A CUT repudia a má-fé da Folha de S. Paulo que distorce e manipula informações com o claro objetivo de enfraquecer a luta do movimento sindical contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Uma nota do Painel da Folha insinua que o governo irá liberar recursos em troca de apoio a nova proposta de reforma da Previdência que praticamente acaba com a aposentadoria.

Em minutos a nota virou manchete do UOL, como se fosse uma verdade incontestável.

É mais uma mentira da Folha de S. Paulo!

O governo não está liberando nada. Esse dinheiro pertence a CUT e demais centrais e foi bloqueado indevidamente pela Caixa Econômica Federal.

Temer não faz mais do que a obrigação ao liberar um dinheiro que pertence à classe trabalhadora e vai ser usado na luta contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas patrocinado por esse governo usurpador e corrupto, como afirmou o ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

A Folha de S. Paulo repete o que já se tornou tradição no jornal, manipula as informações para induzir o leitor a acreditar que a CUT e demais centrais estão negociando recursos em troca de apoio ao desmonte da Previdência.

A CUT, a maior e mais combativa central sindical do país, reafirma que não negocia direitos dos trabalhadores.

A CUT reafirma também que não negocia nada com o governo ilegítimo e golpista de Temer.

A CUT denuncia a manipulação e a má-fé deste jornal golpista que tem interesse em defender o fim das aposentadorias.

Um aviso a Folha e ao governo: se botar para votar, o Brasil vai parar!

Vagner Freitas

Presidente Nacional da CUT

 

Assessoria MPA - Com 24 horas de greve de fome contra a Reforma da Previdência, integrantes do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) solicitam audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia e com o presidente do Senado, Eunício Oliveira. O objetivo da ação é denunciar o desmonte da Previdência, bem como a mentira de que os trabalhadores rurais estariam fora da Reforma da Previdência, como havia anunciado o relator da proposta, Arthur Maia (PPS-BA).

Em nome mais de 300 mil famílias camponesas de todo país os grevistas Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise, sabem do desafio que é imposto a privação de se alimentar, mas visto o nível de retirada de diretos que se encontra é uma das ações que estão dispostos a fazer para contribuir com a derrocada dessa Reforma.

“A Greve de Fome para o Movimento significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira”, reafirma Leila Denise, camponesa e coordenadora nacional do MPA.

Os manifestantes permaneceram durante todo o dia de ontem, 5, na Taquigrafia da Câmara dos Deputados recebendo o apoio de parlamentares que se posicionam contra essa PEC, bem como simpatizantes, amigos e parceiros de luta do Movimento. Mesmo com forte repressão por parte da Polícia Legislativa pressionando a desocupação da casa, os manifestantes passaram a noite na Liderança do Partido dos Trabalhadores.

“Completamos hoje mais 24 horas de greve de fome, representamos aqui os trabalhares do campo serão prejudicadas caso a Reforma da Previdência seja aprovada, o que converterá em uma tragédia social”, denuncia Leila.

O MPA e as organizações do campo e da cidade não aceitam a manobra do governo golpista e asseguram que irão cerrar fileiras contra a Reforma da Previdência e a retirada de direitos impostas pelo Governo Golpista. As organizações sociais afirmam ser este é apenas um aviso prévio das ações que estão.

NOTA: O Sindipetro-NF se solidariza com a atitude de Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise que estão em greve de fome para denunciar o desmonte da Previdência Social no país.

 

Imprensa da FUP - Com o novo reajuste de 8,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), que passa a vigorar nesta terça-feira, 05, o valor do botijão de gás de cozinha de 13 kg já beira a marca dos R$ 80,00. É o sexto aumento seguido, desde agosto, quando a atual direção da Petrobrás implementou uma nova política de preços para o produto nas refinarias.
 
O reajuste acumulado do botijão de gás já chega a 67,8%, transformando o produto em artigo de luxo.

Ao alinhar os preços domésticos com os do mercado internacional, sem levar em conta a realidade dos brasileiros, a gestão Pedro Parente passou a beneficiar as distribuidoras, em detrimento do consumidor, como a FUP vem denunciando.

No caso do GPL, a mudança ocorreu no rastro da privatização da Liquigás. A subsidiária foi vendida por R$ 2,8 bilhões para o Grupo Ultrapar Participações, dono da Ultragaz, que passará a ter o controle de 50% do mercado de gás de cozinha no país

A venda da Liquigás está em disputa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que  emitiu parecer contrário à venda da subsidiária.

