No Norte Fluminense, a categoria petroleira continua a dar mostra de disposição para a luta. Mesmo após encerrado o prazo de assembleias, o sindicato recebeu atas de cinco plataformas da Bacia de Campos, com votações dos indicativos avaliados recentemente pela categoria para a Campanha Reivindicatória. As unidades P-37, P-47, P-53, P-54, P-55 somaram-se às demais plataformas e bases de terra que haviam aprovado, por maioria massiva, o Termo Aditivo ao ACT proposto pela FUP (por 1206 votos a 6, com uma abstenção), o desconto assistencial (por 928 votos a 246, com 39 abstenções) e a manutenção de Estado de Assembleia Permanente (por 1199 votos a 5, com 9 abstenções).

Veja a última parcial abaixo, incluindo as 38 plataformas: 

1 - Apr.  Termo Aditivo
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 148 0 0
Campos 75 0 0
Edinc 20 0 1
Imbetiba 79 0 0
PT 29 0 0
PCE-1  22 1 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 34 0 0
PPG-1  25 1 0
PNA-1  25 1 0
PNA-2  19 0 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  21 0 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09       
P-12  7 0 0
P-15       
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  23 0 0
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  18 0 0
P-51 13 0 0
P-52  29 0 0
P-53  28 3 0
P-54  24 0 0
P-55 21 0 0
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1206 6 1

 

02 - Desconto Assistencial
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 35 9
Campos 71 3 1
Edinc 20 0 1
Imbetiba 66 4 9
PT 22 5 2
PCE-1  22 1 0
PGP-1  18 0 1
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  14 12 0
PNA-1  19 6 1
PNA-2  10 9 0
PCH-1  19 1 1
PCH-2  4 17 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  3 6 1
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  9 4 0
P-08  4 24 0
P-09       
P-12  4 3 0
P-15       
P-18  32 1 0
P-19  24 2 1
P-20  19 3 0
P-25  9 14 0
P-26  1 16 1
P-31  26 0 0
P-32  14 10 0
P-33  22 3 0
P-35  17 0 1
P-37  16 9 7
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  29 1 0
P-47  17 3 1
P-48  29 3 0
P-50  18 0 0
P-51 3 10 0
P-52  28 0 1
P-53  0 30 1
P-54  24 0 0
P-55 19 2 0
P-56 28 0 0
P-61 16 3 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  7 5 0
Total 928 246 39

 

03 - Apr. Estado Assembleia permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 144 0 4
Campos 75 0 0
Edinc 21 0 0
Imbetiba 78 0 1
PT 29 0 0
PCE-1  23 0 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  26 0 0
PNA-1  25 0 1
PNA-2  18 1 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  20 1 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09       
P-12  7 0 0
P-15       
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  21 0 2
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  17 0 1
P-51 12 1 0
P-52  29 0 0
P-53  30 1 0
P-54  24 0 0
P-55 21 0 0
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1199 5 9

 

 

 

 

 

 

Imprensa da FUP - Nesta terça-feira, 19, a FUP ingressou na justiça com uma Ação Civil Pública para barrar a cobrança das contribuições adicionais dos participantes e assistidos do Plano Petros-1, em função do equacionamento abusivo e injusto que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo da Petros. Como a FUP vem alertando há décadas, o déficit do plano é majoritariamente estrutural, fruto de uma série de problemas que não foram resolvidos ao longo de seus 47 anos de existência. Os gestores da Petros desconsideraram essas questões e querem impor um ônus excessivo para os petroleiros.

O plano de equacionamento foi aprovado antes mesmo da conclusão do recadastramento dos participantes e assistidos do PP-1, cujo resultado pode alterar significativamente o valor de componentes do déficit, como, por exemplo, o da Família Real, cujo impacto é de R$ 5,2 bilhões. Além disso, a origem e valores deste e demais fatores geradores do déficit do plano deveriam ter sido identificados para que os participantes e assistidos fossem o menos possível impactados na parte da conta que lhes é de responsabilidade. O equacionamento também precisa levar em consideração as submassas de repactuados e não repactuados.

