os proprietários de títulos públicos, os burocratas e bancadas do Congresso”. Segundo ela, “a disponibilidade do Governo Federal no Banco Central do Brasil – Conta Única, em novembro de 2016, era próxima a 1 trilhão de reais líquidos”. “Vocês acham que este é um país que passa por crise fiscal? Este é um país riquíssimo”, provocou aqueles que acompanhavam a atividade.

Ao mesmo tempo, no Hotel Embaixador, no Centro, acontecia o debate “América Latina: que caminhos seguir?”, que contou com a participação de Oded Grajew e Chico Whitaker, idealizadores do primeiro Fórum Social Mundial, em 2001. Somaram-se a eles ativistas da Nicarágua, Venezuela, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil. A roda de conversa, que se deu grande parte em portunhol, discutiu os rumos seguidos pela esquerda no continente e a necessidade de sair do Fórum das Resistências com um plano de trabalho para os próximos anos. A peruana Marisa Gave, foi enfática ao fazer uma crítica interna à esquerda: “fizemos tudo que podíamos?  Eu acho que não. Nós nos consideramos anti-capitalistas, mas não rompemos com ele”.

Discussão sobre a América Latina Foto: Maia Rubim/Sul21

Mais tarde, às 17h, iniciou-se concentração para a Marcha dos Povos em Resistência, no Largo Glênio Peres. Movimentos sindicais e sociais, assim como representantes de partidos políticos compareceram, representando diferentes causas. Entre os participantes, João Carlos Padilha, índio kaingang, reivindicava o reflorestamento e repudiava a indicação de Antônio Toninho Costa, pastor evangélico, para a presidência da Funai. Raul Pont, ex-prefeito e candidato nas últimas eleições para a prefeitura da Capital, citou a importância do fórum com o tema resistências, “visto que os movimentos não foram capazes de impedir que o governo golpista tomasse o poder e colocasse em prática essas medidas que afetarão negativamente o trabalhador” e terminou dizendo que “é hora de internacionalizar isso”.

A marcha iniciou às 18h30 e trancou uma via da Av. Borges de Medeiros em direção ao Largo Zumbi dos Palmares, na Cidade Baixa, onde estava previsto acontecer ato cultural. Na chegada à Av. Loureiro da Silva, no entanto, a marcha se deparou com a Feira Modelo, que acontece todas às terças no local. Segundo a organização do evento, os feirantes deveriam liberar o local às 19h para dar lugar à programação do fórum, o que acabou não acontecendo. Depois de cerca de uma hora na Rua José do Patrocínio, a marcha acabou por dispersar. As atividades continuam nesta terça-feira, confira a programação.

Para ver mais fotos e cobertura  do primeiro dia, clique aqui.

reduc incendio

Imprensa da FUP - A FUP e o Sindipetro Duque de Caxias tomaram conhecimento por volta das 14h de um incêndio de grandes proporções na Unidade 1210 de Destilação Atmosférica, da Refinaria Duque de Caxias. Segundo informações preliminares dos trabalhadores que se encontram no local, o acidente pode ter sido provocado por vazamento de produto.

As direções sindicais estão buscando informações junto à Petrobrás, que informou que não houve vítimas. Segundo os trabalhadores, o fogo está destruindo toda a planta da Unidade e a brigada de incêndio já foi acionada, assim como o PAM - Programa de ajuda mútua.

Esse é mais um acidente grave que reforça as denúncias da FUP do risco cada vez maior nas unidades do Sistema Petrobrás, potencializado pela saída em massa dos trabalhadores no PIDV, cujos postos não foram repostos, apesar das cobranças constantes das entidades sindicais. Só na Reduc, 149 trabalhadores deixaram a refinaria após aderirem ao PIDV, o que representa cerca de 10% do efetivo da unidade, que já operava com um número reduzido de técnicos.

Não bastassem os baixos efetivos que colocam a categoria e as unidades em risco maior, a empresa ainda quer implantar um sistema de consequência, visando responsabilizar os trabalhadores pelo descaso e irresponsabilidade dos gestores. Nesta manhã, durante reunião com o RH da empresa para tratar do Termo Aditivo do ACT 2015/2017, a FUP denunciou esta situação e cobrou uma reunião imediata da Comissão de SMS

O Diretor do Sindipetro-Caxias, Simão Zanardi, denunciou agora a pouco em seu perfil do facebook um incêndio na Reduc, especificamente na U-1210. "Por enquanto não tem vítimas declaradas, mas num incêndio de grande proporção" - afirmou.