“O presidente Lula trouxe a Liquigás para o sistema Petrobras para tentar regular o preço do gás no país, mas a atual administração chegou, passou o ferro e vendeu. Os reajustes são baseados no preço do petróleo internacional e isso já está causando prejuízo grande para a população carente, principalmente”, afirmou recentemente o coordenador da FUP, José Maria Rangel, em entrevista à Rede Brasil Atual.

 

 

O montador de andaimes da empresa Priner (antiga Mills) , Luis Gustavo Rocha Martins Gonçalves, 27 anos, foi diagnosticado, ontem, 5, com morte cerebral em decorrência de um aneurisma pela equipe médica que o atendeu.

Na segunda, 4, Luis Gustavo foi atendido na enfermaria da PRA-1, por volta das 19h25, e em seguida foi desembarcado por resgate aeromédico.  Chegou a ser internado no Hospital Publico de Macaé e depois fez um exame de tomografia no Hospital da Unimed-Macaé-RJ.

O Sindipetro-NF lamenta o estado do trabalhador na Bacia de Campos e se solidariza com sua família nesse momento de imensa dor.

 

Em ato público que reuniu cerca de três mil pessoas, nesta noite, em Campos dos Goytacazes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu a etapa fluminense da sua caravana iniciada ontem no estado do Espírito Santo. Em seu discurso, na Praça do Liceu, quadrilátero histórico da cidade, Lula destacou o papel estratégico do setor petróleo para a geração de empregos e a necessidade de retomar investimentos em educação.

O ex-presidente lembrou que foi um Presidente da República campista, Nilo Peçanha, que em 1909 fundou a Escola de Aprendizes Artífices, que deu origem às escolas técnicas federais, e que entre Nilo e os presidentes que antecederam a Lula, por quase cem anos, foram feitas cerca de 140 escolas. “Depois, em 12 anos, eu fiz 500 escolas técnicas”, disse o petista.

“Não quero tirar o filho de ninguém da universidade, a única coisa que eu quero é que as pessoas mais humildes tenham a oportunidade de estudar”, afirmou.

Sobre a Petrobrás, Lula combateu a ameaça de privatização da companhia e afirmou que é necessário que a empresa volte a ter um papel social. “A Petrobrás não é apenas uma empresa de petróleo, é uma empresa que tem o compromisso com o desenvolvimento do País”, afirmou, destacando ainda que este também deve ser o caráter de outras empresas estatais e dos bancos públicos.

“Se eles não sabem como fazer, eu sei, é só colocar o povo na economia”, defendeu o ex-presidente, afirmando que para isso é que servem o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e o BNDES.

Lava Jato

O ex-presidente não se furtou em falar em temas espinhosos, como a Operação Lava Jato, que foi lembrada em dois momentos: um quando Lula defendeu que “quem roubou tem que ser preso, mas não pode quebrar as empresas”, e em outro quando desafiou o juiz Sérgio Moro, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal a “apresentarem uma única prova” contra ele.

Pré-candidato à Presidência da República, Lula demonstrou que pretende fazer uma campanha mais dura do que as duas que realizou nas vezes em que se elegeu para a chefia do Poder Executivo, citando um enfrentamento direto às organizações Globo, ao manifestar desejo de “enfrentar um candidato como o logotipo do plim plim”, e de “democratizar a comunicação”.

“Que se preparem, porque estou me preparando. Muita coisa vai mudar nesse País”, disse o ex-presidente, dando como exemplo o chamamento de um Referendo Revogatório das reformas trabalhistas e de outras do período de Michel Temer na Presidência.

“Quero ter uma conversa muito séria com vocês, porque esse País vive a maior crise da sua história, governado por um golpista que rasgou 54 milhões de títulos de eleitores, que só é aceito pelo mercado para entregar o Brasil”, foi uma das suas primeiras afirmações aos militantes presentes ao ato público, que de alguma maneira se conecta com uma das suas últimas frases durante o discurso: “A esperança vai vencer a mentira”.

O coordenador geral da FUP e também diretor do Sindipetro-NF, José Maria Rangel, que discursou antes de Lula, entregou ao ex-presidente uma réplica de uma plataforma de petróleo feita com sucatas eletrônicas pelo artista plástico Ricardo Salgado.