Essas e outras questões são questionadas pela FUP na Ação Civil Pública que cobra a suspensão das contribuições adicionais determinadas pelo plano de equacionamento e exige a realização de auditorias externas e independentes do déficit. A Federação reconhece que o Plano Petros-1 precisa de novos recursos financeiros e sempre esteve aberta a negociar uma solução para o problema, como fez durante o Acordo de Obrigações Recíprocas, cujos aportes foram fundamentais para impedir a insolvência do plano.

A busca de uma solução negociada para o déficit do PP-1 é fundamental para preservar os direitos dos participantes e assistidos e impedir que eles sejam penalizados por uma conta abusiva, que pode inviabilizar suas vidas. Além disso, a sustentabilidade do plano no longo prazo só será garantida se os problemas estruturais que causaram o déficit forem resolvidos.

 

Saiba como foi a reunião desta terça-feira, 19, com a Petrobrás, acessando o Radar FUP, plataforma online, onde publicamos minuto a minuto, os posicionamentos das representações sindicais na mesa de negociação com a empresa e suas subsidiárias.

O Radar é mais uma importante ferramenta para ampliar a comunicação com a categoria, divulgando em tempo real as informações da campanha reivindicatória.

Participe e acompanhe:

http://www.radarfup.com.br/

Imprensa da CUT - No estado de São Paulo já começou a ser distribuído um conjunto de materiais de propaganda, impressos e virtuais, para denunciar os deputados e deputadas e senadores e senadoras que votaram em projetos que retiram direitos sociais e trabalhistas.

As fotos e os nomes desses parlamentares já circulam em cidades paulistas estampados em cartazes, lambe-lambes (pôsteres para muros), em memes nas redes sociais e num jornal impresso. Todos esses materiais incentivam as pessoas a não votar nesses parlamentares.

Um das cidades que já recebeu esse material é Mogi das Cruzes, que sediou na manhã desta terça-feira (19) um encontro de militantes na sede do Sindicato dos Bancários da região.

“Vamos denunciar esses traidores e traidoras para evitar que sejam reeleitos. Esse trabalho de denúncia tem de começar agora”, afirmou Douglas Izzo, presidente da CUT-SP, ao anunciar o lançamento da campanha.

Juvandia Moreira Leite, vice-presidenta da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), destacou aquilo que a classe trabalhadora e o movimento sindical têm de mais forte: “Nós temos a unidade. Se eles (os patrões) têm grandes meios de comunicação e dinheiro, nós temos nossa garra”, completou.

Luiz Cláudio Marcolino, ex-deputado estadual pelo PT, defendeu que é hora de lembrar a população que os políticos ligados a partidos de esquerda não votaram contra os direitos dos trabalhadores nem pelo desmonte de políticas públicas. “Nós precisamos falar isso para as pessoas. A sociedade vai voltar a nos enxergar com orgulho”, apostou.

Maria Izabel Noronha, a Bebel, presidenta da Apeoesp, destacou que, se por um lado o atual governo federal e o governo estadual estão desmontando os direitos sociais e as políticas públicas, por outro essa conjuntura abre uma possibilidade de os movimentos sociais para dialogar com a população a importância de votar em candidatos comprometidos com os interesses da classe trabalhadora e dos mais pobres. “É no diálogo político que vamos abrir caminho. Precisamos dizer que a política não pode ficar só na mão dos poderosos”.

Vagner Freitas, presidente da CUT Nacional, lembrou que o golpe contra a presidenta Dilma, cujo impeachment deu início ao processo de exclusão social que ocorre atualmente, foi orquestrado pelo Congresso Nacional. “Quantos desses parlamentares são representantes da classe trabalhadora?”, provocou, para destacar a importância de renovação do Congresso.

Vagner afirmou que a CUT, nos dois últimos anos, realizou as maiores mobilizações operárias da história do Brasil. “Vocês se dão conta de que participaram das duas maiores greves gerais do país? Coloquem isso na biografia de vocês: estamos participando de um momento histórico e estamos nos posicionando do lado certo”, disse, em referência às manifestações de rua e as paralisações nacionais dos dias 28 de abril e 30 de junho.

“Estou muito mais otimista agora com a possibilidade de a gente sair dessa crise. Sei que estamos numa situação difícil, mas estamos com a faca e o queijo na mão para darmos início à reconstrução”, falou o presidente nacional da CUT. Para ele, além das demonstrações de organização já dadas, a unidade atual das esquerdas é outra razão para o otimismo.