De acordo com notícia veiculada pelo site 1 News," existe uma corporação de bombeiros situada estrategicamente ao lado da refinaria, para casos emergenciais como o que está acontecendo agora. A situação, segundo informações da própria Record Rio, acaba de estar sob controle".

 

Temos a alegria de informar que o companheiro Guilherme Boulos, membro da coordenação do MTST, foi liberado da Delegacia, no inicio da noite desta terça-feira, 17, após passar o dia detido no 49ª Distrito Policial, em São Mateus, na zona leste da capital paulista.

Boulos foi detido quando acompanhava a ação de reintegração de posse de uma ocupação na periferia de São Paulo, fazendo a mediação com os policiais, na tentativa de preservar os direitos das cerca de três mil pessoas que estavam sendo despejadas.

Segundo o MSTS, agora, é centrar fogo na ajuda às famílias desalojadas da ocupação Colonial e organizar a luta para denunciar mais essa arbitrariedade do Estado Brasileiro contra os pobres.

A FUP  e o Sindipetro-NF repudiam veemente a prisão arbitrária do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, em mais um episódio de violência, autoritarismo e perseguição aos movimentos sociais impetrada pelo governo Geraldo Alckmin.

Nesta quarta-feira, 18, A FUP terá mais uma rodada de negociação do Termo Aditivo do Acordo Coletivo 2015/2017.

A reunião será às 10h, na Universidade Petrobrás, no Rio de Janeiro, e terá cobertura em tempo real pelo Radar FUP.

Para acompanhar, acesse www.radarfup.com.br 

Após a reunião com a Petrobrás, o Conselho Deliberativo da FUP reúne-se, a partir das 15 horas, para avaliar a negociação com a empresa e definir os próximos passos da campanha.

No último dia 05, as direções sindicais apresentaram ao RH da Petrobrás os pontos elencados pelo Conselho Deliberativo da FUP para o fechamento do Termo Aditivo:

  • Prorrogação do atual Acordo Coletivo de Trabalho até 31/08/2018.
  • Reposição da inflação.
  • Cumprimento do pagamento do ATS para trabalhadores da Araucária Nitrogenados.
  • Remeter para Comissão de Regime de Trabalho as discussões sobre redução de jornada do administrativo com redução de salário, bem como o número de horas extras gerenciáveis na companhia.

FUP

 

 

 

Imprensa da FUP - A FUP repudia veemente a prisão arbitrária do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, em mais um episódio de violência, autoritarismo e perseguição aos movimentos sociais impetrada pelo governo Geraldo Alckmin.

Boulos foi detido quando acompanhava a ação de reintegração de posse de uma ocupação na periferia de São Paulo, fazendo a mediação com os policiais, na tentativa de preservar os direitos das cerca de três mil pessoas que estavam sendo despejadas.

De forma arbitrária, a polícia deu voz de prisão ao líder do MTST, alegando desobediência civil.

A ação desmedida da polícia de Alckmin, que tem por marca a repressão e a violência em situações de conflitos, espelha a forma de agir de governos autoritários, que desrespeitam o direito de manifestação garantido pela Constituição, criminalizando os movimentos sociais. Essa tem sido a postura dos apoiadores do golpe, sempre agindo na contramão da democracia.

A FUP exige a revogação da prisão de Guilherme Boulos e respeito aos direitos civis, ao diálogo, à liberdade de expressão e de manifestação garantidas por Lei. Não aceitaremos o estado de repressão e de perseguição que os golpistas querem impor aos que lutam por democracia e justiça social. Fora Temer e todos os golpistas.

 

 

 

FUP - 2016:

01 de setembro | No dia em que o povo brasileiro acordou com o país refém de um golpe de Estado, a FUP e seus sindicatos deram início às negociações com a Petrobrás do Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2015-2017, que foi renovado no ano passado em sua íntegra, após a vitoriosa greve de novembro. Os petroleiros reafirmaram que a empresa foi um instrumento para consolidação do golpe ao ter tido a sua imagem duramente atacada, com o objetivo de enfraquecê-la para que outras operadoras se apropriassem do Pré-Sal. FUP cobra respostas da Petrobrás para as principais pendências do ACT, como implementação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, retomada do Benefício Farmácia e recomposição dos efetivos. Em relação ao Termo Aditivo, os petroleiros apresentaram a proposta aprovada na 6ª Plenafup: reposição da inflação pelo ICV e  5% de ganho real.

