A partir das 14h nesta quinta-feira, 5 de outubro, dirigentes da FUP e sindipetros filiados voltam a se reunir com a Petrobrás para dar prosseguimento às negociações do ACT, já que a proposta da Petrobrás foi totalmente rejeitada pelos petroleiros e petroleiras de todo país. A categoria reafirma a posição de que “com redução de direitos, não tem acordo”. Os trabalhadores também aprovaram os demais indicativos da FUP de estado de greve, assembleia permanente e realização de seminários de qualificação de greve.

A reunião será transmitida pelo Radar FUP, plataforma online, onde é publicado em tempo real, o que se passa na mesa de negociação. O Radar é mais uma importante ferramenta de comunicação com a categoria, divulgando informações da campanha reivindicatória.

Participe e acompanhe: http://www.radarfup.com.br/

Os diretores do Setor Privado, Wilson Reis (Coordenador) e Eider Siqueira, estiveram na manhã desta quarta, 4, na sede da Frank's conversando com a categoria sobre a construção da nova pauta de reivindicações para o ACT 2017/18.

Entre as propostas debatidas estão o reajuste pelo ICV do Dieese apurado para o período, que é de 1,71%, ganho real de 3%, auxílio alimentação no valor de R$ 1.500,00 e auxílio refeição com valor diário de R$ 40,00. Os trabalhadores solicitaram ampliação do benefício creche para empregados homens e a implantação de um plano de previdência complementar opcional, com aporte proporcional entre empresa e trabalhador.

Agora caberá ao sindicato sistematizar a pauta, que será apresentada para a categoria em uma nova reunião setorial no dia 16 de outubro.

Mais duas plataformas realizaram assembleias para avaliar os indicativos da FUP e dos sindicatos petroleiros que incluem a rejeição da contraproposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo e o Estado de Greve.

Mais de 1.350 trabalhadores do Norte Fluminense já participaram das assembleias e estão aprovando os indicativos da Campanha Reivindicatória. 

Segue a última parcial incluindo as bases de terra e 38 plataformas.

1 - Rejeição Propost. 14-09
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 23 3
Campos 68 0 0
Edinc 120 0 0
Imbetiba 90 0 0
Aero Campos 4 0 0
PT 139 0 1
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 35 0 0
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3  10 0 0
P-07       
P-08  26 0 0
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19  28 0 0
P-20  30 0 2
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 31 0 0
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 23 0 0
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 24 0 0
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1367 23 7

 

 

02 - Red. Direitos não tem acordo
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 100 16 14
Campos 68 0 0
Edinc 120 0 0
Imbetiba 90 0 0
Aero Campos 4 0 0
PT 140 0 0
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 35 0 0
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3  10 0 0
P-07       
P-08  26 0 0
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19  28 0 0
P-20  31 0 1
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 31 0 0
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 23 0 0
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 24 0 0
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1365 16 16

 

03 - Apr. Est.  Greve
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 18 8
Campos 68 0 0
Edinc 113 6 1
Aero Campos 4 0 0
Imbetiba 83 1 6
PT 140 0 0
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 34 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3  10 0 0
P-07       
P-08  25 0 1
P-09  20 0 0
P-12  10 1 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19  28 0 0
P-20  31 0 1
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 25 5 1
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 22 0 1
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 23 0 1
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1344 31 22

 

 

04 - Apr. Fim Interinidades
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 107 2 21
Campos 0 0 0
Edinc 112 1 7
Aero Campos 4 0 0
Imbetiba 78 0 12
PT 136 0 4
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  5 7 2
PPM-1 34 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  21 0 2
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 4 1 1
PVM-2  7 0 0
PVM-3  10 0 0
P-07       
P-08  21 0 5
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19  28 0 0
P-20  22 0 10
P-25  20 0 0
P-26  25 1 6
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  21 0 1
P-51 27 0 4
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 19 0 4
P-56 36 0 0
P-61 15 0 1
P-62 18 0 6
P-63 32 0 0
P-65  9 0 1
Total 1229 12 88

 

 

 

 

Os embarques para reuniões de Cipa por plataformas acontecerão nesta quinta, 5, às 7h30. Estavam programadas a presença dos diretores do NF em sete unidades da UO-BC, mas por motivos operacionais da empresa, amanhã só acontecerão embarques em P-33, P-61 e PVM-1.

