FUP - O Sindipetro Duque de Caxias e a assessoria jurídica da FUP protocolaram nesta quarta-feira, 25, junto ao Ministério Público do Rio de Janeiro os relatórios das diversas comissões que investigaram a morte do técnico de operação da Reduc, Luis Augusto Cabral, que morreu ao cair dentro de um tanque de óleo com temperatura de 75 graus, no dia 31 de janeiro de 2016. O acidente foi causado pelo rompimento do teto do tanque que estava completamente corroído por ferrugem. 

Os relatórios apresentados à promotora de justiça que investiga o caso foram feitos pela Cipa, pela Petrobrás, pelo MTE e pela ANP. A promotora também recebeu as listas com os nomes dos sete gerentes que, no entendimento do sindicato, são os responsáveis pela morte de Cabral, já que cometeram irregularidades e se omitiram diante de uma série de situações que levaram à morte de Cabral.  

A promotora requisitou ao Sindicato um relatório dos últimos acidentes que ocorreram na Reduc com vítimas, tendo em vista que não houve registro policial.

"Não é a Petrobrás que acidenta, mata e adoece seus trabalhadores, são seus gerentes. Muitos merecem estar na cadeia. Esta é a nossa luta", afirma o presidente do Sindipetro Caxias e diretor da FUP, Simão Zanardi Filho.

Basta de mortes! Cabral, presente!

CUT - Em tempos de ataque frontal à educação pública, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) comunicou em nota nesta segunda-feira, 23, que entrará de greve a partir de 15 de março.

A paralisação, que foi decidida no 33° Congresso da CNTE, entre os dias 12 e 13, terá dois pontos centrais: a reforma da Previdência e a defesa do cumprimento integral da Lei do Piso Nacional do Magistério, conforme explica o novo presidente da organização, Heleno Araújo.

“A reforma da Previdência terá um impacto assustador em nossa categoria, já que 80% dela é formada por mulheres e essa proposta vai acabar com a aposentadoria especial”, afirma.

A perspectiva é que a greve ganhe corpo em todo o pais com as entidades filiadas da CNTE e outras pautas serão agregadas nos estados e municípios, de acordo com as realidades locais.

O dirigente lembra também que a reforma do governo ilegítimo de Michel Temer vai “equiparar a idade entre homens e mulheres, o que para as mulheres é uma situação terrível e para os profissionais de educação será pior ainda”.

Sobre a PEC 55, que congela os gastos sociais por 20 anos, ele ressalta que pode representar a morte do Plano Nacional de Educação, aprovado em 2014. “Tudo vai na contramão daquilo que já foi apontado, que é o investimento na educação nos próximos 10 anos. Essa PEC 55, antiga 241, mata e uma vez tudo que foi conquistado. A greve a partir de março será para evitar que essas medidas sejam sancionadas”.

Heleno afirma que para as políticas educacionais serem implementadas, o desafio da CNTE e da classe trabalhadora é reestabelecer a democracia no país. “A redução de investimento para a educação, como as medidas de mudança do ensino médio, entregando as escolas públicas para o setor privado, nos desafia para o restabelecimento da democracia”.

Quanto à reforma do ensino médio, que deve ser o primeiro projeto votado pelo Senado no retorno das atividades no dia 2 de fevereiro, Araújo considera que um dos principais objetivos desta proposta é reduzir o direito de participação dos estudantes.

“Em alguns estados mais da metade dos professores têm contrato temporário. Muitos lecionam em disciplinas que não são formados. Essa Medida Provisória (MP) para o ensino médio é tentar acomodar isso. Apenas 12% dos professores de sociologia dão aula de sociologia - 26% dos professores de filosofia dão aula de filosofia. Então, como não tem professor, acabam com a disciplina. Essa MP é para continuar o desmando que estão fazendo pelo país afora”, finaliza.

FUP - No dia 16 de janeiro, a FUP reuniu-se com a ANP para relatar situações de riscos nas áreas de dutos e terminais da Petrobrás e buscar uma atuação conjunta no sentido de garantir a segurança dos trabalhadores. Os dirigentes sindicais ressaltaram que a saída dos petroleiros que aderiram ao PIDV e os desinvestimentos feitos pela empresa comprometem ainda mais a segurança operacional das unidades, expondo os trabalhadores à precarização e aumentando os riscos de acidentes.

Os técnicos da ANP responsáveis pela fiscalização de turnos e terminais mostraram preocupação com os fatos relatados e se colocaram à disposição para desenvolverem ações preventivas em conjunto com as entidades sindicais buscando a melhoraria das condições de segurança e a redução dos acidentes. Os técnicos concordaram em realizar encontros periódicos com a FUP para darem andamento a estas ações.  