Caravana segue

Nesta quarta-feira, o ex-presidente permanece em Campos dos Goytacazes, onde visita o Campus Centro do Instituto Federal Fluminense e se reúne com reitores de universidades públicas. Depois, ainda pela manhã, segue para a cidade de Maricá. A etapa Rio de Janeiro da Caravana pelo Brasil terminará com ato público no Rio, após percorrer municípios da Baixada Fluminense.

[Foto: Vitor Menezes / Para Imprensa do NF]

 

 

A FUP se solidariza com Frei Sérgio Görgen, Josi Costa e Leila Meurer, militantes do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) que iniciaram uma greve de fome nesta terça-feira, 05/12, na Câmara dos Deputados Federais, para sensibilizar os parlamentares a não votarem a Reforma da Previdência. Todo apoio aos companheiros, que recorreram a esse gesto extremo, privando-se de alimentação por alguns dias para que os demais trabalhadores do campo e da cidade possam ter seus direitos preservados e não passem fome durante o resto de suas vidas, sem direito à aposentadoria.

Esse ato de resistência acontece exatamente 20 anos após a histórica greve de fome de Frei Sérgio, que durou 17 dias, em 1997, e foi fundamental para a conquista de uma política de crédito agrícola para os camponeses brasileiros. 

O MPA tem sido um parceiro histórico da FUP e dos petroleiros na luta contra a entrega da Petrobrás e do Pré-Sal. Reafirmamos nosso apoio incondicional  aos companheiros em greve de fome e conclamamos os demais trabalhadores a abraçarem a luta contra a Reforma da Previdência e barrar o desmonte do Estado brasileiro.

Leia a nota do MPA:

As recentes notícias da proposição do relator da Reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), de retirar os trabalhadores rurais da proposta encaminhada para votação é mentira e a não votação da reforma na Câmara do Deputados não desmobilizou os trabalhadores, diante disso o Movimento segue somando nas atividades da Frente Brasil Popular em todo o País. “Para o MPA a Greve de Fome significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira”, afirma Bruno Pilon.

O MPA reafirma sua posição contrária a Reforma da Previdência, posição essa expressa por todas as organizações do campo e da cidade que de fato defendem os interesses da Classe Trabalhadora. “Nem a aparente retirada dos rurais da Reforma Previdenciária nos fará retroceder a luta, essa é uma Luta de Classe. Se nossos irmãos e irmãs urbanos serão atingidos também seremos, vamos nos manter firmes para barrar esses retrocessos”, aponta Pilon.

Os camponeses e camponesas que estão fazendo a Greve de Fome – Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise Meurer – sabem do desafio que é imposto a privação de se alimentar, mas visto o nível de retirada de diretos que se encontra é uma das ações que estão dispostos a fazer para contribuir com a derrocada dessa Reforma, esse é um aviso prévio das ações que eles irão executar caso essa Reforma venha a ser votada.

O Movimento não aceita a manobra do governo golpista e assegura que irá cerrar fileiras junto com todos os companheiros e companheiras urbanos e rurais, junto com suas entidades de Classe para barrar esta votação e derrotar a reforma na Câmara do Deputados

A agenda do plenário da Câmara prevê a votação, durante a tarde desta terça (5), da Medida Provisória (MP) 795, que concede incentivos fiscais – calculados em cerca de R$ 1 trilhão em 22 anos, além de eliminar 1 milhão de empregos – para petrolíferas estrangeiras. Conhecida por "MP do Trilhão" ou "MP da Shell", a matéria já recebeu 22 emendas que podem mudar o seu teor. Caso a matéria não seja votada em sua totalidade até o próximo dia 15, perderá a validade. 

Na votação do texto-base, na última semana, a aprovação foi marcada por uma diferença de 24 votos. “Temos condições de, por meio das emendas, e com o apoio popular, conseguir modificar esse texto, que possui artigos antinacionais e extremamente prejudiciais aos interesses do Brasil”, disse o líder do PT na Casa, deputado Carlos Zarattini (SP).

Ele afirmou que está otimista com a possibilidade de os oposicionistas reverterem a diferença de votos (no total, foram 208 favoráveis contra 184 contrários) observada durante a votação da última semana – tida como pequena. Essa posição de muitos parlamentares, na opinião do líder, já é reflexo da proximidade das eleições e de cobranças feitas pelo eleitorado.  

Segundo o texto da MP, as empresas exploradoras de petróleo e gás ficam isentas de pagamento do imposto de importação, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI),  das respectivas contribuições para o Programa de Integração Sociale Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep-Importação), e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins-Importação).