Estiveram presentes ao encontro o coordenador da subsede da CUT-SP em Mogi, Miguel Espírito Santo,  o presidente do Sindicato dos Bancários de Mogi e Região, Clayton Pereira, e o vereador pelo PT Rodrigo Valverde.

 

 

O dia 3 de outubro será Dia de Luta pela Soberania Nacional. No Rio de Janeiro, o Movimento dos Atingidos de Barragens (MAB) está convocando um grande ato em frente ao Edifício Sede da Petrobras, com previsão de reunir mais de cinco mil pessoas. Essa atividade faz parte da programação do Encontro Nacional do MAB, que acontece no Rio de 1 a 5 de outubro. 

O 8º Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens terá como lema “Água e energia com soberania, distribuição da riqueza e controle popular”, o evento reunirá cerca de 4 mil atingidos de todas as regiões do Brasil.

O ato pela soberania é referendada pela CUT, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Petroleiros, Estudantes, moedeiros, eletricitários, trabalhadores da Cedae e Frente Brasil Popular. 

Formação de formadores

No dia 02 acontecerá o Curso de Formação de Formadores da Plataforma Operaria e Camponesa do MAB no Terreirão do Samba. O diretor do NF, Alessandro Trindade, que participou ontem de uma reunião afirma que apenas quem já participou do curso poderá participar dessa etapa. 

 

O diretor do Sindipetro-NF, Raimundo Telles participa hoje e amanhã, 18 e 19, respectivamente de uma reunião na FUP da Bancada dos Trabalhadores da Comissão de Certificação (Comcer). Em debate o planejamento anual, uma auditoria na Refinaris Duque de Caxias e a análise do pedido da FUP de cancelamento do Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos (Spie) da Petrobrás.

De 20 a 22 de setembro acontece a reunião extraordinária da ComCer.

Os diretores do Sindipetro-NF, Wilson Reis e Eider Siqueira participaram na sexta, 15, de mais uma mesa de negociação com a Halliburton. A empresa apresentou sua proposta, mas a íntegra será encaminhada posteriormente. 

Como a Halliburton ainda está buscando subsídios para tentar solucionar o problema dos trabalhadores da WP, uma nova reunião foi agendada para a próxima sexta, 22. Quando também será discutida a proposta de ACT.

"Vamos lutar para que a categoria tenha avanços na proposta" - comentou o coordenador do Setor Privado, Wilson Reis.

O Sindipetro-NF recebeu, no último fim de semana, atas de três plataformas da Bacia de Campos, com votações dos indicativos avaliados recentemente pela categoria para a Campanha Reivindicatória.

As unidades P-37, P-47 e P-54 se somam às demais que haviam aprovado, por maioria massiva, o Termo Aditivo ao ACT proposto pela FUP, o desconto assistencial e a manutenção de Estado de Assembleia Permanente. A aprovação também ocorreu nas bases de terra.

Confira a atualização dos resultados das assembleias:

 

1 - Aprovação do Termo Aditivo
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 148 0 0
Campos 75 0 0
Edinc 20 0 1
Imbetiba 79 0 0
PT 29 0 0
PCE-1  22 1 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 34 0 0
PPG-1  25 1 0
PNA-1  25 1 0
PNA-2  19 0 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  21 0 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09       
P-12  7 0 0
P-15       
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  23 0 0
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  18 0 0
P-51 13 0 0
P-52  29 0 0
P-53       
P-54  24 0 0
P-55      
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1157 3 1

 

 

02 - Desconto Assistencial
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 35 9
Campos 71 3 1
Edinc 20 0 1
Imbetiba 66 4 9
PT 22 5 2
PCE-1  22 1 0
PGP-1  18 0 1
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  14 12 0
PNA-1  19 6 1
PNA-2  10 9 0
PCH-1  19 1 1
PCH-2  4 17 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  3 6 1
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  9 4 0
P-08  4 24 0
P-09       
P-12  4 3 0
P-15       
P-18  32 1 0
P-19  24 2 1
P-20  19 3 0
P-25  9 14 0
P-26  1 16 1
P-31  26 0 0
P-32  14 10 0
P-33  22 3 0
P-35  17 0 1
P-37  16 9 7
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  29 1 0
P-47  17 3 1
P-48  29 3 0
P-50  18 0 0
P-51 3 10 0
P-52  28 0 1
P-53       
P-54  24 0 0
P-55      
P-56 28 0 0
P-61 16 3 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  7 5 0
Total 909 214 38