Nesta segunda, 23, a Federação Já encaminhou à ANP documento solicitando o agendamento da próxima reunião e colocando-se à disposição para “participar e auxiliar a agência em qualquer fiscalização no quesito de melhorar as condições de segurança e meio ambiente”. 

Sindipetro Caxias - Mais um acidente com queimadura aconteceu nesta segunda-feira, 23, na REDUC. O caldeireiro terceirizado da empresa Estrutural, Izequiel de Freitas, de 36 anos, estava realizando uma manutenção corretiva na URE, quando foi atingido por um jato de enxofre quente. Segundo a vítima, a unidade estava operando, porém o permutador P-1, da U-3350, estava entupido. No momento do acidente, estava com ele um Operador, que ele não sabe identificar, que abria o vapor para ele abrir em seguida um flange. Infelizmente, quando ele já estava concluindo o aperto dos estojos do flange, o jato de enxofre atingiu seu rosto, orelha, pescoço e tórax, causando queimadura de 2º grau. O enxofre líquido ao queimar se resfria e penetra na pele. 

Mesmo com o entupimento no permutador e sabendo dos riscos, foi emitida uma PT para o serviço. Este jeitinho de desobstruir, chama-se soprar e diversos trabalhadores já foram vítimas de queimadura devido a este procedimento. O próprio Auditor Fiscal do MTE já condenou esta manobra operacional. A U-3350 estava fazendo uma manutenção com o equipamento operando e mesmo após o acidente continuou operando.

Izequiel foi levado para o HFAG (Hospital da Força Aérea do Galeão), na Ilha do Governador, onde encontra-se confinado em um quarto e está sendo feita a raspagem da pele queimada. Os diretores do Sindipetro Caxias visitaram o trabalhador no hospital e conversaram com a Sargento que estava de plantão no hospital. Segundo ela, o estado de saúde é bom e que, por sorte, as lesões não foram graves. De acordo com avaliações da Petrobrás, não há risco grave.

 

VIA Sindipetro Caxias

 

 

No dia de hoje, 24 de janeiro, Dia Nacional dos Aposentados, devemos homenagear todas as trabalhadoras e trabalhadores aposentados e pensionistas que estão sempre presentes em todas as lutas em defesa da democracia, contra a venda de ativos e a privatização do Sistema Petrobrás.

Também devemos comemorar as conquistas dos beneficiários dos acordos administrativos ou extrajudiciais celebrados com a Petros, após muita pressão da FUP e de seus sindicatos filiados. O Conselheiro Deliberativo eleito da Petros, Paulo César, ressalta que se não houvesse a pressão do movimento sindical, certamente o resultado seria outro, com enormes prejuízos aos associados (as).

Uma grande vitória dos petroleiros foi a manutenção do Benefício Farmácia, que havia sido suspenso em 2015 pela Petrobrás. O programa não só voltou a ser um direito dos trabalhadores, como também foi conquistada a garantia de reembolso dos gastos com medicamentos dos trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas, com efeito retroativo de setembro de 2015 a agosto de 2016.

Outra conquista que merece ser comemorada é a garantia dos direitos conquistados no ACT 2015-2017 aos aposentados e pensionistas. Assim foi com o pagamento dos níveis 2004, 2005 e 2006, tanto os que foram ganhos através das ações judiciais.

Sempre na luta, os aposentados e pensionistas são incansáveis nas batalhas pelos seus direitos e contra o desmonte da Petrobrás.

 

Em assembleia realizada hoje, 24, pela manhã, em frente à sede da empresa, trabalhadores da Expro Group aprovaram o indicativo de aceitação da proposta, conforme orientado pela direção do NF.

Após vários meses de negociação, a proposta chegou ao índice de 9,34%, contemplando o ICV/DIEESE. Também foi garantida a retroatividade tanto para o reajuste salarial, que repôs a inflação, como para os demais benefícios cobertos pela proposta, já que a data base do acordo é de maio e as negociações se arrastaram, como em outros acordos, por conta do momento delicado em que passa a classe trabalhadora.

A direção do Sindipetro-NF tem sido intransigente na defesa dos direitos conquistados, tanto na CLT, que para nós é sagrada, como nos nossos acordos coletivos das empresas do Setor Privado. O patrão, que durante o ciclo positivo do petróleo acumulou lucros e mais lucros, desde 2014 vem tentando impor perdas a categoria. E nesse ano não foi diferente. Nossa atuação nas mesas de negociações, com postura firme na defesa do que já foi garantido outros ACTs, deu o tom dessa campanha, que apesar de não ter sido possível contemplar grandes avanços, garantiu um ACT com reposição da inflação, de 9,34%, e a manutenção de todos os direitos já conquistados. Agora nesse momento em que não existe mais a ultratividade dos ACTs, que garantia a vigência dos acordos mesmo após eles estarem vencidos e que nos foi arrancado através de uma decisão monocrática do Gilmar Mendes, favorecendo descaradamente o patrão, foi importantíssimo garantir um acordo sem perda de um direito sequer.