Quando enviada pelo governo Temer ao Congresso, a proposta suspendia os tributos somente até 31 de julho de 2022. Mas o relator da matéria, deputado Júlio Lopes (PP-RJ), ampliou este prazo para 2040. Segundo avaliação de especialistas de vários setores – acadêmicos, técnicos legislativos e assessores de sindicatos da área – esta ampliação do prazo acarretará em perdas da ordem de R$ 1 trilhão para a União (aproximadamente R$ 50 bilhões por ano).

Lobby da Inglaterra

A matéria também foi objeto de muitas críticas depois da divulgação que o ministro de Comércio do Reino Unido, Greg Hands, veio ao Brasil para fazer lobby em defesa dos interesses das petrolíferas britânicas.

"Retirar do povo brasileiro R$ 1 trilhão até 2040 para entregar à Shell é roubo. Há parlamentares que estão fazendo jogo de petrolíferas internacionais e colocando o Brasil de joelhos", acusou o deputado Glauber Braga (Psol-RJ).

Será uma pá de cal a ser colocada na indústria naval brasileira”, completou o deputado Henrique Fontana (PT-RS). Segundo Fontana, estudo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) diz que, com a MP, o Brasil jogará na lata do lixo um milhão de empregos da cadeia de produção de equipamentos de óleo e gás.

“É uma traição nacional, traição do governo para com o país. O que está sendo aprovado nesta comissão é uma mamata para o setor internacional de petróleo”, completou, no mesmo tom, o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ).

Frente Parlamentar Mista de Defesa da Soberania Nacional, que reúne deputados e senadores em ações para impedir matérias legislativas sobre temas como esse, também pretende ampliar articulação para impedir a aprovação da MP ou modificar trechos do texto durante a votação de hoje no plenário.

Sempre que é questionado sobre o teor da matéria, o relator, deputado Júlio Lopes, argumenta que ao contrário das reclamações dos oposicionistas a proposta vai modernizar a legislação brasileira e recolocar o Brasil no cenário internacional de exploração de petróleo e gás. “De forma alguma o texto representa prejuízos para o país”, diz.

Para muitos parlamentares, independentemente da questão política de gestão do país, a medida consiste em uma das matérias mais complexas em tramitação no Congresso, pelo fato de alterar vários pontos da legislação tributário do setor, dentre eles, a dedução de investimentos. Motivo pelo qual deveria ter sido encaminhada por meio de projeto de lei - de forma a permitir maior debate sobre o tema.

Dedução da CSLL

Conforme as regras estabelecidas pela medida, a partir de 2018, as empresas poderão deduzir, na determinação do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), os valores aplicados nas atividades de exploração e produção de jazidas de petróleo e de gás natural.

Na prática, a medida reduz os valores que a empresa pagará a título de CSLL e de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). Também será dedutível do IRPJ e da CSLL, caso o relatório de Lopes seja aprovado da forma como se encontra, o gasto com formação de ativos (compra de máquinas e equipamentos) na fase de desenvolvimento.

A mesma MP ainda suspende o pagamento do IPI e da contribuição para o PIS/Cofins para os bens importados que ficarem definitivamente no país e que forem usados na exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e derivados.

E prevê a suspensão dos mesmos tributos federais sobre matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem importados ou fornecidos localmente, desde que utilizados em produtos destinados à exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e derivados. A suspensão  será convertida em isenção (Imposto de Importação e o IPI) e em alíquota zero (PIS/Cofins).

Via Rede Brasil Atual

 

 

O ex-presidente começa a viajar pelo estado com a caravana Lula Pelo Brasil nas cidades de Campos dos Goytacazes e Maricá

caravana Lula Pelo Brasil desembarca no estado do Rio de Janeiro tendo como primeiro destino a cidade de Campos dos Goytacazes.
 
Na quarta-feira (6), Lula vai visitar o Polo Avançado do Instituto Federal Fluminense, fruto dos programas de interiorização e expansão dos campi universitários e institutos federais criados em sua gestão.
 