As reuniões de P-31 e P-20 foram transferidas para 10 de outubro e de P-12 para 17 de outubro. Apenas a de P-26 será prorrogada para novembro.

Diretores que embarcam dia 5:

P-33 - Guilherme Fonseca

P-61 - Alessandro Trindade

PVM-1 - Marcelo Nunes

 

Mais de 1.300 trabalhadores do Norte Fluminense participaram das assembleias e estão aprovando os indicativos do Sindipetro-NF e da FUP para a Campanha Reivindicatória. 

A rejeição da contraproposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo, o Estado de Greve e os outros indicativos foram aprovados por ampla maioria.

Segue a última parcial incluindo o Grupo B da base de Cabiúnas que realizou ontem uma assembleias às 23h.

 

1 - Rejeição Propost. 14-09
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 23 3
Campos 68 0 0
Edinc 120 0 0
Imbetiba 90 0 0
Aero Campos 4 0 0
PT 139 0 1
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 35 0 0
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3   10  0
P-07       
P-08  26 0 0
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19   28  0  0
P-20  30 0 2
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 31 0 0
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 23 0 0
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 24 0 0
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1366 23 7

 

02 - Red. Direitos não tem acordo
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 100 16 14
Campos 68 0 0
Edinc 120 0 0
Imbetiba 90 0 0
Aero Campos 4 0 0
PT 140 0 0
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 35 0 0
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3   10
P-07       
P-08  26 0 0
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19   28  0  0
P-20  31 0 1
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 31 0 0
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 23 0 0
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 24 0 0
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1365 16 16

 

03 - Apr. Est.  Greve
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 104 18 8
Campos 68 0 0
Edinc 113 6 1
Aero Campos 4 0 0
Imbetiba 83 1 6
PT 140 0 0
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  14 0 0
PPM-1 34 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  22 0 1
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 6 0 0
PVM-2  7 0 0
PVM-3   10  0  0
P-07       
P-08  25 0 1
P-09  20 0 0
P-12  10 1 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19   28  0
P-20  31 0 1
P-25  20 0 0
P-26  32 0 0
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  22 0 0
P-51 25 5 1
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 22 0 1
P-56 36 0 0
P-61 16 0 0
P-62 23 0 1
P-63 32 0 0
P-65  10 0 0
Total 1344 31 22

 

04 - Apr. Fim Interinidades
Plataforma Favor Contra Abstenção
Cabiunas 107 2 21
Campos 0 0 0
Edinc 112 1 7
Aero Campos 4 0 0
Imbetiba 78 0 12
PT 136 0 4
PCE-1       
PGP-1       
PRA-1  5 7 2
PPM-1 34 0 1
PPG-1       
PNA-1       
PNA-2  22 0 0
PCH-1  20 0 0
PCH-2  21 0 2
PCP 1/3  9 0 0
PCP 2  7 0 0
PVM-1 4 1 1
PVM-2  7 0 0
PVM-3  10   0
P-07       
P-08  21 0 5
P-09  20 0 0
P-12  11 0 0
P-15  13 0 0
P-18  28 0 0
P-19   28  0  0
P-20  22 0 10
P-25  20 0 0
P-26  25 1 6
P-31  31 0 0
P-32  26 0 0
P-33  22 0 0
P-35  29 0 0
P-37  38 0 0
P-38       
P-40  30 0 0
P-43  32 0 0
P-47  10 0 0
P-48  34 0 0
P-50  21 0 1
P-51 27 0 4
P-52  14 0 0
P-53       
P-54  22 0 0
P-55 19 0 4
P-56 36 0 0
P-61 15 0 1
P-62 18 0 6
P-63 32 0 0
P-65  9 0 1
Total 1229 12 88

 

 

 

 

Em manifesto, petroleiros e petroleiras de P-48 chamam os companheiros da Petrobrás à unidade e à luta. Também reconhecem a necessidade da categoria estar junta em defesa dos direitos conquistados há anos pelos petroleiros. 