 

 

03 - Aprovação do Estado Assembleia permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 144 0 4
Campos 75 0 0
Edinc 21 0 0
Imbetiba 78 0 1
PT 29 0 0
PCE-1  23 0 0
PGP-1  19 0 0
PRA-1       
PPM-1 33 1 0
PPG-1  26 0 0
PNA-1  25 0 1
PNA-2  18 1 0
PCH-1  21 0 0
PCH-2  20 1 0
PCP 1/3  7 0 0
PCP 2  10 0 0
PVM-1      
PVM-2       
PVM-3       
P-07  13 0 0
P-08  28 0 0
P-09       
P-12  7 0 0
P-15       
P-18  33 0 0
P-19  27 0 0
P-20  22 0 0
P-25  21 0 2
P-26  18 0 0
P-31  26 0 0
P-32  24 0 0
P-33  25 0 0
P-35  18 0 0
P-37  32 0 0
P-38       
P-40  28 0 0
P-43  30 0 0
P-47  21 0 0
P-48  32 0 0
P-50  17 0 1
P-51 12 1 0
P-52  29 0 0
P-53       
P-54  24 0 0
P-55      
P-56 28 0 0
P-61 19 0 0
P-62 22 0 0
P-63 31 0 0
P-65  12 0 0
Total 1148 4 9

 

 

Diretores do Sindipetro-NF voltam a participar, hoje, de transmissão ao vivo na página do sindicato no Facebook para discutir com a categoria sobre a Campanha Reivindicatória. O Face to Face começa às 19h, e também pode ser acompanhado pela Rádio NF (www.radionf.org.br). As interações com os trabalhadores e trabalhadoras pela rede social têm ocorrido com grande frequencia e contribuem para tirar dúvidas sobre os encaminhamentos da Campanha e trocar avaliações sobre a conjuntura do Setor Petróleo e do País.

No último dia 14, a FUP e a Petrobrás tiveram a primeira reunião de negociações desta Campanha de Reivindicações, quando a companhia apresentou proposta com cortes de direitos, fortemente criticada pela Federação e sindicatos, que imediatamente anunciarão que não aceitarão privatização e rebaixamento no Acordo Coletivo.

Nos próximos dias 19 e 21 acontecem novas reuniões. Na reunião do dia 19, as direções sindicais junto com o Grupo de Estudos Estratégicos e Propostas para o Setor de Óleo e Gás (Geep) defenderão mudanças nos rumos da Petrobrás para que volte a ser uma empresa pública e integrada de energia, com foco no desenvolvimento nacional.

No dia 21, o debate com os gestores será sobre as questões de saúde e segurança e a proposta apresentada para oACT, que altera profundamente o Acordo e a relação de trabalho com a empresa. As assessorias jurídica e econômica da FUP estão analisando minuciosamente o seu conteúdo. 

"Além de dizimar uma série de direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo dos últimos anos, a direção da companhia quer reduzir mais de um terço do Acordo Coletivo de Trabalho, através de “adequações” propostas para as 182 cláusulas, que seriam enxugadas para 114", divulgou a FUP.

Entre os cortes pretendidos pela Petrobrás, estão o auxílio almoço, a Gratificação de Campo Terrestre, o Adicional do Estado do Amazonas, o Benefício Farmácia, o Programa Jovem Universitário, a promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de Nível Médio, além de redução nas remunerações da hora extra, da dobradinha, da troca de turno e da gratificação de férias.

Outro ataque grave da empresa é a proposta de retorno da vigência do Acordo Coletivo para um ano, após conquista dos trabalhadores que passou a vigência para dois anos.