Lula tem conversado na caravana com estudantes, universitários, diretores e reitores para entender as dificuldades e os prejuízos causados pelo governo golpista que, dentre suas ações mais predatórias contra aeducação está a PEC que congelou o orçamento da União por 20 anos.
Após a vista ao Instituto, Lula segue para Maricá quando participa de um ato na praça da Igreja da Matriz. Em Maricá, Lula vai conhecer de perto programas sociais inspirados em sua gestão e que são a marca do “ modo petista de governar”.
Um deles é o transporte gratuito conhecido como Vermelhinho, que, além de garantir esse direito básico à população, contribuiu para que as pessoas reduzam ou anulem seus gastos com transporte, gerando economiafamiliar.
 

Investimentos sociais

 
Durante os governos de Lula, Campos dos Goytacazes e Maricá viram suas realidades mudarem a partir dos investimentos sociais através de programas como o bolsa-família, Minha Casa Minha VidaMais Médicos, Luz para Todos e outros.
 
Em Campos e Maricá, pelo menos 120 mil e 23 mil pessoas respectivamente foram beneficiadas diretamente com o programa Bolsa-Família. Quanto ao Minha Casa Minha Vida, foram contratadas mais de sete mil unidades para Campos com investimentos da ordem de R$ 560 milhões. Para Maricá, foram investidos através do maior programa de habitação da história do País R$ 550 milhões, totalizando 6.4 mil moradias.
 
Depois de Maricá, o ex-presidente segue para a baixada fluminense.
 

Lula Pelo Brasil

 
Toda viagem será feita de ônibus pelo ex-presidente e, nesta etapa, começando em Vitória e terminando na cidade do Rio de Janeiro na sexta-feira (8). O projeto Lula Pelo Brasil é uma iniciativa do Partido dos Trabalhadores, Fundação Perseu Abramo e Instituto Lula e teve sua primeira etapa no Nordeste, a segunda em Minas Gerais e a terceira no Sudeste.
 
O objetivo do ex-presidente é ouvir a população, ver de perto as mudanças promovidas em seu governo e, principalmente, ver o impacto das retiradas de direitos, da redução de investimentos sociais e dos desmontes promovidos pelo governo golpista.
 
Serviço:
 
Terça-feira (5)
19h - Ato na Praça do Liceu em Capos dos Goytacazes
 
Quarta-feira (6):
 
Campos dos Goytacazes:
9h - visita ao Polo Avançado do Instituto Federal Fluminense

 

Camponeses do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) iniciam hoje, 5 de dezembro, Greve de Fome na Câmara dos Deputados Federal em Brasília como forma de repúdio a Reforma da Previdência que assombra os trabalhadores do campo e da cidade, e que poderá ser votada a qualquer momento.

As recentes notícias da proposição do relator da Reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), de retirar os trabalhadores rurais da proposta encaminhada para votação é mentira e a não votação da reforma na Câmara do Deputados não desmobilizou os trabalhadores, diante disso o Movimento segue somando nas atividades da Frente Brasil Popular em todo o País. “Para o MPA a Greve de Fome significa que alguns passarão fome por alguns dias para evitar que muitos passem fome uma vida inteira”, afirma Bruno Pilon.

O MPA reafirma sua posição contrária a Reforma da Previdência, posição essa expressa por todas as organizações do campo e da cidade que de fato defendem os interesses da Classe Trabalhadora. “Nem a aparente retirada dos rurais da Reforma Previdenciária nos fará retroceder a luta, essa é uma Luta de Classe. Se nossos irmãos e irmãs urbanos serão atingidos também seremos, vamos nos manter firmes para barrar esses retrocessos”, aponta Pilon.

Os camponeses e camponesas que estão fazendo a Greve de Fome, Frei Sergio Görgen, Josi Costa e Leila Denise Meurer sabem do desafio que é imposto a privação de se alimentar, mas visto o nível de retirada de diretos que se encontra é uma das ações que estão dispostos a fazer para contribuir com a derrocada dessa Reforma, esse é um aviso prévio das ações que eles irão executar caso essa Reforma venha a ser votada.

O Movimento não aceita a manobra do governo golpista e assegura que irá cerrar fileiras junto com todos os companheiros e companheiras urbanos e rurais, junto com suas entidades de Classe para barrar esta votação e derrotar a reforma na Câmara do Deputados.

Texto: Assessoria do MPA

Imprensa da CUT - Depois de 22 anos de luta em defesa da extinção do uso do amianto, a Lei Federal 9.055 de 1995, conhecida como exterminadora do futuro, que permitia o uso controlado dessa matéria prima cancerígena, finalmente acabou. As novas gerações podem respirar sossegadas.