De acordo com o Coordenador do Setor Privado do NF, Leonardo Ferreira, o próximo passo é cobrar da Baker/BJ, que tem a mesma data base de Expro e Schlumberger e não quer repor a inflação, como foi conquistado por nós nos acordos destas duas últimas empresas. “Se Expro e Schlumberger chegaram a repor a inflação por que a Baker/BJ não pode também? Uma empresa com valor de mercado considerável, que está sendo comprada pela GE e que recebeu uma polpuda multa da Halliburton por não ter efetivado o negócio entre as empresas no ano passado tem por obrigação repor a inflação aos trabalhadores e trabalhadoras que constroem o dia a dia da empresa. Vamos à luta", ressaltou Leonardo Ferreira.

1 - Apr.  Proposta 19-01
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 94 4 1
Campos 75 1 0
Edinc      
Imbetiba      
PT 79 10 1
PCE-1  15 6 0
PGP-1  30 1 0
PRA-1       
PPM-1 21 2 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  11 3 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  16 5 0
PCP 1/3  6 2 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  20 4 0
P-09  1 15 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  21 6 0
P-19  27 2 0
P-20  14 2 2
P-25  23 1 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  15 3 0
P-33  11 10 2
P-35  26 0 1
P-37  23 0 0
P-38  15 0 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 6 1
P-50  29 3 0
P-51 22 0 0
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  23 4 0
P-55 20 7 1
P-56 30 1 0
P-61 15 2 0
P-62      
P-63 23 7 0
P-65  7 2 1
Total 854 109 12
       
02 - Manutenção Assemb. Permanente
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 89 1 9
Campos 76 0 0
Edinc      
Imbetiba      
PT 74 8 8
PCE-1  20 0 1
PGP-1  30 0 1
PRA-1       
PPM-1 24 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  15 6 0
PCP 1/3  7 1 0
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 2 1
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  21 0 1
P-35  26 1 0
P-37  23 0 0
P-38  13 2 0
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  21 3 1
P-50  30 1 1
P-51 15 6 1
P-52  16 0 3
P-53       
P-54  27 0 0
P-55 27 1 0
P-56 31 0 0
P-61 12 5 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  9 0 1
Total 904 41 29
       
03 - Manut. Est. Greve contra Priv. Petrobrás
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 94 0 5
Campos 76 0 0
Edinc      
Imbetiba      
PT 70 16 4
PCE-1  20 0 1
PGP-1  29 0 2
PRA-1       
PPM-1 22 1 2
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  13 1 0
PCH-1  25 0 0
PCH-2  18 3 0
PCP 1/3  5 2 1
PCP 2  6 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2       
PVM-3  7 0 0
P-07  10 0 0
P-08  21 3 0
P-09  16 0 0
P-12  8 0 0
P-15       
P-18  24 3 0
P-19  29 0 0
P-20  18 0 0
P-25  24 0 0
P-26       
P-31  23 0 0
P-32  18 0 0
P-33  20 1 1
P-35  26 1 0
P-37  22 1 0
P-38  13 1 1
P-40       
P-43  20 0 0
P-47       
P-48  18 1 6
P-50  26 3 3
P-51 13 7 2
P-52  19 0 0
P-53       
P-54  24 1 2
P-55 25 2 1
P-56 28 1 2
P-61 14 3 0
P-62      
P-63 30 0 0
P-65  8 0 2
Total 888 51 35

Na manhã desta terça-feira, 24, os trabalhadores e trabalhadoras do administrativo e do grupo C da UTGCAB votaram e aprovaram os indicativos propostos, de forma praticamente unânime.

Ontem, o grupo B da mesma unidade também aprovou com ampla maioria as indicações e se mostrou a favor: da provação da proposta do Termo Aditivo aos ACT 2015-2017, apresentada no último dia 19/01; e da Manutenção dos estados de Assembleia Permanente e de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás, item primordial para a luta contra a intensificação do desmonte da empresa no cenário Brasil pós Golpe.

Até agora os indicativos apontados apresentam aceitação de, aproximadamente, 80% dos presentes, em todas as assembleias já realizadas.

Com o intuito de ampliar a participação dos trabalhadores das plataformas, a diretoria do Sindipetro-NF está prorrogando o prazo para envio de atas até às 12h do dia 25 de janeiro. Desde sexta, 20, os trabalhadores estão fazendo assembleias para avaliar o indicativo do Conselho Deliberativo da FUP de aprovação da proposta de Termo Aditivo do ACT apresentada no dia 19 de janeiro pela Petrobrás, Manutenção do Estado de Assembleia Permanente do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás. Até o momento 35 plataformas realizaram assembleias.