Leia a íntegra abaixo: 

No dia em que a Petrobrás completa 64 anos de existência e resistência aos ataques que marcam a trajetória da empresa, petroleiros, eletricitários, bancários, professores, urbanitários, metalúrgicos, engenheiros, camponeses, estudantes e os mais diversos segmentos da sociedade civil se manifestam em diversas capitais do país em defesa da soberania. O ato principal ocorre no Rio de Janeiro, convocado pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), pela FUP, CUT e outras entidades que integram a Frente Brasil Popular.

A manifestação reúne lideranças sindicais, sociais e de partidos políticos que vêm fazendo o enfrentamento ao desmonte do Estado e ao pacote de privatizações anunciado pelo governo Temer. O ato começou por volta das 11h, em frente à sede da Eletrobrás, no Centro do Rio, de onde os manifestantes seguirão em caminhada para as sedes da Petrobrás e do BNDES, que ficam localizadas, na Avenida Chile, onde o ex-presidente Lula se juntará aos manifestantes.

Diversas caravanas de petroleiros chegaram cedo ao Rio para participarem da mobilização, vindos do Norte Fluminense, do Paraná, de São Paulo, de Minas Gerais, do Espírito Santo e de Duque de Caxias. Nas unidades do Sistema Petrobrás, houve também atos realizados pelos sindicatos, condenando os ataques da gestão Pedro Parente, que vem privatizando a toque de caixa a empresa e agora mira também no Acordo Coletivo da categoria.

Confira algumas das manifestações realizadas pelos petroleiros:

Na Bahia, houve manifestação pela manhã em frente ao prédio da Petrobrás, em Salvador, no bairro Itaigara, e aula pública no Centro Educacional Carneiro Ribeiro. À tarde, os petroleiros realizam manifestação no bairro de Lobato, local de descoberta do primeiro poço de petróleo do Brasil.

No Rio Grande do Sul, a mobilização começou com um ato pela manhã em frente à Refap. Na parte da tarde, às 17h30min, será realizada uma aula-pública na Esquina Democrática, centro de Porto Alegre.

No Paraná e em Santa Catarina, houve ato às 07h na Repar e na SIX, durante assembleia. No Terminal de Paranaguá, também foi realizada mobilização durante assembleia no horário do almoço. À tarde, os petroleiros participam de ato e aula pública, no Centro de Curitiba, no Calçadão da Rua XV de Novembro, esquina com a Rua Monsenhor Celso.

 

 
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Imprensa da FUP - Milhares de manifestantes ocupam a Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro, em um grande ato em defesa da soberania nacional. A mobilização teve início às 11h, em frente à sede da Eletrobrás, uma das estatais que teve sua privatização anunciada pelo governo Temer, e segue em direção à sede da Petrobrás, que completa neste dia 03 de outubro 64 anos de existência.

A petrolífera tem sido alvo de uma série de graves ataques ao longo dos últimos anos e, desde que Pedro Parente assumiu o comando da empresa pelas mãos do governo golpista, várias subsidiárias, campos de petróleo, gasodutos, usinas de biodíesel, petroquímicas, termelétricas e diversos outros ativos já foram privatizados. Ontem, véspera do aniversário da Petrobrás, o ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, defendeu a venda total da companhia no longo prazo.

Para as entidades organizadoras do ato desta terça, 03, em defesa da soberania, a resistência do povo tem que ser nas ruas, exigindo a saída dos golpistas e a revogação de todas as medidas de desmonte do Estado brasileiro e dos direitos da classe trabalhadora. Veja algumas das declarações das lideranças que participam do ato no Rio de Janeiro.

Vagner Freitas, presidente nacional da CUT

“Para quem acha que não tem luta, que fica só reclamando da vida, esse ato tá provando o contrário. Há muita luta sim, aqui no Rio de Janeiro e no Brasil. Esses golpistas estão achando que a vida deles é fácil, não é. Nós vamos virar esse jogo, vamos eleger Lula presidente, vamos fazer um referendo revogatório de todas as medidas que eles tomaram. Estamos na luta, vamos fazer o enfrentamento”.