A afirmação é do presidente da Associação Brasileira dos Expostos do Amianto (ABRAEA ), Eliezer João de Souza, que comemorou a decisão do STF (Superior Tribunal Federal) que decidiu na última quarta-feira (29) banir o uso do amianto em todo país.

A secretária Nacional da Saúde do Trabalhador da CUT, Madalena Margarida da Silva, também comemorou a decisão do tribunal. Segundo ela, o amianto não apenas um problema de saúde ocupacional, mas também de saúde pública.

“Os empregados e ex-empregados expostos ao amianto que adoecem vão para o SUS em busca de tratamento e para o INSS à procura de seguridade social porque incapacita para o trabalho e para vida”, denuncia.

Desde os anos 90, a CUT defende o banimento do amianto, mas as perspectivas na decisão do supremo coloca um desafio muito grande para a Central, o movimento sindical e outras entidades que lutaram todos esses anos para proibir o uso do minério. Entre essas entidades está ABRAEA.

A CUT e as entidades que lutam contra o amianto deverão realizar trabalho de vigilância de modo a evitar o descumprimento da decisão do STF. “Além disso, cobraremos que o Estado cumpra a legislação e não permita a comercialização  de forma direta ou indireta de produtos derivados do amianto e estabeleçam mecanismos legais para o descarte de resíduos do amianto e orientação a população quando aos riscos de adoecimento”, explicou Madalena.

Como milhares de brasileiras e de brasileiros, Eliezer João de Souza não sabia que podia adoecer no trabalho. Funcionário da Eternit, maior fabricante de telhas e caixas d’água de fibrocimento do mercado brasileiro, durante 13 anos, ele foi diagnosticado com nódulos na Pleura (membrana que recobre o pulmão) 14 anos depois que saiu da empresa. 

Eliezer conta que está entre os trabalhadores que não foram condenados à morte, mas conhece e já ouviu histórias de muitos colegas que morreram sem saber sequer que o amianto tinha sido a causa da doença.

 “Assim que soube fiz uma cirurgia e hoje estou bem melhor, apenas com problemas respiratórios e tosse, mas no meu caso, os nódulos não são malignos e eu não fui condenado à morte”, conta o trabalhador.

Segundo ele, a empresa fazia exames e raio x periódicos, mas nunca  mostrava o resultado aos trabalhadores. “As pessoas eram mandadas embora sem saber que estavam doentes”, lamenta.

Para Eliezer, “no momento de destruição dos direitos, com medidas como a Reforma Trabalhista e a Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos em saúde e educação, direitos básicos, essa decisão é uma vitória que nos dará mais força para continuar lutando”.

O uso do amianto e os riscos para os trabalhadores

Proibido em mais de 70 países, o amianto é conhecido pela sua letalidade e tem vitimado milhares de trabalhadores do mundo todo, causando dor, sofrimento e mortes.

A única mina de amianto ainda em atividade no Brasil situa-se no município de Minaçu, no estado de Goiás.

A contaminação pelo amianto ocorre em decorrência da exposição ocupacional, que consiste na inalação de suas fibras e também, pela exposição ambiental que consiste no contato dos familiares com roupas e objetos dos trabalhadores contaminados. Residir nas proximidades de fábricas, minerações ou em áreas contaminadas (solo e ar), frequentar ambientes onde haja produtos de amianto degradados e exposto livre na natureza ou em pontos de depósito ou descarte de produtos com amianto também são fatores determinantes para adoecer ou até morrer.

Segundo o boletim epidemiológico “Morbimortalidade de Agravos à Saúde Relacionados ao Amianto no Brasil, 2000 a 2011”, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em cooperação com o Ministério da Saúde, foram registrados cerca de 2.400 óbitos possivelmente relacionados ao amianto em pessoas com 20 anos de idade ou mais entre 2000 e 2010.

 

 

Os servidores públicos entraram na mira do governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (PMDB-SP) na nova proposta de Reforma da Previdência, encaminhada para a Câmara dos Deputados. A votação estava marcada para o dia 6, mas foi retirada da pauta porque o governo não tem os 308 votos necessários para a aprovação das mudanças.

Pela nova proposta apresentada, para ter direito à aposentadoria, os servidores públicos, que hoje fazem parte do Regime Próprio de Previdência (RPPS), terão de contribuir no mínimo 25 anos para receber uma aposentadoria correspondente a 70% da média salarial. Há ainda exigência da idade mínima de 65 anos homem e 62 anos mulher para terem direito ao benefício. 