16 de setembro | Em reunião com a Petrobrás, FUP rechaça a proposta de retirada de direitos e de congelamento de salários apresentada pela empresa, afirmando que é uma afronta aos petroleiros. Além de voltar atrás na implantação do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, descumprindo categoricamente o ACT 2015/2017 pactuado na mesa de negociação e aprovado pela categoria, a Petrobrás propôs congelar o salário base, alterar a jornada de trabalho com redução de salário e reduzir direitos conquistados, como a remuneração das horas extras e o auxílio alimentação.

19 setembro | FUP indica rejeição da proposta da Petrobrás e aprovação da “Operação Para Pedro”, com cumprimento rigoroso de todos os itens de segurança operacional e denúncia de quem descumprir ou assediar os trabalhadores.

23 de setembro | A FUP encaminha à Petrobrás documento cobrando o agendamento de uma nova rodada de negociação do Termo Aditivo, respaldada pelo resultado das assembleias que começaram rejeitando por unanimidade a proposta apresentada pela empresa.

26 de setembro | Assembleias aprovam estado de greve e a “Operação Para Pedro” e rejeitam por unanimidade a proposta da Petrobrás.

29 de setembro |  Petroleiros iniciam “Operação Para Pedro”, enquanto a FUP volta a se reunir com a Petrobrás para cobrar uma nova proposta para o Termo Aditivo, deixando claro que o descumprimento do acordo de implantação do ATS na Fafen-PR coloca em xeque a legitimidade dos processos de negociação. As direções sindicais também deixam claro que o que está em negociação nesta campanha são somente as cláusulas econômicas do Acordo Coletivo. Horas extras, jornada de trabalho e outras questões que a empresa queira discutir devem ser tratadas nas comissões de negociação permanentes, como determina o ACT. A FUP também reitera que a categoria não aceitará acordos diferenciados e que é inadmissível qualquer proposta econômica abaixo da inflação. 

13 de outubro |  FUP participa de reunião específica com a Petrobrás para tratar do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR, mas não há avanços por parte da empresa, que continua tentando justificar a quebra do compromisso firmado com a categoria.

19 de outubro | Em nova rodada de negociação, a empresa propõe 6% de reajuste e mantém as demais propostas de redução de direitos. Os petroleiros voltam a afirmar que é inadmissível qualquer proposta econômica que não reponha sequer a inflação do período e que questões como horas extras e jornada de trabalho não são objeto da negociação do Termo Aditivo. A Petrobrás, no entanto, insiste repetir o mesmo receituário dos anos 90, que resultou em redução drástica de efetivos e de salários, cortes de direitos e uma política de desmonte que quase reduziu a empresa a pó.

24 de outubro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que proposta apresentada pela Petrobrás já nasceu morta. Além de sacrificar os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, a gestão Pedro Parente insiste em descumprir os acordos firmados com a categoria. O indicativo é de rejeição da proposta e aprovação de um amplo calendário de mobilizações, com paralisações, bloqueios de embarque, atrasos nos expedientes e intensificação da “Operação Para Pedro”.

 

31 de outubro | A segunda proposta apresentada pela Petrobrás para o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2015-2017) é rejeitada praticamente por unanimidade em todas as bases da FUP.

7 de novembro | Em Seminário Nacional de Greve, petroleiros debatem novas formas de mobilização para barrar retrocesso na Petrobrás. 

9 de novembro | Conselho Deliberativo aponta que a FUP só deve negociar com a Petrobrás o Termo Aditivo, que trata unicamente das cláusulas econômicas, pois todas as demais têm validade de dois anos. Propostas relacionadas à hora extra, jornada de trabalho ou qualquer outro item do ACT devem ser remetidas para as Comissões de Negociação, após o fechamento do acordo.