Calendário das Próximas Assembleias

Del. de Campos terça, 24 10h
Praia Campista quarta, 25 13h
Edinc quinta, 26 13h

Cabiúnas:
Grupo C, ADM terça, 24 7h
Grupo E quarta, 25 23h
Grupo D quinta, 26 7h
Grupo A sexta, 27 23h


Plataformas: de sexta, 20, a terça, 24, com retorno das atas até às 12h da quarta, 25.

 

A P-20 aprovou em assembleia os indicativos, que incluem a aprovação da proposta do Termo Aditivo aos ACT 2015-2017, apresentada no último dia 19/01; A Manutenção do Estado de Assembleia Permanente e a manutenção do Estado de Greve contra as privatizações no sistema Petrobrás.

Os trabalhadores e trabalhadoras da unidade ainda fizeram uma carta manifesto, assinada por 19 companheiros e companheiras

Confira o manifesto na integra:

Os trabalhadores da P-20 vem alertar por meio deste manifesto o risco iminente da perda da vigência do atual Acordo Coletivo diante das ameaças de modificações pelos Tribunais Superiores das datas de sua vigência. Torna-se urgente que além das mobilizações e uniões de todos, mudanças no calendário para garantir que a partir do dia 1 de setembro de 2017, já tenhamos um novo acordo assinado. Não acreditamos em outra alternativa que garanta nossos direitos, conquistados com muita luta ao longo de todo este tempo, que não seja a de antecipar para os próximos meses nossos movimentos e nossas lutas, inclusive não fortalecer o processo de negociação em comissão, quando a Petrobras já sinaliza data para implementação de proposta que no seu cerne, fere os direitos já instituídos pelo legislado. Não queremos entender que essa comissão já estará antecipando o grande crime contra a classe trabalhadora: O NEGOCIADO VALER SOBRE O LEGISLADO.

Ressaltamos que o calendário que o movimento sindical segue para preparar a pauta de reivindicação para o Acordo Coletivo, compondo Congressos Estaduais e finalizando com Congresso Nacional deve ser antecipada, para termos mais tempos de negociação

Também entendemos que nosso Acordo Coletivo atenda, na conjuntura atual, a categoria petroleira, quando tomamos como base na última negociação em novembro de 2015 a PAUTA BRASIL.

A comissão criada, fruto das negociações da Greve de 2015, finalizou um trabalho que sinaliza um caminho para PETROBRAS, quando hoje, vivemos um desmonte da mesma e uma fragilidade na defesa desse trabalho feito em conjunto entre trabalhadores e representantes da sociedade civil e da Petrobras.

Em relação as negociações das horas extras, queremos ressaltar que não poderemos de maneira alguma permitir que a comissão legitime a permanência da “tutela antecipada” que a Petrobras bem praticando em relação ao THM, como também a arrogância de limitar data limite para a implementação da negociação, levando em consideração o que já estiver acordado. Contraditório quando temos várias cláusulas de Acordo Coletivo negociado e assinado, com vigência, que passa para outro período e não se estipula data par a conclusão e execução.

Pela garantia de nossos direitos conquistados na luta e principalmente, valorizar o negociado a luz do legislado e não o negociado reduzindo o legislado. 

O feirão de ativos da Petrobras promovido por Pedro Parente e a disposição da administração de Michel Temer em permitir a dilapidação dos recursos nacionais por empresas estrangeiras transformaram o Brasil numa espécie de filé mignon para as petroleiras globais.

Enquanto a Petrobras encolhe, a recuperação do preço do petróleo torna o negócio ainda mais atraente para as multinacionais. Sem perfurar poços no país desde 2014, quando os preços da commodity começaram a cair, a francesa Total e a norueguesa Statoil anunciaram planos de voltar a explorar o mar brasileiro.

Outra companhia que planeja investir é a australiana Karoon, que pretende abrir dois poços para avaliar melhor a descoberta de Echidna, na camada pós-sal da Bacia de Santos.

As informações são de reportagem André Ramalho do Valor. 

"A Total vai investir, a partir deste ano, US$ 300 milhões num primeiro ciclo exploratório em águas ultraprofundas da Bacia do Foz do Amazonas, na costa do Amapá. A empresa prevê perfurar até nove poços, entre 2017 e 2020, naquela região. Os equipamentos já chegaram ao Porto de Belém e a petroleira francesa aguarda licença para iniciar a campanha exploratória. 

De acordo com a consultoria Wood Mackenzie, as petroleiras devem aumentar em 3%, para US$ 450 bilhões, os investimentos neste ano em exploração de petróleo em todo o mundo, graças ao fato de o preço do barril estar acima de US$ 50."

 

VIA Brasil 247

 

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