José Maria Rangel, coordenador da FUP

“O mais significativo no dia de hoje, além dos 64 anos de vida da Petrobrás, uma empresa que é orgulho do povo brasileiro, uma empresa que efetivamente espelha o sucesso do povo brasileiro, é a gente ver o povo na rua. É assim que nós iremos reverter esse processo de entrega do patrimônio público, esse processo que está deixando o brasileiro desanimado. Hoje, dia 03 de outubro, é dia do povo vir pras ruas defender o Brasil, defender a Petrobrás e defender as demais empresas estatais”.

Beth Mendes, atriz

“Eu estou aqui nesse ato do dia 03 de outubro de 2017, mas nunca pensei que teria que voltar às ruas para defender a Petrobrás, defender a Eletrobrás, defender as grandes minas e minérios que nós temos, defender as estatais que nós não temos, defender o governo que nós não temos mais, mas que foi eleito pelo povo. A nossa força é voltemos à democracia. Fora Temer”.

 

03-10-cut-6

 

03-10-17-ATO-PETROBRAS

 

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FUP

Os trabalhadores da plataforma P-31 enviaram manifesto ao Sindipetro-NF onde pedem a unidade durante a Campanha Reivindicatória. Veja a resposta do NF:

Resposta ao Manifesto da P-31

Juntos e classistas somos mais fortes

A diretoria colegiada do SindipetroNF parabeniza os companheiros e companheiras da P-31 pelo manifesto enviado à entidade, juntamente com a aprovação  unânime dos indicativos da FUP e do NF, que rejeita o Golpe que a diretoria da Petrobrás e seu presidente, Pedro Parente, querem impor a categoria petroleira.

No texto, os petroleiros e petroleiras da Plataforma de Albacora destacam um componente muito importante para nossas lutas vindouras (tanto no que diz respeito a manutenção de nossas conquistas, quanto a sobrevivência de nossa empresa) e o NF aproveita essa oportunidade para ratificar seu compromisso histórico com a luta pela unidade não só da categoria petroleira mas também de toda classe trabalhadora.

Contudo, há elementos nessa construção, de cunho prático, que é necessário esclarecer para que possamos discutir esse processo com a transparência e a responsabilidade a altura da importância desse tema.

Primeiramente, é importante salientar que uma mesa não pode ser única apenas no começo das negociações, mas sim em todo o processo de negociação,sobr o risco do movimento começar pavimentado sobre uma estrutura que se possa ruir ao longo da batalha e, assim, enfraquecer o lado dos trabalhadores.

Pensar em uma negociação conjunta pautada por uma unidade mal estruturada, seria semelhante a construir um arranha céu alicerçado por madeira de cola de papel. Por isso, é crucial ter uma agenda de planejamento para uma unicidade que represente, verdadeiramente, a força do movimento petroleiro. E podemos dizer que, nesse ano de 2017, alguns fatores dificultam o entendimento de mesa unifica.

A começar pelas pautas, que esse ano são mais semelhantes (mas não iguais, como deveria ser), entretanto no congresso dos sindicatos dissidentes a pauta enxuta foi aprovada com uma margem de votos muito pequena, ao contrário do congresso da FUP que aprovou a pauta de reivindicações por unanimidade, o que demonstra uma certa resistência dos cinco sindicatos contra a pauta que estamos discutindo em mesa. Isso pode trazer atritos e discussões internas que, certamente, enfraqueceram o movimento paredista.

Há, ademais, diferenças recentes que dificultam a aproximação entre as entidades nos últimos anos, como as posturas discrepantes frente ao Golpe de Estado que o Brasil sofreu em 2016, cujo processo começou em 2015, o qual o NF e os demais sindicatos Fupistas trabalharam arduamente para impedir enquanto os sindicatos dissidentes demoraram a reconhecer a existência efetiva de um Golpe e negavam as consequência anti-democráticas do impeachment, argumentando que os movimentos de resistência à época era,apenas, a defesa de "um governo".

O Golpe foi tão nefasto e violento, com a destruição da CLT e a entrega do país em privatizações escusas, que em menos de um ano já ficou mais do que provado de que nossas teses classistas de "o Golpe é contra os trabalhadores e trabalhadoras e não contra uma Presidenta ou um Partido" e de "defesa da democracia" estavam corretas e se sobrepuseram ao oportunismo daqueles que se omitiram dessa luta, justamente no argumento do "Fora todos", que se ancora na negação da política que levou essa país ao caos.