 

Imprensa da FUP - A FUP volta a se reunir com a Petrobrás e subsidiárias nas próximas terça e quinta-feira, dias 19 e 21, para dar continuidade ao processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho. Na reunião do dia 19, as direções sindicais junto com o Grupo de Estudos Estratégicos e Propostas para o Setor de Óleo e Gás (Geep) defenderão mudanças nos rumos da Petrobrás para que volte a ser uma empresa pública e integrada de energia, com foco no desenvolvimento nacional. 

Já no dia 21, o debate com os gestores será sobre as questões de saúde e segurança e a proposta apresentada para o ACT, que altera profundamente o Acordo e a relação de trabalho com a empresa. As assessorias jurídica e econômica da FUP estão analisando minuciosamente o seu conteúdo. 

Além de dizimar uma série de direitos conquistados pelos trabalhadores ao longo dos últimos anos, a direção da companhia quer reduzir mais de um terço do Acordo Coletivo de Trabalho, através de “adequações” propostas para as 182 cláusulas, que seriam enxugadas para 114.

A proposta da Petrobrás acaba com o auxílio almoço, com a Gratificação de Campo Terrestre, com o Adicional do Estado do Amazonas, com o Benefício Farmácia, com o Programa Jovem Universitário, com a promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de Nível Médio, além de reduzir as remunerações da hora extra, da dobradinha, da troca de turno e da gratificação de férias. Além disso, a empresa altera a vigência do Acordo Coletivo de dois para um ano.

Essa é, portanto, uma campanha que exigirá dos petroleiros participação ativa nas mobilizações e setoriais que estão sendo realizadas pelos sindicatos. Só a luta garantirá os direitos e conquistas da categoria. E o Acordo Coletivo terá o tamanho dessa luta.

 

 

Desde às 11h30 desta sexta, 15, está ocorrendo um incêndio numa área ao lado do Terminal de Cabiúnas e próximo ao sistema de tocha onde acontece queima de gás. O NF entrou em contato com gerente do terminal que afirmou ter recebido denúncia de que pessoas estavam colocando fogo na mata de uma fazenda próxima.

Segundo os trabalhadores, a brigada está atuando aproximadamente desde às 14h. E o corpo de bombeiros chegou logo depois. O tempo e a mata seca propiciam que o fogo se espalhe rapidamente. Isso aconteceu. E por volta de 15h50 o fogo chegou bem perto do flare, o que fez com que a gerência tocasse a emergência dentro do terminal, dispensando os trabalhadores do terminal.

O grupo está tendo dificuldades de controlar o fogo e apesar da área do flare não estar mais em risco, o fogo está ao redor do Terminal. Os bombeiros da região estão mobilizados e o pessoal da UTGCAB está pegando recursos de outras unidades da Petrobrás.Também foi acionada a Marinha para envio de helicópteros de combate.

Informações que chegaram da categoria, dão conta que dificuldade está na pressão da água e o NF relembra que já foi realizada uma denúncia que o sistema de incêndio daquela região é problemático. O Sindipetro-NF continuará apurando a situação.

Rede Brasil Atual - A Petrobras apresentou nesta quinta-feira (14) sua proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017, com oferta de reajuste de 1,74%, redução de jornada e corte em horas extras e outros benefícios. Os petroleiros classificaram a proposta como uma "afronta" e prometem mobilização. Acordo "será reflexo das nossas mobilizações e terá o tamanho da luta que fizermos", diz a Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT). 

Além do reajuste de 1,74%, a estatal também propõe a possibilidade de redução da jornada para os trabalhadores administrativos de cinco para quatro dias por semana, com diminuição proporcional da remuneração. Para as horas extras, a Petrobras quer reduzir de 100% para 50% o acréscimo na remuneração para o período excedente.  

A FUP afirma que a proposta reduz em um terço as atuais cláusulas do acordo coletivo em vigor, que teve a sua validade estendida até 10 de novembro. Os petroleiros também destacam que serão a primeira categoria a enfrentar negociação coletiva após a aprovação da reforma trabalhista "que sequestrou direitos básicos do povo, invertendo a lógica da legislação", segundo eles.

Segundo a federação dos trabalhadores, direitos históricos da categoria como, por exemplo, a promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de Nível Médio, estão sendo extirpadas pela atual direção da Petrobras. 