11 de novembro | Petroleiros de vários estados do país participam do Dia Nacional de Paralisação convocado pelas centrais sindicais em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Conforme indicativo da FUP aprovado nas assembleias, a categoria intensifica as mobilizações contra a privatização da Petrobrás, redução de efetivos, corte de direitos e arrocho de salários.

17 de novembro | Em mais uma rodada de negociação, a Petrobrás insiste em descumprir o acordo para implantação do ATS na Fafen-PR e continua propondo mudanças em cláusulas do ACT que não são objeto da negociação do Termo Aditivo. Em nova proposta econômica, a empresa mantém 6% de reajuste retroativo a setembro e acena com mais 2,8% em março de 2017, sem retroatividade.

18 de novembro | Conselho Deliberativo da FUP afirma que nova proposta da Petrobrás já nasceu morta, pois provoca os trabalhadores com arrocho salarial e redução de direitos, além de insistir em descumprir acordos firmados com a categoria. O encaminhamento é que a FUP continue cobrando da Petrobrás o cumprimento do ATS dos trabalhadores da Fafen-PR e, após solucionada essa pendência, restabeleça o processo de negociação do Termo Aditivo.

29 de novembro | Em reunião com a FUP, a Petrobrás apresenta nova proposta para o Termo Aditivo, mantendo 6% de reajuste no salário básico e na RMNR, e 2,8% em fevereiro, sem retroatividade.  A novidade é a antecipação do pagamento da primeira parcela do 13º salário para 10 de janeiro de 2017 e a retirada da proposta de redução da remuneração das Horas Extras. A empresa, no entanto, continua insistindo na redução de jornada com redução de salário e faz uma proposta vaga, de “envidar esforços necessários junto à diretoria da Araucária Nitrogenados” para que aprove em assembleia geral extraordinária a implantação do anuênio para os trabalhadores da Fafen-PR, condicionado à retirada de ações que cobram o cumprimento do acordo.

01 de dezembro | Na avaliação do Conselho Deliberativo da FUP, a proposta da Petrobrás é um cheque em branco e determina que só seja submetida qualquer proposta para avaliação da categoria, após a diretoria da Araucária Nitrogenados aprovar, sem condicionantes, o acordo de implementação do ATS da Fafen-PR, e, além disso, a Petrobrás remeter para a Comissão de Regimes sua proposição de reduzir jornada com redução de salários. Foi também definido prazo até o dia 07 de dezembro para que a Petrobrás se posicione.

13 de dezembro | Diante da insistência da Petrobrás em descumprir os acordos firmados com a categoria, o Conselho Deliberativo da FUP indica rejeição da proposta da empresa e paralisações a partir do dia 23 de dezembro.

22 de dezembro | Petrobrás protocola pedido de mediação no Tribunal Superior do Trabalho. Jogo combinado e preparado para ser encenado, na tentativa de impor um acordo rebaixado aos trabalhadores. FUP não aceita a mediação.

23 de dezembro | Resultado das assembleias indica aprovação massiva dos indicativos da FUP e petroleiros iniciam paralisações em diversas bases por nenhum direito a menos e contra o desmonte da Petrobrás. 

24 de dezembro | Paralisações se ampliam e várias bases seguem em greve durante o Natal, deixando as gerências e os pelegos em polvorosa.

26 de dezembro | FUP suspende o movimento para avaliação das direções sindicais e das bases, reiterando a importância que essa greve teve ao demostrar para os gestores que a categoria é de luta e não abrirá mão de seus direitos, nem da defesa da Petrobrás.

04 de janeiro de 2017 | Conselho Deliberativo da FUP indica retomada das negociações com a Petrobrás, na busca da prorrogação do atual Acordo Coletivo até 31 de agosto de 2018 e o fechamento do Termo Aditivo de forma a garantir a reposição da inflação, o cumprimento do ATS na Fafen-PR e a retirada da proposta de redução de jornada com redução de salário para que seja debatida na Comissão de Regime de Trabalho. 

5 de janeiro de 2017 |  FUP apresenta as deliberações à Gerência de RH da Petrobrás.

13 de janeiro de 2017 | Petrobrás agenda reunião com a FUP para o dia 18 de janeiro.

 

Para ter acesso a todas as notícias sobre o Termo aditivo acesso o link da FUP - http://www.fup.org.br/campanhas/campanhas-2016-termo-aditivo

 

 

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