Entretanto, apesar das diferenças que não são apenas ideológica ou político-partidárias, mas sim de método e práxis, o NF está mais do que disposto a contornar esses contrastes numa aproximação que, não temos dúvidas, demanda tempo e paciência da categoria e seus representantes.

Paciência para escutar o contraditório e tempo para enterrar os argumentos retóricos e oportunistas, fatos que, atualmente, podemos observar na prática, uma vez que os todos sindicatos petroleiros estiveram juntos em diversas ações, como a luta contra o projeto de lei da entrega
do Pré-Sal, atos contra a privatização da empresa e fóruns de discussões institucionais.

Por exemplo, a diretoria do SindipetroNF, juntamente com os demais sindicatos petroleiros, Fupistas ou não, vem convocando toda a população brasileira para o ato "Se é Público é para todos", Dia 3 de Outubro, no Rio de Janeiro às 11:00h em frente a Eletrobrás, contra as privatizações do Golpista Mishell Temer. Essas oportunidades são cruciais para que possamos conciliar objetivos para que, no futuro, seja possível uma lutas unificadas em todas as batalhas que enfrentamos na infindável luta de classes.

Novamente, reiteramos a importância de manifestos como o da P-31, comprimentando os companheiros e companheiras que escreveram esse texto na certeza que no debate iremos construir uma categoria cada vez mais fortalecida.

Até a vitória,

Sempre! 

Diretoria do NF

 

Confira abaixo a íntegra do manifesto: 

A diretoria colegiada do SindipetroNF parabeniza os trabalhadores e trabalhadoras da P-32 pelo manifesto, que demonstra a força da categoria petroleira do NF acerca do diálogo entre trabalhadores que é crucial para a tão necessária unidade.

O NF agradece aos companheiros e companheiras, a possibilidade de esclarecer tal ponto, que já foi debatido nas setoriais, no Nascente e nas nossas discuções online pelo Facebook - o Face to Face do NF - mas que é sempre um assunto que nessecita do máximo de transpârencia e, assim, nunca é demais ter oportunidade de debate-los.

A contribuição assistencial é uma ferramenta legal e pouco usada do SindipetroNF graças a nossa saúde financeira o compromisso das diversas diretorias que já passaram pela entidade e a alta filiação que demonstra o compromisso dos petroleiros e petroleiras no NF. Contudo, há tempos que necessitam de uma maior arrecadação pontual, que foge de planejamentos de longo prazo -um dos pilares que mantem a nossa saúde financeira boa - e acabamos utilizando esse espediente, como foi na Greve de 2015, contra a privatização da empresa e o rebaixamento de quase 100 cláusulas. O custeio logístico, de pessoal e para fazer a campanha para a sociedade, onera mais a entidade nesse período de preparação para a greve.

Nesse ano de 2017, vivemos uma situação ainda mais complicada, pois além da complexa conjuntura interna, vivemos um momento de Golpe, cujo o futuro da classe trabalhadora depende diretamente e intrisicamente dos rumos que o país irá tomar. Por isso, o NF e a FUP tem participado de diversos fóruns extemporâneos como a defesa das estatais, defesa da democracia, defesa da classe trabalhadora.

Temos diversos exemplos de gastos de curtíssimo prazo e não planejados que apareceram nesse último tempo e que acaba onerando além do previsto o Sindicato e a Federação: 1) O ato pela soberania nacional do dia 3 de Outubro; 2) a campanha de assinaturas de uma lei de iniciativa popular para reverter a contrareforma trabalhista 3) a presença em fóruns da CUT - Fórum contra a privatização com as demais categorias estatais e fórum jurídico com estratégias contra as leis do govenro golpista; 4) a presença em diversos regiões como São Paulo, Paraná e Brasília nas frentes parlamentares em defesa da soberania nacional; 5) Campanhas publicitárias contra o desmonte da Bacia de Campos (relembrando os anos 90 e o caso da P-36) e 6) mobilizações a favor da democracia, concentrada, entre outros fatores, na defesa de que exista eleições em 2018, onde sem a presença do presidente Lula será fraude e mais uma ruptura a democracia.