"A FUP e seu Grupo de Estudos Estratégicos e Propostas para o Setor de Óleo e Gás (Geep) apresentarão a Pauta pelo Brasil, com eixos de luta que alteram os rumos da Petrobrás para que volte a ser uma empresa pública e integrada de energia, com foco no desenvolvimento nacional. Está mais do que claro que o desmonte do ACT está alinhado com a desintegração e privatização estatal.  E os gestores ainda têm a seu favor a contrarreforma trabalhista", dizem os petroleiros. 

Confira os principais pontos da proposta apresentada destacados pelos petroleiros:

  • Reajuste salarial de 1,73% no salário básico e na RMNR
  • 0% de reajuste para os Benefícios Educacionais
  • Redução de 50% para as Horas Extras e dobradinhas (extra-turno)
  • Redução do pagamento das horas da troca de turno. O pagamento será limitado a 15 minutos. Se o tempo for de até 10 minutos, não será mais remunerado.
  • Fim do recebimento do auxílio almoço no contracheque. A empresa propõe a migração obrigatória para o Vale Refeição/Vale Alimentação
  • O valor do Auxílio Almoço não será mais considerado no cálculo da Gratificação de Férias e do 13º
  • Reajuste de 34% para a tabela de Grande Risco da AMS
  • Fim da Gratificação de Campo Terrestre
  • Fim do Adicional do Estado do Amazonas
  • Fim do Benefício Farmácia, que será substituído por um programa de acesso limitado e com restrição de medicamentos
  • Fim do Programa Jovem Universitário
  • Implantação de uma nova modalidade de redução da jornada de trabalho do regime administrativo, de cinco para quatro dias semanais com redução de 20% da remuneração
  • Redução da gratificação de férias, que passará a ser remunerada em 1/3. Os 2/3 restantes serão pagos em forma de abono
  • Fim da promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de nível médio
  • Alteração dos indicadores que compõem a metodologia do regramento para pagamento da PLR

Confira a nota da FUP na íntegra:

Acordo Coletivo terá o tamanho da luta da categoria

A proposta de Acordo Coletivo apresentada pela Petrobrás e subsidiárias afronta os petroleiros. Além de dizimar uma série de direitos, a empresa quer reduzir um terço das atuais cláusulas do ACT. Conquistas que são fruto de lutas históricas, como a promoção por antiguidade de Pleno para Sênior nos cargos de Nível Médio, estão sendo extirpadas pelos gestores.

As mudanças propostas pela direção da Petrobrás obrigam os trabalhadores a serem firmes na luta. O Acordo Coletivo será reflexo das nossas mobilizações e terá o tamanho da luta que fizermos. Os petroleiros são a primeira categoria a enfrentar uma negociação sob a égide da contrarreforma trabalhista, que sequestrou direitos básicos do povo, invertendo a lógica da legislação. Em vez de defender os trabalhadores, a nova lei protegerá as empresas. Essa desconstrução de valores imposta pelo golpe entra em vigor um dia após o fim da prorrogação do ACT dos petroleiros.

Não é à toa que a proposta da Petrobrás altera profundamente o Acordo Coletivo e a relação de trabalho com a empresa. As assessorias jurídica e econômica da FUP estão analisando minunciosamente o seu conteúdo. Na semana que vem, as direções sindicais retornam à companhia para defender sua visão de empresa e as pautas de reivindicações aprovadas pela categoria.

A FUP e seu Grupo de Estudos Estratégicos e Propostas para o Setor de Óleo e Gás (Geep) apresentarão a Pauta pelo Brasil, com eixos de luta que alteram os rumos da Petrobrás para que volte a ser uma empresa pública e integrada de energia, com foco no desenvolvimento nacional. Está mais do que claro que o desmonte do ACT está alinhado com a desintegração e privatização estatal.  E os gestores ainda têm a seu favor a contrarreforma trabalhista.

Essa é, portanto, uma campanha que exigirá de cada um dos petroleiros e petroleiras participação efetiva nas mobilizações e decisões que tomaremos no decorrer das negociações com a empresa. Por isso, é fundamental que os trabalhadores participem das setoriais que serão intensificadas nos próximos dias. Só a luta garantirá os direitos e conquistas da categoria. E o Acordo Coletivo terá o tamanho dessa luta.

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