“Vamos morrer trabalhando. É isso o que Temer quer”, critica José Carlos de Oliveira, coordenador Geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Estado de Pernambuco (Sindsep). 

Além disso, os servidores, que são tratados com desprezo e taxados de privilegiados pelo governo, inclusive sendo alvos das propagandas oficiais enganosas sobre a reforma, terão de contribuir durante 40 anos para atingir o valor integral da aposentadoria, que passará a ser o teto do INSS, de R$ 5.531,31. 

“A propaganda do governo tenta fazer a população acreditar que os problemas da Previdência são, única e exclusivamente, culpa do servidor público”, contesta José Carlos. “Querem jogar a opinião pública contra os servidores e utilizam os meios de comunicação para atacar o seu próprio corpo técnico. É um desestímulo e uma provocação sem tamanho”, completa.

A opinião do dirigente dialoga com a recente decisão da juíza da 14ª Vara Federal de Brasília, Rosimayre Gonçalves de Carvalho, que, ao perceber a manipulação nas propagandas do governo que atacavam diretamente os servidores, decidiu pela imediata suspensão dos anúncios publicitários.

Em sua decisão, ela afirmou que “a despeito de nada informar, propaga ideia que compromete parcela significativa da população com pecha de pouco trabalhar e ter privilégios, como se fosse essa a única razão da reforma”. 

José Carlos questiona a provocação do governo de que servidor público tem privilégio com a realidade salarial dos servidores no Brasil, perguntando se receber, em média, R$ 3 mil por mês é ser privilegiado. “Quero saber qual é o privilégio disso”, diz ele, que destaca: “a maioria desses servidores prestam serviços nas escolas, hospitais, universidades, segurança, administração pública, entre outros serviços essenciais à população”.
 
“Privilégio, na realidade, é o que o Temer conseguiu. Se aposentou aos 55 anos e ganha 30 mil reais,” devolve a provocação o dirigente CUTista. 

É importante toda a classe trabalhadora saber que quase metade do salário de muitos servidores públicos é gratificação por produção, ou seja, não faz parte do salário. Isso significa que o servidor perde cerca de 33% do valor da sua remuneração ao se aposentar, pois gratificação não conta nos cálculos da aposentadoria.
 
“O ataque é brutal”, diz o coordenador-geral do Sindsep, que lembra ainda que o servidor público não tem direito ao FGTS, nem à negociação coletiva.
 
Segundo ele, o governo ilegítimo de Temer está esfacelando completamente o conceito de Seguridade Social para dar espaço ao mercado com os pacotes de previdência privada e complementar. “Para governos como este, com uma política neoliberal, servidor público é despesa. Só esquecem que, em países com maior IDH, o serviço público de qualidade é uma premissa.”

Segundo o presidente da CUT, Vagner Freitas, a proporção de servidores públicos em relação ao total de trabalhadores em países como os Estados Unidos, por exemplo, é de 23%. Tem países desenvolvidos que essa relação ultrapassa os 30%.
 
“Aqui no Brasil a relação é de 12% e ainda temos muito para investir e, não, cortar, como quer este governo corrupto e ilegítimo que não teve voto para estar onde está”, diz Vagner. “Parlamentar que votar essa proposta não volta em 2018”, finaliza o dirigente.
   
Votação adiada
Prevista inicialmente para ser votada no dia 6 de dezembro, a reforma Previdenciária, que acaba com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros e trata os servidores públicos com desprezo, teve a data da votação adiada, após a pressão dos trabalhadores e trabalhadoras.

A categoria petroleira na região está em luto pela perda do companheiro Edenilson Alves da Conceição, que morreu no último sábado, 2, aos 57 anos, em Campos dos Goytacazes. Ele foi vítima de uma pneumonia. 

Empregado da Petrobrás, Edmilson atuou como supervisor de operação da plataforma P-54, na Bacia de Campos, e mais recentemente trabalhava na sede da UO-Rio.

O corpo do trabalhador foi sepultado no próprio sábado, no Cemitério Campo da Paz, também em Campos dos Goytacazes. Dezenas de colegas de trabalho e familiares compareceram à despedida do companheiro. Muitos destacaram a participação de Edmilson em várias das lutas petroleiras.

O Sindipetro-NF manifesta as condolências aos familiares e amigos.

 

[Foto: Reprodução Perfil Facebook]

 

[Atualizado às 9h20 de 04/12/17]

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