Ademais, os companheiros e companheiras da P-32 estão completamente corretos no que tange ao argumento de "apertar os cintos". Vale ressaltar que a históricamente, todas as diretorias que já passaram pelo NF sempre tiveram uma posição muito responsável e austéra com relação as suas contas, contudo, devemos mesmo enfrentar a nova realidade de queda de receita de quase 40%, graças ao PIDV, e o fim do imposto sindical, que somos totalmente a favor do último, mas também impacta as contas.

Claro, os números do NF são de certa forma estratégicos, não podemos colocar no manifesto uma avaliação quantitativa, mas relembramos a todos e todas que aprovamos esses números detalhadamente na assembléia anual de prestação de contas onde, num fórum reservado da categoria, debatemos esse quantitativo com mais liberdade e responsabilidade.

Podemos deixar aqui o compromisso de que estamos revendo diversos contratos e prestações de serviço e que, inclusive, já cancelamos alguns. Estamos revendo, também, nossa política interna de viagnes, hospedagem e deslocamento de diretores e funcionários, que participam de uma base territorial grande (de Cabo Frio até Farol) e muitos moram em diversas partes do país, como é característica da nossa categoria, especialmente a Offshore.

Reafirmamos o compromisso histórico do SindipetroNF, em seus 21 anos, com o dinheiro da categoria, sempre no intuito de manter a instituição totalmente saudável, sustentável e combativa.

Diretoria do Sindipetro-NF

A plataforma de P-50 enviou ao Sindipetro-NF um manifesto em solidariedade ao petroleiro e cipista Leandro da Silva Cardozo que foi demitido por justa causa dessa unidade, e na avaliação de seus companheiros de forma injusta e por motivo totalmente político. Leia a íntegra abaixo:  

Manifesto P-50

Nos solidarizamos com o companheiro Leandro da Silva Cardozo que foi demitido, a nosso ver, injustamente e por motivo totalmente político e sem a devida comprovação do motivo da justa causa enquanto ainda exercia o cargo de cipista eleito mais votado na gestão 2016/2017 da CIPA P-50.

É importante ressaltar que o companheiro sempre atuou de forma firme e contundente como membro da CIPA e sempre esteve à frente de vários chamamentos que o SINDIPETRO-NF achava importante tanto para os trabalhadores como para a empresa. Sempre se posicionou a favor das demandas dos trabalhadores nas mais diversas oportunidades cobrando o devido cumprimento das normas e padrões relacionados à SMS, Normas Trabalhistas, Normas Regulamentadoras, etc.

Antes da sua controversa demissão, o então cipista em exercício na gestão 2015/2016 foi retirado de suas funções de bordo, em decisão unilateral da empresa, para ser colocado para trabalhar na base numa espécie de PMB da CIPA por 9 meses onde permaneceu dando totais contribuições à P-50 inclusive participando de reuniões da CIPA por videoconferência e agilizando a resolução de pendências criadas na CIPA sendo tudo devidamente evidenciado em atas da CIPA.

Reiteramos que a forma do seu desligamento ocorreu de forma totalmente inapropriada, sendo a mesma divulgada à força de trabalho numa reunião a bordo antes mesmo da comunicação do ocorrido ao companheiro e ferindo o princípio do contraditório e da ampla defesa.

Ressaltamos também, que mesmo após a demissão, que ainda não foi homologada após mais de um ano, o companheiro sempre se manteve junto aos trabalhadores em atuação conjuntamente com o SINDIPETRO-NF.

Como a nossa categoria sempre esteve unida em defesa dos trabalhadores nos mais diversos momentos, reforçamos que agora, nesse momento difícil para o companheiro, não o abandonaremos e continuaremos na luta para revertermos junto ao SINDIPETRO-NF e PETROBRAS esta nefasta situação para que a verdade dos fatos possa seresclarecida.

 

Na manhã desta segunda-feira (2), no Terreirão do Samba, no Rio de Janeiro (RJ), cerca de 2.500 pessoas participaram da Plenária Nacional da Plataforma Operária e Camponesa da Energia.

A Plataforma é uma articulação criada em 2013, que reúne por volta de 70 organizações de trabalhadores do campo e da cidade, que debatem a necessidade da construção de um modelo energético popular. Petroleiros, eletricitários, jovens, engenheiros e camponeses questionam dentro da Plataforma o atual modelo energético e as tentativas de privatização da Eletrobras e da Petrobras.

Compondo a mesa da Plenária, o geólogo Guilherme Estrela destacou a dimensão do patrimônio natural do país, como os aquíferos subterrâneos, a biodiversidade e os recursos minerais. Ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras no período da descoberta do pré-sal, Estrella destacou que essa riqueza pode colocar o Brasil no 3º lugar do ranking de países com maiores reservas de petróleo do mundo, atrás apenas da Venezuela e Arábia Saudita.

“O Brasil tem uma imensa riqueza estratégica, patrimônio do povo, descoberto e construído por nós. Essa riqueza é mais que suficiente para atender as necessidades do país, para que cada brasileiro tenha uma vida justa e digna e para que possamos garantir a nossa soberania”, reforçou o geólogo.

Já o integrante da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Gilberto Cervinski, destacou a importância dos trabalhadores se apropriarem dos recursos nacionais. “Nosso patrimônio é muito grande, mas só pode ser aproveitado nas mãos do povo. Se for entregue aos estrangeiros vai servir apenas para o lucro dos banqueiros e das transnacionais”, alertou.

Como exemplo dessa distribuição injusta imposta pelo atual modelo energético, eletricitários também denunciaram que 36 minutos de trabalho por dia é suficiente para pagar o salário de cada trabalhador da categoria, sendo que todo o restante do recurso é entregue ao lucro das empresas. Juntos, os trabalhadores buscam unidade na construção de um Projeto Popular de Energia para o Brasil. “Ao povo o que é do povo. E como tudo é produzido pelo povo trabalhador, que tudo seja do povo, e não abrimos mão”, afirmou Cervinski.

Privatizar não é a solução

A Plataforma constrói uma estratégia nacional para combater as políticas entreguistas de Temer, que afirma solucionar os problemas do Brasil com a privatização da Eletrobras e Petrobras. “A Eletrobrás é a maiores empresas de energia da América Latina, construída com o suor e sangue dos atingidos e trabalhadores do Brasil. A riqueza gerada deve estar a serviço do povo”, defendeu o militante.

Atualmente, as principais hidrelétricas do Sistema Eletrobrás já têm suas dividas amortizadas, ou seja, o povo brasileiro já pagou por suas construções e têm direito a contas de luz mais baratas. Com a entrega do patrimônio, serão mais 30 anos de lucro para empresas privadas, com o ônus aos consumidores. “Caso sejam efetivadas, as privatizações gerarão aumento no preço da luz, do gás, redução de postos de trabalho e uma grande piora na condição da vida do povo”, explicou Cervinski.

Luta e formação

“Quem irá resolver essa parada é o povo na rua”, opinou Guilherme Estrela. Construído pela Plataforma Operária e Camponesa de Energia, com o apoio de diversas entidades e organizações de trabalhadores, o dia 3 de outubro será marcado por mobilizações em todo o país em defesa da soberania. Como parte da programação do 8º Encontro Nacional do MAB, o ato deve reunir cerca 10 mil pessoas no Rio de Janeiro e é visto como marco nacional de luta.

“No momento que nossa soberania está sendo ameaçada, devemos retomar as mobilizações de massa e dar o recado: vamos retomar o controle do nosso país, nenhum golpista vai por as mãos no que é do povo brasileiro”, afirmou Elida Helena, do Levante Popular da Juventude.

A Plataforma organiza ainda uma série de ações de formação sobre o tema. Organizada em 15 estados brasileiros, a investe nos espaços de formação como estratégia de luta. “O conhecimento é também importante riqueza de um povo, e estava sendo negado. A Plataforma tem levado esse debate a jovens e toda a sociedade brasileira para juntos lutarmos pela nossa soberania”, explicou Claudir Salles, diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Durante a Plenária, o CNTE informou que organizará aulas de cidadania e debates com o tema da soberania em diversas escolas do país, como parte do Ato em Defesa da Soberania.

Fonte: MAB

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